Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Ilan Goldfajn

COPOM: Mercado projeta Selic em 6,5% neste ano

no encontro inaugural da gestão Jair Bolsonaro, os diretores da autoridade monetária tendem a manter os juros básicos em 6,5% ao ano Os principais analistas do mercado financeiro deixaram de projetar aumento na taxa básica de juros. No boletim divulgado nesta segunda-feira (4), a projeção  caiu de 7% para 6,5% ao ano, atual patamar da Selic. Editada pelo Banco Central e com base nas instituições financeiras mais atuantes, a publicação sai um dia antes da primeira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Assim, no encontro inaugural da gestão Jair Bolsonaro, os diretores da autoridade monetária tendem a manter os juros básicos em 6,5% ao ano em anúncio nesta quarta-feira (4). Esta pode ser também a última reunião dirigida por Ilan Goldfajn. O presidente do BC deixará o cargo assim que o Senado sabatinar Roberto Campos Neto, indicado ao posto pelo atual presidente da república. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @ar...

BANCO CENTRAL: Ilan Goldfajn defende reformas

Em fase final de mandato no banco, executivo apoiou também a autonomia política da autoridade monetária Em fase final de mandato, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn defendeu a necessidade de reformas econômicas e a autonomia da autoridade monetária. Embora seu nome tenha sido ventilado pelo atual governo, Goldfajn optou por sair do BC, onde deverá ser substituído por Roberto Campos Neto, assim que o indicado for sabatinado pelo Senado. “O Brasil precisa continuar no caminho de ajustes e reformas, especialmente a reforma da previdência”, afirmou o atual presidente, em uma apresentação na filial paulista da escola de negócios Wharton School (Universidade da Pensilvânia). Goldfajn defendeu a autonomia do Banco Central, a abertura da economia e as mudanças realizadas na Taxa de Longo Prazo (TLP), utilizada pelo BNDES para empréstimos a empresas.Com esses cenários, Goldfajn prevê que o Produto Interno Bruto brasileiro deve crescer 2,4% em 2019. A autonomia também é defendida...

POLÍTICA: Autonomia ao BC pode ser votada este ano

Medida, junto com reforma da Previdência, é um dos sinais que  futuro ministro da Economia quer dá ao mercado Futuro ministro da Economia, Paulo Guedes espera enviar ao mercado dois sinais que podem elevar a confiança no futuro econômico brasileiro. Se a reforma da Previdência enfrenta imbróglio, a autonomia do Banco Central tem chances reais de sair. O mandato fixo não coincidente com a presidência da república está previsto no Projeto de Lei 32/03. O texto para a votação foi apresentado nesta quarta-feira (7) pelo relator, deputado Celso Maldaner (MDB-SC), na reunião de líderes com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O presidente do BC, Ilan Goldfajn, também participou do encontro. Defensor da  independência da autoridade monetária, o executivo pode continuar à frente do BC no governo do presidente eleito, Jair Bolsonora. A aprovação desta matéria intensificaria as negociações. Maldaner argumenta justamente o fato da proposta interessar tanto ao atual executivo com...

INFLAÇÃO: Crescem riscos, reconhece presidente do BC

Frustração em razão da não aprovação das reformas e cenário dos EUA. Goldfajn avisa que juros podem voltar a subir A taxa básica de juros (Selic), segundo o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. A avaliação foi feita nesta quinta-feira (27), durante apresentação do Relatório de Inflação. “Temos compromisso com inflação na meta e, portanto, alertamos que esse estímulo [Selic no menor nível histórico, 6,5% ao ano] começará ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e seu balanço de riscos apresentem piora”, afirmou. Segundo Goldfajn, há dois riscos crescentes para a inflação considerados relevantes para o BC. “Temos dois riscos que estão crescendo. Um deles é o risco de frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas [como a da Previdência] e ajustes na economia brasileira e o outro é o cenário internacional mais incerto, especialmente para economias emergentes”, disse. O risco para as...

DÓLAR: BC quer intensificar oferta de swaps

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao Na sessão de hoje, a moeda norte-americana fechou em alta - cotada em R$ 3,7267, com aumento de 0,54% para venda O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, voltou a defender nesta segunda-feira (11) o uso de swaps cambiais (venda futura de dólares), em coordenação com o Tesouro Nacional (TN), para dar liquidez ao mercado de juros. Na sessão de hoje, a moeda norte-americana fechou em alta - cotada em R$ 3,7267, com aumento de 0,54% para venda. Diante disto, o BC adotou uma ação surpresa no mercado cambial, anunciando a oferta integral de US$ 2,5 bilhões em swaps cambiais (venda futura da moeda norte-americana), equivalente a 50 mil novos contratos. Com a ação de hoje, a oferta de novos swaps chega a US$ 13,116 bilhões. “Estamos usando swaps cambiais e podemos ir além dos valores máximos utilizados no passado [US$ 115 bilhões]. Vamos intensificar seu uso no curto prazo”, declarou du...

CALMARIA: Dólar cai para R$ 3,74 após ação do BC

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao moeda abriu esta sexta-feira (8) cotada a R$ 3,80, queda de 2,5% em relação à quinta - R$ 3,92, o que levou o BC a intervir A ação do Banco Central conseguiu conter a escalada do dólar.Por volta das 13h, o dólar comercial estava cotado para venda a R$ 3,7455, registrando forte queda de 4,59%. A moeda abriu esta sexta-feira (8) cotada a R$ 3,80, queda de 2,5% diante do cenário de ontem, quando fechou próximo de R$ 3,92. Na quinta-feira, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, anunciu a oferta de US$ 20 bilhões em swaps cambiais.

