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Mostrando postagens com o rótulo greve dos caminhoneiros

COMÉRCIO: CNC revisa expectativa de crescimento do PIB para 1,4%

Entidade viu melhoria impactada pelo nível do emprego, mas pondera base comparativa fraca, sobretudo devido à greve dos caminhoneiros Com  base no crescimento do PIB divulgado nesta sexta-feira (30) pelo IBGE - 0,8% no terceiro trimestre, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de +1,3% para +1,4% sua expectativa em relação ao crescimento da economia em 2018. Para o próximo ano, a entidade espera uma expansão de 2,7% do PIB. Para o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes, apesar do avanço do PIB pelo sétimo trimestre consecutivo, ainda não é possível assegurar uma recuperação econômica, pois a base de comparação dos trimestres anteriores. A situação se agrava quando a base comparativa é o segundo trimestre deste ano, impactado pela greve dos caminhoneiros.  “A despeito da construção de uma agenda liberal para a economia no próximo ano, ainda é cedo para se afirmar que o aumento da confiança no setor produtivo, fortemente a...

CNI: Indústria recupera parte das perdas com greve nas estradas

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Faturamento cresceu 26,4% em junho,mas emprego, massa real de salários e rendimento médio dos trabalhadores continuam encolhendo O faturamento real da indústria aumentou 26,4% em junho na comparação com maio, na série livre de influências sazonais. Neste item, incluído nos Indicadres Industriais divulgados nesta quarta-feira (1º), recupera com folga a queda de 16,7% de maio. Porém, segundo a avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicadores de emprego, massa real de salários e rendimento médio dos trabalhadores continuam encolhendo. “O forte crescimento do faturamento deve ser analisado com cautela. Esse resultado excepcional é explicado pelo fim do represamento de embarques”, ressalta a entidade, no relatório da pesquisa. Ao se comparar o faturamento acumulado no segundo trimestre com o do primeiro trimestre de 2018, registra-se queda de 2,7%”. Na verdade, a indústria fatu...

ATIVIDADE ECONÔMICA: Comércio volta a crescer após greve

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Em junho, mês subsequente à parada nas estradas, setor cresceu 1%. Acumulado do semestre ficou em 3,1% Com expansão de 1%, o mês de junho marcou a retomada do comércio após as turbulências associadas à greve dos caminhoneiros no final de maio. A alta foi de 1%. O Indicador de Movimento do Comércio, da Boa Vista SCPC, foi divulgado nesta sexta-feira (20). No acumulado do semestre, o varejo avançou 3,1%  No acumulado em 12 meses, o indicador avançou 4,5%. "Ocorreu evolução no semestre, mas em ritmo menor do que esperado, devido ao baixo desempenho da economia e mercado de trabalho fragilizado", destacou a entidade, em nota. Na análise mensal, o setor de Móveis e Eletrodoméstico apresentou aumento de 2% em junho, descontados os efeitos sazonais.  A categoria de Tecidos, Vestuários e Calçados cresceu 1,3% no mês, expurgados os efeitos sazonais.

FGV IBRE: Máquinas e veículos foram os setores mais atingidos por greve

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Segundo levantamento, empresários do Comércio (90,5%) e da Indústria (89,5%)  relataram perdas com os 11 dias de estradas paradas Levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) apontou que os setores mais impactados em maio pela paralisação foram o Comércio (90,5%) e a Indústria (89,5%), seguidos por Serviços (66%) e Construção (64%). A pesquisa especial das sondagens ouviu empresários e consumidores, que responderam se foram atingidos pelos 11 dias parados e revelaram suas expectativas para o futuro. Analisando cada setor, a freada maior foi em máquinas e equipamentos, veículos automotores, reboques e carrocerias e outros equipamentos de transporte (100%), da Indústria. No Comércio, o segmento de veículos, motos e peças (94,1%) foi o que mais sofreu. Serviços de transportes (90,4%) e serviços prestados às famílias (82,5%) foram os destaques nega...

CARNES: Exportação de suínos cai 18,9% no semestre

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao   Impactos cruzados de embargos e da greve de caminhoneiros dificultaram vendas ao exterior, informaram Associação de Brasileira de Proteção Animal   As exportações de carne suína do Brasil no primeiro semestre de 2018 totalizaram 278,3 mil toneladas. Houve  queda de 18,9% no período ante as 343,3 mil toneladas de igual intervalo do ano passado, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta segunda-feira (16). Em receita, as vendas do setor acumularam US$ 567,2 milhões no primeiro semestre, ante US$ 814,7 milhões entre janeiro e junho de 2017. "Os bloqueios nas estradas ocorridos nos 10 últimos dias de maio ampliaram os impactos registrados pelo setor com o embargo imposto pela Rússia desde dezembro de 2017, o que fica explícito quando comparamos os desempenhos de maio e junho", disse o presidente da ABPA, Francisco Turra. (Do G1, adaptado)

