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PESQUISA: Primeira etapa do Laboratório Sírius é concluída

Com aplicação em vários usos, acelerador de elétrons foi concebido por pesquisadores nacionais e construído com tecnologias brasileiras Laboratório de pesquisa de última ponte, o Sírius teve sua primeira etapa de implantação inaugurada nesta quarta-feira (14). O equipamento conta com acelerador de elétrons que permite descobrir a constituição de materiais diversos, tendo usos nas áreas de Comunicação, alimentos, remédio, energia e no pré-sal. Durante a inauguração, o presidente da República, Michel Temer, afirmou que o laboratório é o maior empreendimento cientifico já visto no Brasil e a mais sofisticada estrutura de pesquisa de toda a América Latina. O projeto foi concebido por cientistas brasileiros e construído com tecnologia brasileira. Segundo Temer,  o Sirius - que fica em Campinas (SP) - será  aberto para a comunidade científica nacional e internacional. Em 2019, serão abertas as primeiras seis estações de pesquisa em torno do acelerador de partículas. Outras se...

OPINIÃO: O protagonismo da Universidade de Stanford no Vale do Silício

confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Jacir J. Venturi* A Universidade de Stanford iniciou suas atividades letivas em 1891, num legado do casal Leland e Jane Stanford à memória de seu filho único, que faleceu com apenas 15 anos de febre tifoide quando passavam férias em Florença, na Itália. Leland Stanford, empresário, senador e governador da Califórnia, dedicou a essa empreitada parte de sua fortuna, adquirida como um dos big four (quatro maiores) construtores de ferrovias dos EUA. Inclusive parte da fazenda onde residia o casal, em Palo Alto, hoje com área de 3.310 ha. Sua concepção mereceu um planejamento meticuloso de cinco anos e a participação de um dos mais conceituados arquitetos do país, que assina também o projeto do Central Park de Nova Iorque. À época, na região escolhida, predominava a exploração de minas de ouro e a Califórnia como um todo era tida como terra inóspita, de caipiras. Nesse ecossistema tão pouco pro...

OPINIÃO: As tendências, a ciência e o consumidor

Airton Vialta* O rápido avanço das novas tecnologias tem levado a indústria de aditivos e ingredientes a estreitar cada vez mais o relacionamento com instituições de pesquisa e empresas especializadas com o propósito de manter uma sintonia fina com as novidades e com os desejos dos consumidores. Com isso, alimenta seus processos inovativos e oferece ao mercado produtos com grande potencial de sucesso. Entretanto, parte das tendências de consumo revelam-se totalmente desprovida de fundamentação científica, o que não é bom para o consumidor, que pode ser induzido a comprar produtos supostamente superiores, muitas vezes pagando mais por isso. Um exemplo é o consumo de produtos sem lactose por pessoas que não apresentam intolerância à lactose. Aliás, a busca por produtos “sem” ou “livre de”é uma das tendências observadas nos últimos anos. Mais conhecida como clean label, ela engloba produtos formulados com o menor número possível de aditivos e ingredientes, e isentos de itens consi...

CARNE FRACA: Brasileiros diminuem consumo de carne após operação

Segundo pesquisa da Dunnhumby, 97% das pessoas conheciam a ação e 64% mudaram decisões de compra Lançada em março, a Operação Carne Fraca chegou ao conhecimento de 97% dos consumidores do produto. Pesquisa feita pela  consultora britânica Dunnhumby apontou ainda que 64% dos consultados tiveram suas decisões de compra e consumo  de carnes e derivados influenciadas pelas notícias. Em torno de 10% dos ouvidos suspenderam o uso de carnes. Dentre os pesquisados, 57% diminuíram a compra/consumo carnes e derivados  (in natura, congelados, embutidos e  frios).As mudanças se refletiram principalmente no consumo de carne bovina in natura (57% diminuíram o consumo e 5% cortaram), embutidos (57% reduziram compra e 6% eliminaram, como vemos abaixo: Outro impacto no comportamento do consumidor tem a ver com a cautela ao comprar produtos animais: 39% ficarão mais atentos(as) ao rótulo dos produtos  34% vão pesquisar a idoneidade das marcas. A pesquisa da Dunnhumby revelo...