MACROECONOMIA: Exportação e reservas seguram queda do risco país, dizem especialistas
No indicador criado pelo banco JP Morgan, o Brasil tem 244 pontos, o que equivale ao pagamento de juros 2,44 pontos acima do cobrado de papeis dos EUA, tidos como os mais seguros Mesmo com os rebaixamentos na nota de rating brasileira, o risco país continua em níveis próximos aos de quando o país ainda tinha grau de investimento (garantia de que não corre risco de dar calote na dívida pública). Segundo especialistas ouvidos pela Agência Braisl, as elevadas reservas internacionais e o bom desempenho das exportações têm ajudado a manter o índice em níveis baixos. Atualmente, as agências S&P e Fitch classificam o Brasil três níveis abaixo do grau de investimento. O risco país foi criado pelo banco de investimentos JPMorgan, em 1992. No caso brasileiro, encerrou 2017 em 240 pontos. Na última quarta-feira (18), segundo dados mais recentes, estava em 244 pontos. Pelo indicador, os títulos públicos brasileiros em circulação no exterior tinham juros 2,44 pontos percentuais ...