BRASIL: Atividade econômica recua 3,34% em maio

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Tombo foi verificado pelo IBC-Br, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira (16) A atividade econômica recuou em maio 3,34%. O tombo foi identificado pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Divulgado nesta segunda-feira (16), o dado dessazonalizado se refere à comparação com abril. O recuo veio após crescimento de 0,5%, em abril comparado a março, de acordo com dados revisados.Em maio, o país foi afetado pela crise de desabastecimento gerada pela greve dos caminhoneiros no final do mês. Na comparação com o mesmo mês de 2017 (sem ajuste para o período), houve queda de 2,9%. No ano, foi registrado crescimento de 0,73%. Em 12 meses, a expansão chegou a 1,13%. (com informações da Abr).

COMÉRCIO: Confiança do empresário baiano cai 6,6%

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Segundo a Fecomércio-BA, junho registrou a primeira piora do ano. A nível nacional, indicador teve baixa de 3,5% Com queda de 6,6% em relação ao mês de maio, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) apresentou o seu primeiro resultado negativo do ano. Segundo o levantamento, as perspectivas de investimento nas empresas foi o subíndice mais afetado, com avaliação negativa de -2,5%. O Icec é apurado pela Confederação Nacional do Comercio (CNC) e, regionalmente, pela Fecomércio-BA. Na Bahia,  o empresário também recuou no quesito intenção de contratação (-0,8%). A nível nacional, o Icec recuou 3,5% no período “Inevitavelmente, as paralisações de maio afetaram de forma negativa a confiança dos empresários do comércio", afirmou o presidente da Fecomércio-BA, Carlos de Souza Andrade. "Esperamos que a situação no segundo semestre de 2018 seja mais favorável para a retomada...

VAREJO: Vendas caíram 0,6% no mês da greve

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Segundo balanço divulgado pelo IBGE, seis atividades registraram retração, uma subiu e outra teve estabilidade Em maio de 2018, o volume de vendas do comércio varejista nacional caiu 0,6% em maio frente a abril, na série com ajuste sazonal, praticamente descontando o avanço de 0,7% registrado no mês anterior. Com isso, a média móvel trimestral ficou em 0,4% e perde ritmo em relação ao resultado do trimestre encerrado em abril (0,6%). Este balanço, divulgado pelo IBGE, refere-se ao mês em que os caminhoneiros paralisaram as estradas por 11 dias. Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 2,7% em relação a maio de 2017. Foi a 14ª taxa positiva seguida. Com isso, o varejo acumulou alta de 3,2% no ano. O acumulado nos últimos 12 meses cresceu 3,7%, mantendo-se estável em relação a abril (3,7%). No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes...

IPCA: Acumulado de 12 meses alcança 4,39%

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Em junho, já era esperada uma variação alta devido à greve dos caminhoneiros, mas o 1,26% registrado surpreendeu  Com uma impressionante variação do IPCA em 1,26% em junho, a inflação oficial alcançou um acumulado de 12 meses em 4,39%. O número já fica bem próximo do centro da meta, de 4,25%. A escalada dos preços era esperada, como rescaldo da paralisação dos caminhoneiros, mas se esperava algo entre 1% e 1,1%. O IPCA de junho equivaleu a três vezeso de maio (0,4%). É a primeira vez desde janeiro de 2016 (1,27%) que o índice fica acima de 1,00%. O acumulado no ano (2,60%) ficou acima do registrado em igual período do ano passado (1,18%). Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas Vestuário (-0,16%) apresentou deflação em junho, enquanto os demais variaram entre 0,00% (Comunicação) e 2,48% (Habitação).

FENABRAVE: Entidade revisa projeção para 2018 no setor de veículos

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Para setor de distribuição, com novo cenário econômico, ano será encerrado com expansão de 9,8% e não mais 13% Ao divulgar o resultado do primeiro semestre, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) revisou a projeção ara este ano. O segmento espera fechar o ano com crescimento na venda de unidades 0 quilômetro, mas de 9,8% e não mais de 13% como estimava anteriormente. A Fenabrave argumentou, em nova, que o novo cenário brasileiro, afetado nao só pela greve dos caminhoneiros e pelo início da Copa de Mundo - que teve impacto no comércio menos robustos. A entidade avalia que neste ano serão emplacados 3,4 milhões de veículos. No primeiro semestre foram comercializados 1,69 milhões de unidades, contando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e implementos, motocicletas, tratores e colheitadeiras. A nova projeção da entidade para os segmentos de Auto...

