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Mostrando postagens com o rótulo Estados Unidos

INFLAÇÃO: Crescem riscos, reconhece presidente do BC

Frustração em razão da não aprovação das reformas e cenário dos EUA. Goldfajn avisa que juros podem voltar a subir A taxa básica de juros (Selic), segundo o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. A avaliação foi feita nesta quinta-feira (27), durante apresentação do Relatório de Inflação. “Temos compromisso com inflação na meta e, portanto, alertamos que esse estímulo [Selic no menor nível histórico, 6,5% ao ano] começará ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e seu balanço de riscos apresentem piora”, afirmou. Segundo Goldfajn, há dois riscos crescentes para a inflação considerados relevantes para o BC. “Temos dois riscos que estão crescendo. Um deles é o risco de frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas [como a da Previdência] e ajustes na economia brasileira e o outro é o cenário internacional mais incerto, especialmente para economias emergentes”, disse. O risco para as...

TARIFAÇO: Segundo Temer, EUA aceitaram negociar sobretaxas do aço e alumínio

Com isso, cobrança extra de 25% e 10%, respectivamente, não será cobrada do Brasil enquanto acontece a negociação O presidente Michel Temer informou nesta quarta-feira (21) que os Estados Unidos começarão a negociar com o Brasil nova tarifa para importação de aço e alumínio. Ao falar sobre a medida, informada em nota do governo norte-americano, Temer ressaltou que a nova tarifa não será aplicada enquanto as negociações estiverem em curso. A previsão era que as tarifas fossem aplicadas a partir desta sexta-feira (23) duas semanas depois da promulgação por parte de Trump. Com o anúncio do governo americano, segundo informado por Temer, a aplicação da tarifa fica suspensa. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao

CRISE DO AÇO: País conversa com outros países afetados antes de recorrer à OMC

Presidentes brasileiro e do colegiado tiveram audiência nesta segunda-feira (12), em Brasília. Para Azevedo, porém, saída é difícil O governo brasileiro está conversando com outros países afetados pelas sobretaxas do aço e do alumínio, determinadas pelos Estados Unidos. Um entendimento será buscado antes de se acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC). O relato é do presidente do organismo multilateral, o brasileiro Roberto Azevedo, que se encontrou nesta segunda-feira (12) com o presidente Michel Temer. “Percebi que o governo brasileiro está perfeitamente atento a todos esses desdobramentos, está aberto para uma tentativa de entendimentos com os norte-americanos”, disse Azevêdo.Segundo ele, o Brasil não afasta a possibilidade de recorrer à própria OMC contra a medida norte-americana, embora a estratégia não esteja sendo adotada no momento. Azevêdo alertou para o risco de se entrar em um cenário de retaliações, tipo uma "guerra comercial". Segundo o dirigente, é...

COMMODITIES: Governo brasileiro admite que taxação dos EUA preocupa

Nesta quinta-feira, presidente dos Estados Unidos Donald Trump conformou cobrança de 25% e 10% nas importações de aço e alumínio, respectivamente, ambos vendidos pelo Brasil O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou nota nesta quinta-feira (1º) informando que o governo brasileiro recebeu "com enorme preocupação" a informação de que os Estados Unidos vão impor tarifas sobre a importação de aço e alumínio. Mais cedo nesta quinta-feira (1º), o presidente americano, Donald Trump, confirmou  que serão adotadas taxas de 25% para importação de aço e de 10% para alumínio - ambos vendidos pelo Brasil. No começo da semana, o titular da pasta, Marcos Jorge, viajou aos EUA para evitar a retaliação pelo governo norte-americano. Em nota, o MDIC avaliou que, caso seja adotada, "a restrição afetará exportações brasileiras de ambos setores". E informou que pode buscar medidas no âmbito do comércio internacional para derrubar a sobretaxa. "O g...

