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Mostrando postagens com o rótulo Dyogo Oliveira

BNDES: Criadores afetados por greve recebem crédito

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Recursos disponíveis no banco de fomento para avicultores e produtores de suínos  somam R$ 1,5 bilhão Os setores de aves e suínos que tiveram prejuízos com a greve dos caminhoneiros têm à disposição uma linha de capital de giro no valor de R$ 1,5 bilhão do BNDES. O crédito foi anunciado pelo presidente do banco de fomento,  Dyogo Oliveira. A nova linha prevê  60 meses para pagar, com carência de 24 meses. Os juros devem ficar em torno de 10% a 11% ao ano. “É uma taxa atrativa para uma linha de capital de giro com um prazo tão longo”, argumenta o executivo.A linha de crédito foi um dos temas tratados hoje (3) em reunião de Oliveira com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. Pequenos negócios Na reunião, Oliveira também falou sobre o programa de transformação estratégica do BNDES, que tem o objetivo de torná-lo um banco com mais recursos para pequenas e médias empr...

TECNOLOGIA: Ministério e BNDES lançam chamada para Internet das Coisas

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao   Com valor mínimo de R$ 1 milhão, iniciativa enfoca soluções para as áreas de cidades inteligentes, saúde e ambiente rural O BNDES e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Comunicação lançaram nesta quinta-feira (14) uma chamada para a seleção de projetos-pilotos de Internet das Coisas (IoT). O objetivo  é selecionar iniciativas de integração e avaliação de soluções de IoT voltados para as áreas de cidades inteligentes, saúde e ambiente rural. As instituições tecnológicas públicas ou privadas sem fins lucrativos terão até 31 de agosto para submeter as propostas ao banco.  O valor mínimo do apoio do BNDES será de R$ 1 milhão, limitado a 50% do total de cada projeto. O presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, disse que a expectativa da instituição é de que a chamada para a seleção de projetos envolva investimentos de pelo menos R$ 40 milhões. “A IoT é a tecnologia que terá maior im...

EMPREENDEDORISMO: BNDES investirá em empresas iniciantes

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao Presidente do banco afirmou que instituição deve vender participações em empresas já consolidadades e fazer outros projetos se desenvolverem O BNDES dará sequência à política de venda de participações em empresas já consolidadas. A intenção é garantir recursos para investir em empreendimentos que estejam iniciando sua atuação empresarial, como explicou nesta segunda (11) o presidente da instituição Dyogo Oliveira. Durante evento no TCU, o executivo argurmento que a atuação da BNDES Participações (BNDESpar) é ampla, por ver nesse mercado “um dos mecanismos mais importantes” para o desenvolvimento do país. “Nosso papel é fazer com que empresas se desenvolvam e beneficiem o país”, acrescentou. "São negócios de risco que, com o tempo, acabam se revelando, principalmente quando se trata de empresas nascentes”. No mesmo evento, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves C...

MPES: BNDES anuncia nova política para fundos

Banco de fomento e Anbima vão investir em fundos fechados de infraestrutura e crédito Uma nova política de participação do banco em fundos de investimento de infraestrutura e de crédito para pequenas e médias empresas foi apresentada pelo  presidente do BNDES, Dyogo Oliveira. Junto com o presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Carlos Ambrósio, o executivo do banco de fomento Fórum de Investimentos Brasil, em São Paulo. O aporte em produtos de investimento tem orçamento inicial de R$ 6 bilhões.O objetivo, segundo o BNDES e a Anbima, é ampliar as alternativas para financiamento de projetos por meio do mercado de capitais, atraindo novos investidores. Para os fundos de infraestrutura, o orçamento inicial da BNDES Participações (BNDESPar) é de R$ 5 bilhões. Com essa nova política, o BNDES vai poder ser cotista de fundos fechados que invistam prioritariamente em debêntures ou em recebíveis relacionados a projetos de logísti...

