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PNAD CONTÍNUA: Desocupação fica em 11,7% e subutilização 24,1%

Cenário de leve queda no desemprego durante o trimestre encerrado em outubro foi divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira A taxa de desocupação (11,7%) no trimestre móvel encerrado em outubro de 2018 variou -0,6 ponto percentual em relação ao trimestre maio a julho de 2018 (12,3%). O relatório foi divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira (29). Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2017 (12,2%), houve queda de -0,5 ponto percentual. A população ocupada (92,9 milhões) aumentou 1,4% (mais 1,2 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de maio a julho de 2018 e 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2017. A taxa de subutilização da força de trabalho (24,1%) no trimestre de agosto a outubro de 2018 variou -0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (24,5%). No confronto com o mesmo trimestre de 2017 (23,8%), o quadro foi de estabilidade. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao

TRABALHO: Desemprego recua, mas abrange 12,7 milhões de desocupados

Segundo PNAD divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira, país abriga ainda 4,8 milhões de desalentados O Brasil tem 12,7 milhões de pessoas desocupadas. Este é o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), relativa ao trimestre de junho a agosto deste ano. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28), pelo IBGE, a taxa de desocupação, que mostra o índice de desemprego no país, no período foi de 12,1%. Os números indicam uma queda de 0,6% em relação ao trimestre anterior: 12,7%. A PNAD Contínua considera desempregada a pessoa que está sem trabalho, mas que tenha procurado emprego no período de até 30 dias antes da pesquisa. O contingente da população ativa de pessoas desalentadas (4,8 milhões) no trimestre de junho a agosto de 2018 subiu em relação ao trimestre anterior (4,720 milhões). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (4,2 milhões), houve alta (3,9%).

TRABALHO: Subutilização sobe para 24,7%

São 27,7 milhões nesta situação. A Bahia é o estado onde o problema é maior (40,5%) No primeiro trimestre de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho  subiu para 24,7%. O percentual corresponde a  27,7 milhões de pessoas questão ou desocupadas, os subocupadas por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial. Essa é a maior taxa de subutilização na série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012, segundo o IBGE.Bahia (40,5%), Piauí (39,7%), Alagoas (38,2%) e Maranhão (37,4%) apresentaram as maiores taxas de subutilização. A desocupação do primeiro trimestre de 2018 no Brasil ficou em 13,1%. Em relação ao 4º trimestre de 2017, a taxa de desocupação subiu em todas as regiões: Norte (de 11,3% para 12,7%), Nordeste (de 13,8% para 15,9%, as maiores entre as cinco regiões), Sudeste (de 12,6% para 13,8%), Sul (de 7,7% para 8,4%) e Centro-Oeste (de 9,4% para 10,5%). Na comparação anual, a taxa recuou em todas as regiões. O contingente de desalentados, no...

PNAD CONTÚNIA: Subutilização da força de trabalho atingiu 23,8% em 2017

Bahia ficou com a segunda maior taxa (37,7%) no quarto trimestre. Primeiro (MA), terceiro e quarto colocados também  saíram da região A taxa média de subutilização da mão-de-obra brasileira alcançou 23,8% em 2017, em torno do dobro da taxa de desocupação,(11,8%).No 4º trimestre de 2017, a taxa de subutilização da força de trabalho (que agrega os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e os que fazem parte da força de trabalho potencial) ficou em 23,6%, o que representa 26,4 milhões de pessoas. No 3º trimestre de 2017, para Brasil, essa taxa foi de 23,9% e, no 4º trimestre de 2016, de 22,2%. Os números são da Pnad Contínua Tri, os dados consolidados por trimestre da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio, feita pelo IBGE, que divulgou os relatórios nesta sexta-feira (23).Entre os estados, no 4º trimestre de 2017, o Piauí (40,7%), a Bahia (37,7%), Alagoas (36,5%) e Maranhão (35,8%) tiveram as maiores taxas de subutilização da força de trabalho. O problema ...