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INTERVENÇÃO NO RIO: Plano de transição começa em outubro

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao Operações e aquisição de equipamentos ocorrem até dezembro. Desmobilização logística e contábil vai até junho de 2019.  A transição do comando da intervenção federal no Rio de Janeiro para as corporações e secretarias do estado da área de segurança está marcada para outubro. Segundo o interventor, general Walter Braga Netto, a aquisição de equipamentos terminando em dezembro, junto com a intervenção. De acordo com interventor, todo o trabalho está sendo planejado em conjunto com a Polícia Militar, Polícia Civil e Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, que já compõem os grupos de trabalho do Gabinete da Intervenção Federal. A desmobilização logística, patrimonial e contábil foi programada de janeiro a junho de 2019. “Nós já estamos com o plano de transição e legado prontos, estamos revisando. Outubro, novembro e dezembro é a transição, término das aquisições e continuaçã...

SEGURANÇA: Para ministro, parte das UPPs deixou de cumprir sua função

Jungmann confirmou fechamento de algumas das 38 unidades de Polícia Pacificadora do Rio de janeiro e fortalecimento do policiamento em parte da rede Modelo implantado no período preparatório para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada Rio 2016, as UPPS terão seu número reduzido  durante a intervenção federal no Rio de Janeiro. O fechamento de unidades de Polícia Pacificadora foi confirmado pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.  Não foram informadas quantas serão extintas. A região metropolitana do Rio conta com 38 UPPs. Jungmann defendeu a  extinção de parte das 38 UPPs existentes na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, por avaliar que houve uma expansão maior do que a capacidade do estado em mantê-las. "Isso degradou uma grande parte das UPPs. Em segundo lugar, as UPPs eram a ponta de um projeto onde você teria a polícia pacificadora, mas o estado deveria entrar com saúde, educação, etc. O que também não entrou”, disse. Segundo o ministro, parte das ...

SEGURANÇA: MPs destinarão recursos à PF e à intervenção

Ministro Raul Jungmann, que não detalhou valores, anunciou que medidas assegurarão previsibilidade orçamentária Duas medidas provisórias que tratam de recursos para a área de segurança pública devem ser publicadas na próxima semana. Segundo o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, uma das MP trará recursos novos para a pasta e a outra definirá recursos previsíveis e carimbados para a segurança pública.  "Não me pergunte o valor, porque cabe ao presidente da República dizer isso. Vamos ter também, daí para frente, recursos carimbados que darão a previsibilidade orçamentária", disse, na solenidade de  posse do novo superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Ricardo Saad. O ministro Jungmann explicou que os recursos novos serão repassados aos estados por meio de contratos de gestão, com metas de resultados como redução de índice de mortalidade, melhoria na formação dos policiais, fornecimento de dados hoje indisponíveis e a criação de corregedorias indep...

INTERVENÇÃO: Militar acelera formação da equipe que atuará no Rio

Na terça-feira, Senado aprovou o decreto que vai autorizar o governo federal a nomear um interventor naquele estado O interventor da segurança no Rio de Janeiro, general Walter Braga Netto, informou em nota que a equipe que vai trabalhar com o interventor está sendo formada e será divulgada nos próximos dias. O grupo vai coordenar as polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros, o sistema prisional e a articulação com as forças armadas, que já atua no estado via dispositivo da Garantia da Lei e da Ordem (GLO).  “O interventor destaca a necessidade da participação da sociedade fluminense nesse esforço conjunto. O processo demandará, de todos e de cada um, alguma parcela de sacrifício e de colaboração, em nome da paz social e da sensação de segurança almejadas”, destacou o texto, assinado pelo setor de Comunicação Social do Comando Militar do Leste, que até a intervenção tem como comandante Braga Netto. Na terça-feira (20), o Senado aprovou, por 55 votos a 13 e uma abstenção,...

INTERVENÇÃO: Câmara aprova decreto. Senado deve votar nesta terça

Após seis horas de debates, casa legislativa deu aval à medida por 340 votos a 72 A Câmara dos Deputados aprovou, por 340 votos a 72, o decreto legislativo que autoriza a intervenção federal na área de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Após mais de seis horas de discussões , os deputados acataram o parecer da deputada Laura Carneiro (MDB-RJ) favorável à medida, anunciada pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16). Nesta terça-feira (20), o Senado deve realizar, às 18h, uma sessão extraordinária destinada a votar o decreto. Caso o texto que estipula a intervenção seja aprovado pela maioria simples dos senadores presentes, o Congresso Nacional poderá publicar o decreto legislativo referendando a decisão de Temer de intervir no Rio de Janeiro. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao

FAZENDA: Recursos para intervenção virão de remanejamentos

Orçamento de 2018 já está no limite do teto dos gastos, mas ministro da Fazenda garante apoio para medidas de segurança no Rio de Janeiro O Ministério da Fazenda garante a liberação de recursos que venham  a ser solicitados nas operações da intervenção na segurança do Rio de Janeiro. Segundo o ministro, o governo está analisando, com o Exército, se há necessidade de aportes adicionais, além dos já previstos no Orçamento deste ano. Se for o caso, verbas de outras áreas serão remanejadas.  “Certamente, o teto é uma limitação constitucional que será obedecida e as despesas de 2018 já estão no teto. Portanto, qualquer despesa adicional tem que ser remanejada de outra área”, disse.Para cumprir a meta do Orçamento para este ano, o governo anunciou um ajuste de R$ 16,2 bilhões. As medidas incluem a suspensão e o contingenciamento (bloqueio temporário) de despesas para cumprir a meta de déficit primário de R$ 159 bilhões para este ano e o teto de gastos. Conselhos - Assinado na...