SEMINÁRIO: BNDES se diz cheio de dinheiro para emprestar

Fiesp, por seu lado, divulga pesquisa e fala de dificuldade do setor produtivo para investir  “Estamos cheios de dinheiro e cheios de vontade de emprestar”, disse nesta sexta-feira (18) o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira. O executivo fez a abertura do seminário Desafios e Oportunidades do BNDES para o Crédito, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo.“Nossa economia está em estado grave, mas nós estamos pensando nas ações certas e numa postura de transparência e diálogo”, disse Oliveira. “Vamos entrar numa nova era. A era dos juros baixos”, completou.Para o presidente do BNDES, as empresas vivem hoje “um processo de desalavancagem” - o que significa redução da busca pelo crédito para financiar suas operações e investimentos. “Sabemos da necessidade de melhoria das condições de financiamento. Estamos fazendo a digitalização do banco, que vai ser mais ágil e mais flexível. Vamos ...

FINANCIAMENTO: BNDES planeja reduzir spread de risco

Banco vê chances maiores de recuperação de crédito, devido a inadimplência de 1% - metade dela proveniente do Rio de Janeiro O BNDES planeja  reduzir todas as taxas de spreads de risco, exceto para os entes públicos. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira (8) pelo presidente do banco de fomento, Dyogo Oliveira, em café da manhã com a imprensa. Segundo o executivo, a nova norma de Precificação de Risco de Crédito será aprovada na tarde de hoje (8), dentro da política de revisões periódicas na metodologia das taxas cobradas pelo banco, feita pelo menos uma vez por ano. Os spreads de risco fazem parte da estrutura de preços do BNDES visando cobrir a perda esperada com inadimplências. “Isso tudo é derivado da revisão das metodologias de análise de risco de crédito. A principal mudança é a incorporação da probabilidade de recuperação do crédito. O que a gente está vendo é uma queda geral da inadimplência no país”, argumentou. A inadimplência no BNDES hoje está em 2%, “sen...

ENERGIA: União não tem preferência para novo controlador da Eletropaulo

Italiana Enel e espanhola Iberdrola promovem disputa acirrada por ações da gigante paulista, mas devem receber a concorrência de uma chinesa de peso Em disputa pela italiana Enel e pela espanhola Iberdrola/Neoenergia, o controle acionário da AES Eletropaulo pode ter uma terceira concorrente: a chinesa CPFL. Em meio a esta disputada, o ex-ministro do Planejamento e atual presidente do BNDES, Dyogo Oliviera afirmou que a União não tem preferência nesta disputa. A brasileira Energisa lançou uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) voluntária de R$ 19,38 por ação. Porém, abaixo das ofertas da Enel e Iberdrola, que já superaram a casa de R$25 e encostam em R$ 30. O banco, por meio do BNDESPar, tem 18,73% da companhia e a própria União,  7,97% da companhia de eletricidade paulista. O outro principal acionista é a AES Brasil, com 16,84%. Quem ganhar essa disputa deve se tornar a maior empresa do setor no mercado brasileiro, que atualmente é a CPFL, novo player no negócio. Analis...

POLÍTICA: Novos ministros assumem cargos nesta terça

Fazenda, Indústria, Minas e Energia, Planejamento e Turismo são algumas das nove pastas sob novo comando Em razão do calendário eleitoral, nove ministros assumem os cargos nesta terça-feira em lugar daqueles que saíram do governo para participar do pleito de outubro. A solenidade conjunta acontece no Planalto, com a presença do presidente Michel Temer. Dyogo Oliveira, que deixou o Planejamento para assumir o BNDES, e Moreira Franco - ex-Secretaria Geral e agora Minas e Energia - saíram de um ministério mais continuam no governo. Tomam posse Eduardo Guardia (Fazenda), Rossieli Soares da Silva (Educação), Alberto Beltrame (Desenvolvimento Social), Marcos Jorge (Indústria, Comércio Exterior e Serviços), Esteves Colnago (Planejamento), Leandro Cruz Fróes da Silva (Esporte), Vinicius Lummertz (Turismo), Antônio de Pádua de Deus (Integração Nacional) e Moreira Franco (Minas e Energia). Não foi divulgado o nome do sucessor na Secretaria Geral, setor que cuida do programa de concessões P...

