AGROPECUÁRIA: Aprovado plano para acabar com vacina contra aftosa
Dividida em blocos de estados, proposta se adequa a diretrizes da OIE e do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa
Com cronograma até 2026, medida visa obter grau de país livre da doença sem vacinação a partir de 2023.O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aprovou a versão definitiva do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa). O plano começa a valer este ano e continua até 2026. O objetivo é que o Brasil seja considerado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) um país livre da doença sem vacinação a partir de 2023.
Para que seja implementado, as unidades da Federação foram agrupadas em cinco blocos. A Bahia está no 4, junto com São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. De acordo com a pasta, o plano está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres da OIE e as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa, que visa à erradicação da doença na América do Sul.
O vírus da doença é altamente contagioso. O animal afetado apresenta febre alta que diminui após dois a três dias. Em seguida, aparecem pequenas bolhas que se rompem, causando ferimentos. O animal deixa de andar e comer e, no caso de bezerros e animais mais novos, pode até morrer.
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O vírus da doença é altamente contagioso. O animal afetado apresenta febre alta que diminui após dois a três dias. Em seguida, aparecem pequenas bolhas que se rompem, causando ferimentos. O animal deixa de andar e comer e, no caso de bezerros e animais mais novos, pode até morrer.
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