AÇO: Ministro vai aos EUA para tentar impedir barreiras à exportação

Relatório divulgado pelo governo Donald Trump encaminha taxações para o aço e o alumínio Tendo na pauta questões ligadas à siderugia, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, está em Washington (Estados Unidos). A meta é convencer o o governo norte-americano a desistir de barreiras ao aço brasileiro. O ministro se reuniu com membros do Conselho das Américas nesta segunda-feira (26) e, nesta terça (27), terá encontro com representantes da Câmara de Comércio dos Estados Unidos. Também está marcada uma reunião com o secretário de Comércio norte-americano, Wilbur Ross.  “O aço é a principal preocupação no momento, por conta da premência da decisão potencial que poderá ser tomada pelos americanos”, afirmou o ministro.Marcos Jorge se referiu a um relatório lançado no dia 16 de fevereiro pelo departamento de Comércio dos Estados, que afirmou que as importações de aço e de alumínio ameaçam a segurança nacional do país. O documento propunha três opções p...

TURISMO: Brasil adota visto eletrônico para pessoas dos EUA

Processo - da solicitação à emissão da permissão de entrada - deve durar, no máximo, 72 horas. Ministério espera injeção de R$ 600 mi na economia A partir desta quinta-feira (25) os turistas dos Estados Unidos poderão solicitar o visto de entrada no Brasil por meio de um processo totalmente eletrônico. A solicitação, apresentação dos documentos necessários e liberação da entrada passa a demorar, no máximo, 72 horas. Os americanos são o segundo maior mercado emissor de turistas para o Brasil, atrás apenas da vizinha Argentina. De acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), medidas de facilitação de entrada dos turistas incrementam em até 25% o fluxo entre os destinos beneficiados. Pelas projeções do Ministério do Turismo, os visitantes americanos gastarão US$ 177,6 milhões a mais na economia brasileira (cerca de R$ 600 milhões). Anualmente, mais de 570 mil turistas dos EUA escolhem o Brasil como destino turístico e injetam US$ 710,5 milhões na economia nacional por ano. “O...

INTERNET: Agência norte-americana extingue regra da neutralidade

Segundo o princípio agora quebrado independentemente de o usuário usar a rede para e-mail,  vídeo ou acessar um site, não pode haver privilégio ou prejuízo a nenhuma dessas informações. A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) revogou na quinta-feira (14) a norma que instituía a obrigação da neutralidade de rede para operadoras de telecomunicações. Por essa regra, as detentoras das redes não podem celebrar acordos comerciais com sites, aplicativos ou plataformas para que seus conteúdos sejam privilegiados e cheguem mais rapidamente a seus clientes. Por três votos a dois, o colegiado seguiu a diretriz do governo de Donald Trump de eliminar essa regulação, aprovada sob a administração de Barack Obama em 2015. Tecnicamente,  neutralidade de rede é um princípio segundo o qual as empresas que controlam infraestruturas de telecomunicações por onde ocorre o tráfego de dados da internet – cabos de telefone, de TV paga, satélites, antenas de transmissão de s...

OMC: Conferência tenta evitar paralisia nas negociações entre países-membro

Começou neste domingo, em Buenos Aires, a 11 ª Conferência do órgão multilateral, a primeira na América  do Sul A Organização Mundial do Comércio (OMC) abriu neste domingo (10) sua 11ª Conferência Ministerial, na capital argentina Buenos Aires. É a primeira vez que o evento é realizado em um país sul-americano desde a sua criação, em 1995. Nesta edição, é grande a expectativa para impedir a paralisação das negociações multilaterais entre os 164 membros da OMC e garantir a sobrevivência do órgão que regula o comércio internacional. “Não vou apontar o dedo [para um país]. O que precisamos é de um esforço coletivo para superar os problemas”, disse o secretário-geral da OMC, o brasileiro Roberto Azevedo, em entrevista antes do inicio da conferência. , acrescentou. O maior obstáculo, no momento, são os Estados Unidos, que bloquearam a nomeação de três dos sete juízes do Órgão de Apelação - uma espécie de Corte Suprema do comércio internacional. Além das questões relativas às negoc...