BNDES: Criadores afetados por greve recebem crédito

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Recursos disponíveis no banco de fomento para avicultores e produtores de suínos  somam R$ 1,5 bilhão Os setores de aves e suínos que tiveram prejuízos com a greve dos caminhoneiros têm à disposição uma linha de capital de giro no valor de R$ 1,5 bilhão do BNDES. O crédito foi anunciado pelo presidente do banco de fomento,  Dyogo Oliveira. A nova linha prevê  60 meses para pagar, com carência de 24 meses. Os juros devem ficar em torno de 10% a 11% ao ano. “É uma taxa atrativa para uma linha de capital de giro com um prazo tão longo”, argumenta o executivo.A linha de crédito foi um dos temas tratados hoje (3) em reunião de Oliveira com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. Pequenos negócios Na reunião, Oliveira também falou sobre o programa de transformação estratégica do BNDES, que tem o objetivo de torná-lo um banco com mais recursos para pequenas e médias empr...

INDÚSTRIA QUÍMICA: Queda no faturamento com greve chega a 50%

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Segundo balanço da Abiquim, vendas internas e exportações  caíram em maio após protesto dos caminhoneiros A queda de faturamento na indústria química pode ter chegado a 50% em maio, segundo a Abiquim, associação que congrega o segmento.Em maio, o índice de vendas internas  recuou 17,54%, sobre o mês anterior, enquanto as exportações, em volume, foram reduzidas em 12,2%. Também pelas mesmas razões, o volume importado caiu 11,1%. No acumulado de janeiro a maio de 2018, o índice de produção  retraiu  5,54%, enquanto as vendas internas diminuiram 0,12%. O volume de importações baixou 20,2% e o volume das exportações caiu 29,8%. Com isso, o consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção mais importação menos exportação dos produtos químicos de uso industrial, recuou 8,7% de janeiro a maio, sobre igual período do ano passado.

EMPRESA: Confiança recua em junho e no trimestre

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao ICE chegou a 90,5 pontos mês passado. Indicador consolida cenário nos setores agropecuário, indústria, serviços e comércio O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) recuou 1,9 ponto em junho, para 90,5 pontos. Na média do segundo trimestre de 2018, também houve queda de 1,9 ponto em relação ao trimestre anterior. “ Parte do aumento do desânimo neste mês está relacionada aos desdobramentos econômicos e políticos da greve dos caminhoneiros do final de maio. Este efeito aparentemente temporário somou-se aos outros fatores que vinham provocando quedas da confiança” afirma Aloisio Campelo Jr., superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE. O pesquisador citou como outra influência para o declínio o ritmo lento da retomada do crescimento econômico. O ICE consolida a  confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo ...

ECONOMIA: Incerteza sobe 10,1 pontos em junho

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Greve dos caminhoneiros gerou pressão inflacionária, volatilidade no mercado de ações e dúvida sobre a retomada do crescimento, diz FGV O Indicador de Incerteza da Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 10,1 pontos de maio para junho deste ano, atingindo 125,1 pontos em uma escala de zero a 200.  O indicador  - que atingiu o maior nível desde janeiro de 2017 - completou quatro meses na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos). Segundo a FGV, a greve dos caminhoneiros gerou pressão inflacionária, aumento da volatilidade no mercado de ações, queda do então presidente da Petrobras, Pedro Parente, e “colocou em cheque a recuperação da economia”. O componente de mercado, baseado na volatilidade do mercado acionário, cresceu 10,3 pontos. Já o componente mídia, medido com base na frequência de notícias com menção à incerteza que saem na imprensa, subiu 4 pontos.

RITMO LENTO:Previsão do PIB do BC desaba 1 ponto

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao No primeiro Relatório de Inflação pós greve dos caminhoneiros - divulgado nesta quinta - estimativa caiu de 2,6% para 1,6% A previsão de crescimento da economia brasileira despencou 1 ponto no primeiro Relatório da Inflação pós greve dos caminhoneiros, divulgado nesta quinta-feira. Para o BC, o país crescerá este ano 1,6%, ante os 2,6% estimados na previsão passada. No mesmo documento, a autoridade monetária revisou a previsão da inflação de 3,8% para 4,2%. Caso este cenário se confirme, o IPCA ficará abaixo, mas próximo, do centro da meta (4,5%). Contingenciamento No começo do ano, o governo federal trabalhava em uma estimativa de expansão de quase 3%. No Relatório de Receitas e Despesas de maio, o Ministério do Planejamento reduziu o indicador para 2,5%. Este número pode voltar a cair em julho. Com isso, como o dado impacta na previsão de receitas e, por consequência, na autorização d...