BANCO CENTRAL: Goldfajn descarta regulação maior em startups financeiras

Presidente da autoridade monetária ver as fintechs como “um mercado extremamente vivo” e pretender regular apenas quando "o sistema nos pede para fazer" O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, disse nesta sexta-feira (13) que as fintechs (startups do setor financeiro) terão regulação moderada da autoridade bancária. Ele informou que o assunto será debatido em audiência pública neste mês. O presidente da autoridade monetária avalia o  número de fintechs entrando no sistema como “um mercado extremamente vivo”. “Não pretendemos regular em demasia, apenas regular no momento em que o sistema nos pede para fazer isso”, disse Goldfajn, que participou, em São Paulo, da conferência Risco Moral x Risco Sistêmico: O Desafio da Garantia de Depósitos, promovida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O presidente do Banco Central destacou que as inovações permitem maior competição no sistema, além do surgimento de soluções adequadas às demandas atuais dos clientes e de ...

BC: Servidora de carreira é cotada para diretoria

Indicada para ser diretora de Administração, Carolina de Assis Barros será submetida a sabatina do Senado O nome da servidora de carreira do Banco Central,  Carolina de Assis Barros,foi indicada ao Senado para a diretoria de Administração da autoridade monetária. O despacho do presidente Michel Temer está publicado na edição desta segunda-feira (2) do Diário Oficial da União.  Carolina Barros, que já exerceu as funções de secretária-executiva do Banco Central e chefe de gabinete da Diretoria de Administração e ocupa desde 2012 o cargo de chefe do Departamento de Comunicação.O atual titular da área de Administração, Maurício Moura, assumirá a Diretoria de Relacionamento Institucional e Cidadania. A última vez que o BC teve uma mulher na diretoria foi de janeiro de 2008 ao início de 2010, quando Celina Berardinelli foi diretora de Assuntos Internacionais.Segundo o Banco Central, a pedido, o diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania, Isaac Sidney, deixará o cargo...

RESPOSTA À OCDE: Brasil faz ajustes, afirmam ministro e presidente do BC

Governo brasileiro sustenta vem adotando, nos últimos anos, ações para a “plena adesão” do país à organização multipaíses A renda per capita no Brasil é bem inferior à média dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas o governo tem feito ajustes para reduzir essa diferença. A afirmação é do presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, durante o lançamento de relatório econômico do Brasil feito pela organização Para a OCDE, a sustentação da recuperação econômica do Brasil “exigirá esforços adicionais para controlar os gastos públicos, aumentar o comércio internacional e o investimento e focar mais os gastos sociais nos mais necessitados”. “Nossa renda per capita ainda é bem inferior à média dos países membros da OCDE, mas os ajustes e reformas que o atual governo vem promovendo visam a colocar o país em um caminho que permita reduzir esse distanciamento”, disse Goldfajn.O presidente ressaltou que o governo brasileiro vem adotando,...

CRIPTOMOEDAS: Presidente do BC vê moedas virtuais como "bolha" ou "pirâmide"

De acordo com a agência EFE, um bitcoin estava cotado a US$ 11.186,29  poucas horas depois de ter superado a barreira de US$ 10 mil. O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, alertou para o risco de bolha no mercado devido as criptomoedas, como a bitcoin. A seu ver, essas moedas têm atualmente duas funcionalidades. Uma delas é comprar para vender na frente com a alta.“É uma bolha, uma pirâmide”, disse. A outra “funcionalidade” é usar como instrumento de atividade ilícita. “Usar as moedas virtuais não isenta da pena, da punição”, alertou. De acordo com o BC, as moedas virtuais podem também não ter a garantia de conversão para moedas soberanas, como, por exemplo, a libra esterlina, e “tampouco são lastreadas em ativo real de qualquer espécie, ficando todo o risco com os detentores”. “Seu valor decorre exclusivamente da confiança conferida pelos indivíduos ao seu emissor”, diz o comunicado. Bitcoin A cotação da moeda virtual bitcoin superou no dia 29 de novembro, pela prim...

AUTORIDADE MONETÁRIA: Novos diretores de Fiscalização e Administração assumem cargos

Paulo Sérgio Souza avalia arcabouço regulatório como sólido e Maurício Moura defende reformas e ajustes que coloquem contas públicas em ordem Os servidores de carreira do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e Mauricio Costa de Moura tomaram posse como diretores das áreas de Fiscalização e de Administração do BC, respectivamente. Isaac Sidney Ferreira, presidente em exercício da instituição, deu posse aos novos diretores. O presidente da autoridade monetária, Ilan Goldfajn, está nos Estados Unidos, acompanhando o presidente da República, Michel Temer. Paulo Sérgio ocupava, até então, a chefia do Departamento de Supervisão Bancária (Desup). Mauricio Moura atuava como chefe de gabinete da presidência. "Nesses últimos dois anos, o sistema financeiro brasileiro foi capaz de absorver adversidades e evitar que a recessão registrada desembocasse numa crise bancária", defendeu o novo diretor de Fiscalização, quando sabatinado pelo Senado. "Ele tem funcionado como um ...