BNDES: Novo presidente defende reinvenção do banco
"Na era do juro baixo, o BNDES será diferente. Não será nem maior, nem menor. Será diferente, será mais importante", disse Dyogo Oliveira
Ao tomar posse nesta segunda-feira (9), o novo presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, destacou os resultados obtidos com as reformas econômicas promovidas pelo governo. Ex-ministro do Planejamento, o gestor disse que é preciso reinventar o BNDES, dando mais corpo e velocidade às mudanças feitas últimas duas gestões.O BNDES tratará quem bate à sua porta, não como beneficiário, e sim como cliente, que "merece ser recebido e atendido com rapidez e eficiência", acrescentou.
Dyogo Oliveira defendeu a atuação do banco em áreas em que não há recursos de financiamento disponíveis e ressaltou que a instituição deve atuar, não como um competidor no mercado, mas um parceiro. "Na era do juro baixo, o BNDES será diferente. Não será nem maior, nem menor. Será diferente, será mais importante", disse ele, que também defendeu a proatividade na elaboração de projetos.
Ao deixar a presidência do banco de fomento, o economista Paulo Rabello de Castro disse que a instituição vive "um novo tempo", depois de de ter enfrentado a falta de apoio da opinião pública, acusações e duas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) no ano passado. Ele destacou também a recuperação da economia do país.
"Repito, sem preocupação de errar, que ao BNDES se deve tudo que de bom, mais produtivo e sustentável ocorreu na trajetória do nosso progresso social nos últimos 60 anos", afirmou Rabello. Ele pediu à diretoria do BNDES que recepcione com "fé e entusiasmo" o novo presidente.
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Ao tomar posse nesta segunda-feira (9), o novo presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, destacou os resultados obtidos com as reformas econômicas promovidas pelo governo. Ex-ministro do Planejamento, o gestor disse que é preciso reinventar o BNDES, dando mais corpo e velocidade às mudanças feitas últimas duas gestões.O BNDES tratará quem bate à sua porta, não como beneficiário, e sim como cliente, que "merece ser recebido e atendido com rapidez e eficiência", acrescentou.
Dyogo Oliveira defendeu a atuação do banco em áreas em que não há recursos de financiamento disponíveis e ressaltou que a instituição deve atuar, não como um competidor no mercado, mas um parceiro. "Na era do juro baixo, o BNDES será diferente. Não será nem maior, nem menor. Será diferente, será mais importante", disse ele, que também defendeu a proatividade na elaboração de projetos.
Ao deixar a presidência do banco de fomento, o economista Paulo Rabello de Castro disse que a instituição vive "um novo tempo", depois de de ter enfrentado a falta de apoio da opinião pública, acusações e duas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) no ano passado. Ele destacou também a recuperação da economia do país.
"Repito, sem preocupação de errar, que ao BNDES se deve tudo que de bom, mais produtivo e sustentável ocorreu na trajetória do nosso progresso social nos últimos 60 anos", afirmou Rabello. Ele pediu à diretoria do BNDES que recepcione com "fé e entusiasmo" o novo presidente.
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