POLÍTICA: Autonomia ao BC pode ser votada este ano
Medida, junto com reforma da Previdência, é um dos sinais que futuro ministro da Economia quer dá ao mercado
Futuro ministro da Economia, Paulo Guedes espera enviar ao mercado dois sinais que podem elevar a confiança no futuro econômico brasileiro. Se a reforma da Previdência enfrenta imbróglio, a autonomia do Banco Central tem chances reais de sair.
O mandato fixo não coincidente com a presidência da república está previsto no Projeto de Lei 32/03. O texto para a votação foi apresentado nesta quarta-feira (7) pelo relator, deputado Celso Maldaner (MDB-SC), na reunião de líderes com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
O presidente do BC, Ilan Goldfajn, também participou do encontro. Defensor da independência da autoridade monetária, o executivo pode continuar à frente do BC no governo do presidente eleito, Jair Bolsonora. A aprovação desta matéria intensificaria as negociações.
Maldaner argumenta justamente o fato da proposta interessar tanto ao atual executivo como para a próxima gestão. “Vamos fazer o trabalho político. Apresentamos os projetos para colher sugestões e ver se conseguimos os votos necessários”, explicou.
De acordo com o líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o tema avançou, mas nada ficou acertado, nem em relação ao mérito da proposta nem em relação à tramitação do texto na Casa. “A maioria dos líderes se manifestou favorável para se avançar, outros colocaram sua posição contrária”, destacou o líder.
A oposição é contrária ao projeto. Segundo o líder do bloco, deputado José Guimarães (PT-CE), a discussão ser importante, o País não pode votar um projeto dessa natureza no fim da atual legislatura.
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Futuro ministro da Economia, Paulo Guedes espera enviar ao mercado dois sinais que podem elevar a confiança no futuro econômico brasileiro. Se a reforma da Previdência enfrenta imbróglio, a autonomia do Banco Central tem chances reais de sair.
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Maldaner argumenta justamente o fato da proposta interessar tanto ao atual executivo como para a próxima gestão. “Vamos fazer o trabalho político. Apresentamos os projetos para colher sugestões e ver se conseguimos os votos necessários”, explicou.
De acordo com o líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o tema avançou, mas nada ficou acertado, nem em relação ao mérito da proposta nem em relação à tramitação do texto na Casa. “A maioria dos líderes se manifestou favorável para se avançar, outros colocaram sua posição contrária”, destacou o líder.
A oposição é contrária ao projeto. Segundo o líder do bloco, deputado José Guimarães (PT-CE), a discussão ser importante, o País não pode votar um projeto dessa natureza no fim da atual legislatura.
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