EUA: Déficit comercial sobe mais do que previam os analistas

Encarecimento da importação do Petróleo e de produtos da China, México e União Europeia afetaram resultado. Governo Trump aposta em reforma tributária O déficit comercial dos Estados Unidos subiu para US$ 48,7 bilhões em outubro, US$ 3,8 bilhões a mais que no mês anterior, informou nesta terça-feira (5) o Escritório do Censo do Departamento de Comércio dos EUA. Esse aumento de 8,6% supera o prognóstico dos analistas, que tinham antecipado que o indicador chegaria até cerca de US$ 47,5 bilhões. Estes números  são reflexo, em parte, do encarecimento das importações de petróleo e de um aumento notável da importação de bens procedentes de China, México e União Europeia (UE), combinado com uma queda nas exportações de alimentos, soja e aviões de passageiros. As informações são da EFE. Reforma O aumento do déficit acontece dias depois de Washington ter recebido uma boa notícia na área econômica. No sábado (2), o Senado dos Estados Unidos aprovou por 51 x 49 votos a reforma tributá...

EXTERIOR: FED sinaliza nova elevação dos juros

Na quarta-feira (20), autoridade monetária dos Estados Unidos manteve a taxa de referência entre 1 e 1,25% O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos,sinalizou contudo para uma nova elevação dos juros ainda este ano e disse que iniciará em outubro a redução gradual de sua carteira de treasuries (títulos públicos do governo americano) de US$ 4,5 trilhões, adquirida após a crise financeira de 2008. Nesta quarta-feira (20), a autoridade monetária dos EUA  manteve a taxa de juros de referência entre 1% e 1,25%. Novos aumento dos juros podem retirar dólares de países emergentes. O Brasil corre risco, mas relativizado pelas reservas acima de US$ 350 bilhões. O ritmo da redução de treasuries será de cerca de US$ 10 bilhões por mês a princípio e pode acelerar para US$ 50 bilhões mensais mais adiante. (Com informações da Agência Brasil e da EFE). Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao

EXTERIOR: Economia dos EUA cresce 3% no segundo trimestre

Consumo, que representa dois terços da atividade econômica local, surpreendeu, ao obter expansão de 3,3% A economia dos Estados Unidos cresceu 3% no segundo trimestre de 2017, quatro décimos acima da primeira estimativa, segundo informações divulgadas nesta quarta (30) pelo governo americano. A expansão - maior do que previam analistas e o mercado, que projetavam entre 2,6% e 2,8% - representa o melhor resultado para um trimestre dos últimos dois anos e é mais do que o dobro da registrada nos três primeiros meses deste ano, que foi de 1,2%. Segundo o Departamento de Comércio, a revisão para cima ocorreu graças ao avanço das despesas dos consumidores, que representam dois terços da atividade econômica dos EUA e que chegou a 3,3% no trimestre, melhor dado em um ano. De acordo com o relatório divulgado, os americanos gastaram mais em bens, incluindo na compra de automóveis e serviços. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao

CASO DA CARNE: Brasil receberá inspeção de veterinários dos EUA

Retirada de substância e redução de dose da vacina contra a febre aftosa foram medidas já tomadas visando retomar o mercado para carnes frescas O Brasil  receberá a visita de técnicos dos Estados Unidos para uma inspeção veterinária até o fim desse mês, segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.Segundo o ministro, a pasta convidou os técnicos. Em visita a Lucas do Rio Verde (MT), acompanhando o presidente Michel Temer, na última sexta-feira (11), Maggi disse que está “tudo sendo arrumado para [o Brasil] voltar em breve ao mercado dos Estados Unidos”. O embargo dos EUA ao produto brasileiro foi anunciado no dia 22 de junho devido a preocupações recorrentes sobre a segurança dos produtos destinados ao mercado daquele país, segundo autoridades dos EUA. O fechamento do mercado norte-americano se deu em razão da existência de abscessos, além de pedaços de osso encontrados na parte dianteira dos animais. Segundo o Ministério, a vacinação contra a fe...

CASO DA CARNE: Ministro tenta retomar exportação em Washington

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                                                                   Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil País demorou 17 anos para conseguir alcançar este mercado, suspensão em junho já gerou perdas de US$ 49 milhões O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi tem um almoço de trabalho nesta segunda-feira (17) com o secretário de Agricultura do governo norte-americano, Sonny Perdue, em Washington. Na agenda, a missão do gestor brasileiro visando  a retomada de exportações de carne para os Estados Unidos.A agenda da comitiva inclui, ainda na segunda-feira pela manhã, reunião com o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral...