BNDES: Novo presidente defende reinvenção do banco

"Na era do juro baixo, o BNDES será diferente. Não será nem maior, nem menor. Será diferente, será mais importante", disse Dyogo Oliveira Ao tomar posse nesta segunda-feira (9), o novo presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, destacou os resultados obtidos com as reformas econômicas promovidas pelo governo. Ex-ministro do Planejamento, o gestor disse que é preciso reinventar o BNDES, dando mais corpo e velocidade às mudanças feitas últimas duas gestões.O BNDES tratará quem bate à sua porta, não como beneficiário, e sim como cliente, que "merece ser recebido e atendido com rapidez e eficiência", acrescentou. Dyogo Oliveira defendeu a atuação do banco em áreas em que não há recursos de financiamento disponíveis e ressaltou que a instituição deve atuar, não como um competidor no mercado, mas um parceiro. "Na era do juro baixo, o BNDES será diferente. Não será nem maior, nem menor. Será diferente, será mais importante", disse ele, que também defendeu a proativ...

MINISTÉRIO: Dyogo Oliveira deve assumir o BNDES

Dança das cadeiras para período eleitoral envolve ainda Fazenda,  Planejamento e Transportes, além da Caixa Econômica Federal O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, irá deixar o cargo para assumir a presidência do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A mudança está relacionada com a saída do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente do banco, Paulo Rabello de Castro, ambos se desincompatibilizaram com os cargos visando disputar as eleições para presidente da República. Para a Fazenda, Eduardo Guardia deve ficar com o posto. Mansueto Almeida era o favorito para o Planejamento,também indicado por Meirelles. Mas o escolhido foi Esteves Colnago, atual secretário-executivo da Pasta. Mas as mudanças não param por ai  nas áreas federais de interesse econômico.Para o lugar do ministro da Saúde, Ricardo Barros; o presidente Michel Temer deve indicar o presidente da Caixa Econômica, Gilberto Occhi. Assim como Barros, o ministro dos Tran...

PIB: Alta de 1% em 2017 faz analistas apostarem em 2018 melhor

Comércio, por exemplo, repôs 1,8 ponto dos 13,8 pontos perdidos nos dois anos de recessão. Confederação projeta alta de 2,8% agora O aumento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 mostra a retomada do crescimento da economia do país, segundo especialistas. Em relação ao comércio, o chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fábio Bentes, avalia que a alta de 1,8% do setor no ano anterior aponta para o início da recuperação dos prejuízos com a crise. “Se olhar pela ótica do PIB, em 2015 e 2016, a riqueza do PIB do comércio encolheu 13,8%. Agora, a gente repôs 1,8%”. O economista da confederação concorda que a taxa de investimentos menor em 2017 preocupa. “Se a gente continuar tendo mais consumo e menos investimento, o que vai sair daí é uma inflação maior e, aí, a gente é obrigado a abortar não só o crescimento, como abortar o próprio crescimento do consumo”. Para este ano, a CNC trabalha com a perspectiva de expansão do...

QUESTÃO FISCAL: Além de bloquear, governo vai remanejar verbas do orçamento

Projeto de lei com novas destinações de R$ 7,5 bi foi anunciado pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira Ao lado do contingenciamento de R$ 16,2 bilhões, o  o governo enviará projeto ao Congresso Nacional para alterar a destinação prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) de um montante de R$ 7,5 bi. Os recursos serão direcionados para o auxílio de municípios (R$ 2 bi); ao Fundo de Garantia à Exportação do  BNDES (R$ 1,5 bi); para a Defesa Civil (R$ 1 bi); para a saúde (R$ 2 bi) - e mais 1 bilhão para outras fontes. Em coletiva à imprensa, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que diferentemente de um contingenciamento tradicional, em que as despesas são bloqueadas até que a previsão de arrecadação se confirme, os R$ 16,2 bilhões irão para uma reserva dentro do Orçamento. As verbas de cada órgão do Poder Executivo serão reduzidas de forma linear, com o mesmo corte percentual para cada órgão.  Os demais poderes - Legislativo, Judiciário e Ministé...

