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AVICULTURA:México habilita 26 fornecedores brasileiros

No ano passado, as vendas externas de carne de frango para o país da América do Norte somaram US$ 185 milhões. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou nesta segunda-feira (19) que foram habilitados 26 novos estabelecimentos no país para exportar carne de frango para o México. Segundo o ministério, a habilitação ocorreu depois de auditoria realizada por autoridades mexicanas em agosto deste ano. Esta decisão representa aumento de 130% no número de plantas aptas para exportar carnes de aves para o México. Antes eram 20 habilitados.Agora, são 46 estabelecimentos. De janeiro a outubro de 2018, o volume de exportações de carne de frango do Brasil para o México atingiu o montante de US$ 138 milhões. No ano passado, as vendas externas para o país da América do Norte somaram US$ 185 milhões. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao

ALIANÇA DO PACÍFICO: Brasil e México assinarão acordo aduaneiro

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Mexicanos sediarão na terça-feira o encontro com o Mercosul e bloco que conta ainda com Colômbia, Peru e Chile Pelo menos dois acordos de cooperação devem ser assinados durante encontro de países integrantes do Mercosul e da Aliança do Pacífico, na próxima terça-feira (24), no México. Brasil e México firmarão um acordo aduaneiro. Já o Mercosul assinará uma parceria na área de comércio de serviços com a Colômbia. De acordo com o subsecretário-geral da América Latina e Caribe, embaixador Paulo Estivallet, está sendo elaborado um plano de ação entre os presidentes do Mercosul com a Aliança do Pacífico, com pontos de facilitação de comércio e serviços, além de questões de pequenas e médias empresas. Segundo ele, o Brasil espera que sejam aprofundadas discussões sobre possíveis acordos envolvendo a área de comércio digital. Na próxima segunda-feira (23), Michel Temer vai se reunir com presiden...

PETROQUÍMICA: Braskem anuncia lucro de R$ 4 bi em 2017

Companhia atribui resultado à diversificação geográfica e ao maior equilíbrio no balanço das matérias primais A Braskem registrou um lucro de  R$ 4 bilhões atribuível a todos os acionistas em 2017. O Ebitda consolidado - ganhos antes dos juros, impostos, amortização e deprecriação 0 alcançou R$ 12,3 bilhões no ano passado. Com isso, o saldo de caixa das atividades teve alta de 7% sobre o ano anterior.  A receita líquida consolidada foi de R$ 49,3 bilhões, alta de 3% em relação a 2016. Deste total, as operações geradas pelas exportações do Brasil e das unidades internacionais corresponderam a 47% da receita. Em dólar, a receita líquida da Braskem foi de US$ 15,4 bilhões, alta de 12%. “A estratégia de diversificação geográfica, o maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e a busca contínua por ganhos de eficiência operacional têm se mostrado vencedor, e o ano de 2017 comprovou que estamos no caminho certo”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. No próximo dia 3...

RELAÇÕES EXTERIORES: Trump mira a China e acerta o Brasil

Presidente dos EUA assina decreto que sobretaxa a importação pelos norte-americanos e aço (25%) e alumínio (10%) A criação de uma sobretaxa de 25% nas importações de aço e de 10% nas compras de alumínio foi oficializada nesta quinta-feira (8), pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O decreto visa proteger o setor mineral dos EUA e, de tabela, dificultar a vida do principal rival comercial, a China. E acerta o Brasil, outro importante exportador de aço, junto com os chineses. "Não adotamos estas ações por escolha, mas por necessidade", afirmou Trump em um ato na Casa Branca.  México e Canadá, integrantes do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) ficam isentos, das alíquotas. O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, aventou com a possibilidade de negociar este benefício a outros países, sem adiantar quais. A possibilidade de taxação foi ventilada em 16 de fevereiro.Vendedor das duas commodities, o Brasil tentou convencer os EUA a ...

MPES: Brasil analisa modelo de créditos e garantias mexicano

Dirigentes dos dois países conversaram em encontro da OCDE e pretendem ampliar cooperação bilateral em ações para pequenos negócios O México pode ser exemplo para o Brasil na concessão de crédito e garantias. O assunto foi abordado em encontro do secretário Especial da Micro e Pequena Empresa do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços brasileiro, José Ricardo da Veiga, e o Alejandro Delgado Ayala, presidente do Instituto Nacional del Emprendedor (Inadem) do México. Ambos participam de evento da OCDE, na Cidade do México, até sexta-feira (23). Os dois concordaram na importância de aprofundar a cooperação bilateral para beneficiar os pequenos empreendedores de ambos os países. “Ele (Alejandro Delgado) se mostrou com disposição pra fazer um Memorando de Entendimento com o Brasil e concordamos em estabelecer uma agenda conjunta de cooperação das MPMEs brasileiras e mexicanas”, destacou o secretário brasileiro. Alejandro Delgado destacou os números do setor no Brasil....

COMÉRCIO EXTERIOR: Brasil e México avaliam ampliação das relações bilaterais

Também estará na pauta do encontro a aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico, integrada pelo México, Chile, a Colômbia e o Peru As relações comerciais entre Brasil e México serão debatidas nesta sexta-feira (24) pelo ministro das Relações Exteriores brasileiro, Aloysio Nunes, e o secretário de Relações Exteriores do México, Luis Videgaray. Um dos principais itens da pauta é aprofundar o Acordo de Complementação Econômica nº 53, que regula grande parte do comércio entre o Brasil e o México. O Brasil é um dos maiores investidores latino-americanos no México e o principal destino dos investimentos produtivos do México na América Latina. O intercâmbio bilateral totalizou US$ 7,34 bilhões em 2016, quando o México foi o oitavo parceiro comercial do Brasil. Os produtos industrializados representaram 94% da corrente de comércio. Também estará na pauta do encontro o processo de aproximação entre o Mercosul - no momento presidido pelo Brasil - e a Aliança do Pacífico, integra...

RELAÇÕES EXTERIORES: A Cachaça é nossa

Brasil e México assinam acordo para proteger propriedade de bebidas ligadas diretamente às respectivas culturas Ligadas diretamente às culturas do Brasil e do México, a cachaça e a tequila agora terão proteção plena de propriedade e qualidade na comercialização nos dois países. O acordo estabelece que toda bebida vendida no Brasil com o nome de tequila será de fabricação mexicana, assim como toda cachaça comercializada no mercado mexicano deverá ter sido fabricada no Brasil. Desde 2015, Brasil e México fazem tratativas sobre a proteção recíproca da cachaça e da tequila na relação bilateral. Com a assinatura do acordo, a qualidade e a procedência das bebidas nos dois países serão atestadas conforme procedimentos tradicionais e passarão a ser controlados e supervisionados pelas autoridades competentes de cada país. “O acordo ratifica a tradição dos dois países na produção das iguarias e o valor simbólico para a cultura local, uma vez que chancela o interesse comum em salvaguardar ...