CRISE DA CARNE: Mapa determina corte de carne in natura

Somadas, as 15 plantas que  exportam para os EUA acumularam perdas de US$ 49 milhões  de janeiro a maio deste ano   O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou a frigoríficos brasileiros que carnes in natura de cortes dianteiros a serem exportadas aos Estados Unidos sigam apenas na forma de recortes, cubos, iscas ou tiras. A medida integra a negociação com o mercado dos EUA, que suspenderam a importação do produto  fresco do Brasil. Em março, após a operação Carne Fraca, a inspeção daquele país intensificou a fiscalização, identificando reações inadequadas a vacinas contra a febre aftosa. Não foram encontrados focos da doença. O Mapa argumenta que apenas a aparência fica comprometida e que o produto não oferece nenhum risco a saúde. Somadas, as 15 plantas que  exportam para os EUA acumularam perdas de US$ 49 milhões  de janeiro a maio deste ano. O Brasil exporta para os Estados Unidos a parte dianteira do boi inteira, local ...

CRISE DA CARNE: Confederação da Agricultura contesta medida dos EUA

Segundo a entidade, problemas encontrados no produto brasileiro não geram riscos à saúde humana Anunciada na quinta-feira (22), a suspensão da entrada da carne in natura brasileira decidida pelos Estados Unidos foi contestada pela Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária brasileira. Segundo a entidade, os elementos utilizados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para justificar o fechamento do mercado não apresentam risco para a saúde dos consumidores norte-americanos. Em nota, a confederação cobrou dos EUA os justificativas técnicas e científicas que fundamentaram a decisão. "A CNA apoia as ações do ministro Blairo Maggi e do Ministério da Agricultura de Pecuária (Mapa) para o pronto restabelecimento do mercado americano e continuará trabalhando, junto com o pecuarista brasileiro, para aumentar a competitividade do setor e impedir a desestruturação da cadeia produtiva". Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @ar...

CARNE FRACA: EUA suspende importações de carne fresca do Brasil

Controle identificou problemas em 11% do produto embarcado, média nos outros países é de 1% de inconformidades Desde março, quando eclodiu a operação Carne Fraca que apontou indícios de irregularidades em frigoríficos brasileiros, o Serviço de Inspeção e Segurança de Alimentos dos Estados Unidos encontrou problemas em 11% do produto nacional. A média de os outros países é de 1% de inconformidades. Desde o aumento da inspeção, foi recusada a entrada de 106 lotes de produtos bovinos brasileiros, devido a problemas de saúde pública, condições sanitárias e problemas de saúde animal. Esta constatação levou o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, a anunciar na quinta-feira (22) a suspensão de todas as importações de carne fresca do Brasil. Em comunicado, Perdue informou que a suspensão dos embarques permanecerá em vigor até que o Ministério da Agricultura brasileiro tome medidas corretivas que o Departamento de Agricultura americano considere satisfatórias. Confi...

BRASKEM: Petroquímica prepara construção de fábrica nos EUA

Petroquímica investirá US$ 675 milhões para ampliar participação no suprimento de polipropileno nos Estados Unidos  O Conselho de Administração da Braskem, aprovou a construção de uma nova unidade de produção de polipropileno (PP) na cidade de La Porte, no estado  do Texas (EUA). O investimento, de  US$ 675 milhões, se junta as outras cinco plantas desta resina termoplástica nos EUA. A previsão é que a construção da nova planta em La Porte comece neste ano e seja concluída no primeiro trimestre de 2020. “A nova unidade petroquímica de nível mundial adicionará capacidade de produção substancial na região e nos ajudará a atender à crescente demanda dos nossos clientes, reafirmando o nosso posicionamento como o maior produtor de polipropileno das Américas e o terceiro maior desta resina no mundo”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. A nova fábrica da Braskem terá capacidade de produção de 450 mil toneladas de polipropileno por ano. A...