ORÇAMENTO: União divulga programação orçamentária

Extraoficialmente, há a perspectiva de um contingenciamento de R$ 20  bilhões. Ministro do Planejamento concede entrevista no final da manha Adriano Villela Com dificuldades para fechar limites como a regra de ouro (que impede endividamento para financiar despesas de custeio) e o teto dos gastos (total executado não pode ultrapassar o limite de 2017 mas o IPCA até junho/17), o governo federal deve divulgar o primeiro contingenciamento do ano nesta sexta-feira (2). Extraoficialmente, o corte deve girar em torno de R$ 20 bilhões. Desta vez, o problema não é nem a meta fiscal, que autoriza um déficit de R$ 159 bilhões.No ano passado, esse mesmo limite foi cumprido com boa folga de R$ 25 bilhões. Um nó são as receitas extraordinárias, como a da venda do controle da Eletrobrás e da participação em distribuidoras de energia estaduais. Uma possibilidade especulada é o governo fazer dois tipos de bloqueio. Um montante - cerca de R$ 12 bilhões - seriam liberados caso as receitas ex...

ORÇAMENTO: Planejamento comunica corte de custeio no governo federal

Despesas desta área totalizaram R$ 35,88 bi em 2017 - recuo de 1,1% em termos reais, mas com aumento nominal de 2% As despesas de custeio administrativo do governo federal totalizaram R$ 35,88 bilhões em 2017, segundo informou nesta quinta-feira (1º) o Ministério do Planejamento. As despesas de 2017 recuaram 1,1% em termos reais em relação ao ano anterior. Por outro lado, houve um aumento nominal de 2% na comparação com 2016.Os dados estão na 11ª edição do Boletim de Despesas de Custeio Administrativo de 2017, divulgado nesta quinta-feira, 1º, pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP). “O resultado de 2017 é satisfatório”, comentou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. “Demonstra a estabilização dos gastos após anos seguidos de queda e demonstra que o governo está comprometido com o controle das despesas de funcionamento. De modo que sobrem recursos para as despesas mais finalísticas, que beneficiam mais a população”, completou.  O ministério alega qu...

AÇO: Camex rejeita medidas protetivas na importação da China e Rússia

Por enquanto, país vai investigar cinco empresas suspeitas de reduzir preços artificialmente visando restringir atuação de concorrentes brasileiros A Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu nesta quinta-feira (18) não aplicar medidas de proteção contra laminados de aço vendidos por empresas da China e da Rússia ao Brasil. A decisão favorável visaria coibir a prática de dumping, em que empresas vendem produtos com um preço abaixo do valor do mercado tendo assim vantagens sobre os produtos nacionais. Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, a Camex decidiu, por enquanto, investigar a atuação de cinco empresas suspeitas de praticar preços artificialmente reduzidos, o que é proibido pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A taxação dos produtos importados desses países fica suspensa por um ano, mas pode ser revista a qualquer momento, completou o ministro. “Esse mercado ficará, portanto, sendo observado. Havendo a volta da prática dessas ações desleais de comérci...

REGRA DE OURO: Governo desiste de flexibilização para este ano

Situação deste ano está em tese equacionada - depende de recursos do BNDES -, mas governo vê rombo de 2019 em diante O governo desistiu de modificar a trava que limita o endividamento público. De acordo com os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, somente após a conclusão da votação da reforma da Previdência, o Executivo retomará as discussões em torno do Regra de Ouro (impede o endividamento em valor maior do que a quantia aplicada em investimento), mas está descartada a possibilidade de suspensão ou flexibilização das exigências este ano. “A situação para 2018 está equacionada. Existem sim, discussões e preocupações com os anos futuros. O que achamos é que essa não é discussão adequada para este momento. O assunto surgiu, à medida que existe proposta parlamentar sobre isso. A prioridade agora é resolver a situação fiscal do país, com reforma da Previdência”, durante a coletiva. Segundo  Oliveira, a manutenção da regra de ouro foi deci...

