RELAÇÕES EXTERIORES: Trump mira a China e acerta o Brasil
Presidente dos EUA assina decreto que sobretaxa a importação pelos norte-americanos e aço (25%) e alumínio (10%)
A criação de uma sobretaxa de 25% nas importações de aço e de 10% nas compras de alumínio foi oficializada nesta quinta-feira (8), pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O decreto visa proteger o setor mineral dos EUA e, de tabela, dificultar a vida do principal rival comercial, a China. E acerta o Brasil, outro importante exportador de aço, junto com os chineses.
"Não adotamos estas ações por escolha, mas por necessidade", afirmou Trump em um ato na Casa Branca. México e Canadá, integrantes do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) ficam isentos, das alíquotas. O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, aventou com a possibilidade de negociar este benefício a outros países, sem adiantar quais.
A possibilidade de taxação foi ventilada em 16 de fevereiro.Vendedor das duas commodities, o Brasil tentou convencer os EUA a desistir da medida, sob o argumento que ela prejudicaria até a indústria norte-americana, devido ao encarecimento da matéria-prima. O ministro da Indústria, Marcos Jorge, viajou aos EUA, mas não foi convincente.
Em nota oficial, o MDIC informou que o governo brasileiro espera chegar a um acordo, mas caso isso não seja possível, o Brasil pode questionar a elevação das tarifas em foros globais, a exemplo da OMC. “O governo brasileiro não descarta eventuais ações complementares, no âmbito multilateral e bilateral, para preservar seus interesses nesse caso concreto”, diz a nota. (Adriano Villela, com informações da EFE e do G1).
Confira nossa Fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
Twitter: @aricomunicacao
A criação de uma sobretaxa de 25% nas importações de aço e de 10% nas compras de alumínio foi oficializada nesta quinta-feira (8), pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O decreto visa proteger o setor mineral dos EUA e, de tabela, dificultar a vida do principal rival comercial, a China. E acerta o Brasil, outro importante exportador de aço, junto com os chineses.
"Não adotamos estas ações por escolha, mas por necessidade", afirmou Trump em um ato na Casa Branca. México e Canadá, integrantes do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) ficam isentos, das alíquotas. O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, aventou com a possibilidade de negociar este benefício a outros países, sem adiantar quais.
A possibilidade de taxação foi ventilada em 16 de fevereiro.Vendedor das duas commodities, o Brasil tentou convencer os EUA a desistir da medida, sob o argumento que ela prejudicaria até a indústria norte-americana, devido ao encarecimento da matéria-prima. O ministro da Indústria, Marcos Jorge, viajou aos EUA, mas não foi convincente.
Em nota oficial, o MDIC informou que o governo brasileiro espera chegar a um acordo, mas caso isso não seja possível, o Brasil pode questionar a elevação das tarifas em foros globais, a exemplo da OMC. “O governo brasileiro não descarta eventuais ações complementares, no âmbito multilateral e bilateral, para preservar seus interesses nesse caso concreto”, diz a nota. (Adriano Villela, com informações da EFE e do G1).
Confira nossa Fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
Twitter: @aricomunicacao
Comentários
Postar um comentário