INDÚSTRIA: Ociosidade da indústria sobe para 37% em maio

confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao A produção ficou em 41,6 pontos e o emprego registro 48,3 pts - 50 pts divide as avaliações de piora ou melhora em cada indicador  A produção do setor industrial caiu para 41,6 pontos em maio, ficando,  abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa as situações de aumento e de queda. Também houve recuo da utilização da capacidade instalada. A ociosidade subiu para 37% - alta de 4 pontos percentuais. Estes são alguns dados da Sondagem Industrial, divulgada nesta segunda-feira (25). O levantamento é da Confederação Nacional da Indústria, para quem os 11 dias da greve dos caminhoneiros impactaram o resultado.  O indicador de evolução dos estoques efetivos em relação ao planejado subiu para 53,3 pontos em maio. Variando entre zero a 100 pontos, esse indicador, quando fica acima de 50 pontos, mostra que os estoques estão acima do planejado. Outro índice que apresentou recuo ...

SEFAZ: Governo baiano perde R$ 260 milhões com greve dos caminhoneiros

confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Apesar da queda na receita, equilíbrio fiscal estadual foi mantido, afirmou o secretário da Fazenda, Manoel Vitório Com um investimento total de R$ 484,6 milhões (o segundo maior entre os estados brasileiros), o governo baiano manteve uma situação fiscal equilibrada no primeiro quadrimestre do ano. O relato foi feito pelo secretário da Fazenda, Manoel Vitório, em audiência na Assembléia Legislativa. O segundo quadrimestre, porém, reserva mais apertos. A Sefaz calcula uma perda para o governo baiano de R$ 260 milhões em razão da greve dos caminhoneiros.As perdas com a arrecadação própria chegaram a R$ 210 milhões, de acordo com a Secretaria da Fazenda. A este valor somam-se R$ 50 milhões a menos em repasses da União em 2018, devido à renúncia da Cide no diesel. “A economia já não vinha correspondendo às expectativas de que poderia tomar impulso em 2018, e os impactos da paralisação podem ma...

FRETE MÍNIMO: ANTT defende tabelamento

confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Em ofício ao STF, agência justifica medida e admite rever a medida. Cade ver risco de estímulo à formação de cartel A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) defendeu a legalidade de da tabela com valores mínimos frete. Em ofício ao Supremo Tribunal Federal, o órgão que criou o tabelamento afirma que ela visa apenas garantir a cobertura dos custos mínimos,  mas disse que a iniciativa pode ser revista. O órgão regulador destaca que as negociações ainda não estão encerradas e que a adoção do tabelamento pode ser “reavaliada”. Na semana passada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) alegou que o tabelamento afeta a concorrência e pode estimular a formação de carteis, também em ofício ao STF. Para os representantes da ANTT, o estabelecimento de um valor mínimo para o frete garante uma política de preços de mercado, levando em conta princípios constitucionais como o...

CADE: Tabelamento de frete pode levar à formação de cartel

confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao A fixação dos preços foi uma reivindicação dos caminhoneiros na greve. Já o conselho fez advertência em parecer enviado ao STF O tabelamento de frete limita a concorrência, prejudicando a sociedade e criando uma espécie de cartel no setor. Essa é a avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), externada em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a autarquia sustenta que medida Vinculado ao Ministério da Justiça, o Cade também argumenta que o tabelamento infringe a ordem econômica, já tendo sido condenado em outros segmentos, como a prestação de serviços médicos. A medida foi adotada pelo governo federal após a negociação com os caminhoneiros em greve durante 11 dias de maio. Na avaliação do órgão, ao estipular um custo padrão mínimo para todo o serviço de frete, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (Antt) desconsidera as especificidades do setor. Permi...

BALANÇO: Greve dos caminhoneiros custou R$ 15 bi para a economia

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao Estimativa do Ministério da Fazenda, divulgadas nesta terça-feira (12), corresponde a 0,2% do PIB Os 11 dias de greve dos caminhoneiros custarão R$ 15 bilhões para a economia. Estimativa  do Ministério da Fazenda foi divulgada nesta terça-feira (12). O valor corresponde a 0,2% do PIB. Por causa da paralisação, a previsão oficial de 2,5% de crescimento do PIB para este ano poderá ser revista para baixo. O número só será divulgado no fim de julho, ressaltou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. O ministro não informou o impacto que a greve dos caminhoneiros terá sobre a inflação A projeção é próxima do cálculo revelado pelo mercado no boletim Focus. Na última edição do boletim, os analistas de mercado estimavam que a economia crescerá apenas 1,94% em 2018. Na semana anterior a previsão era de 2,18% - 0,24% maior.