ROMBO FISCAL: Governo poderá desbloquear mais recursos ainda este ano

Ministro do Planejamento nega que liberação tenha relação com reforma da previdência, mas é certo que governo quer votar matéria na próxima semana e ainda não tem votos suficientes O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, disse nesta terça-feira (12)  que há a possibilidade de a União liberar mais recursos ainda neste ano. No mês passado, o ministro anunciou o desbloqueio de R$ 7,5 bilhões do Orçamento para ministérios e órgãos públicos. Segundo o Planejamento, a liberação dos recursos foi possível, porque houve um aumento das receitas e queda das despesas conforme o relatório do 5º bimestre deste ano, além da manutenção da meta de R$ 159 bilhões de déficit. Com o desbloqueio do mês passado, ainda segue contingenciado um valor próximo a R$ 25 bilhões.  “Muitos órgãos estão com recursos muito baixos para atender seus compromissos”, disse o ministro.“Temos uma sistemática legal prevista de revisões periódicas de receita e despesa. Ainda não...

AJUSTE FISCAL: Governo federal edita MPs para ampliar receitas

Medidas provisórias tamparão novo rombo. Planejamento mudou orçamento de 2018, que passa a prever mais R$ 44,5 bi em despesas Duas medidas provisórias foram assinadas nesta segunda-feira (30) visando fechar as contas deste ano e do próximo ano. Durante o dia, o Ministério do Planejamento enviou modificações ao projeto de lei do orçamento anual de 2018, ampliando a previsão de gastos em R$ 44,5 bilhões.Destes R$ 30 bilhões serão cobertos pela mudança na meta fiscal, que passou de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões. Outros R$ 14,5 bilhões não havia previsão de receita para isso. Juntas, as medidas devem injetar nos cofres da União cerca de R$ 13,2 bilhões. Uma das medidas é a alteração na contribuição previdenciária, de 11% para 14%, para servidores públicos com salários acima de R$ 5 mil. Quem ganha acima desse valor terá uma nova tributação, mas somente em referência ao valor que ultrapassar o limite estipulado. Assim, se o servidor ganha R$ 6 mil, a nova tributação incidirá apena...

ORÇAMENTO: Planejamento libera mais R$ 9,8 bi

Defesa é o ministério contemplado com a maior fatia, mas outras autorizações para despesas de custeio serão feitas, segundo Dyogo Oliveira Nesta terça-feira (3), o Ministério do Planejamento liberou R$ 9,8 bi de despesas bloqueadas “Essa ampliação deve-se à necessidade de atendimento de diversas despesas administrativas e finalísticas dos órgãos envolvidos, inclusive programações que compõem o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC”, informou o ministério, em nota. O órgão que recebeu maior liberação de recursos foi o Ministério da Defesa, com o total de R$ 2,11 bilhões. Desse total, R$ 1,1 bilhão vão para o PAC. O Ministério da Integração Nacional teve a liberação de R$ 1,19 bilhão (R$ 822,5 milhões para o PAC). Segundo o ministério do Planejamento, Dyogo Oliveira, mais  cerca de R$ 3 bilhões serão liberados nas próximas semanas para o custeio de órgãos do governo federal. O dirigente assegurou o repasse durante  participação no Simpós...

INFLAÇÃO: Ministro admite IPCA anual abaixo da meta

A avaliação de Dyogo Oliveira é de que, dentro deste cenário, há espaço para que o governo busque o equilíbrio fiscal e uma política monetária e de crédito que estimule o investimento O Brasil deverá fechar o ano com uma taxa de inflação abaixo de 3%, portando inferior ao piso da meta fixada para 2017. A expectativa foi manifestada nesta segunda-feira (2) pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, que participou, na sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de coletiva para marcar o início do Censo Agropecuário 2017. Segundo definido pelo Conselho Monetário Nacional, variação inflacionária deste ano deve ser de 4,5% (centro), podendo variar de 3% para 6%. Melhor para o consumidor, a inflação menor tem impacto nas receitas do Tesouro Nacional. Para Dyogo Oliveira, um IPCA pouco usual (abaixo do mínimo da meta) é positivo. “As projeções para 2018 vêm caindo para menos de 4%, o que deixa espaço para um processo de política monetária mais benigno". Dyo...