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Mostrando postagens com o rótulo rombo fiscal

ROMBO FISCAL: País continuará com déficit até 2025, prevê instituição do Senado

relatório também apontou alto risco de descumprimento do teto de gastos  a partir de 2022, com risco menor já a partir de 2021 Mesmo com a eventual aprovação da reforma da Previdência, o país continuará a registrar déficits primários  até 2025. Só voltará a ter resultados positivos em 2026, segundo  relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI). No documento, divulgado na quarta-feira (15), o relatório também apontou alto risco de descumprimento do teto de gastos  a partir de 2022. Para 2019 e 2020, a IFI considera baixas as chances de os gastos estourarem o teto, mas vê risco moderado em 2021. O principal fator para a revisão das projeções foi a piora nas previsões de crescimento econômico e na arrecadação do governo no curto prazo. A IFI reduziu de 2,3% para 1,8% a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) para 2019. Para 2020, a instituição revisou a estimativa de crescimento de 2,36% para 2,24%. (da Abr...

CONTAS PÚBLICAS: Paulo Guedes espera R$ 200 bi de bancos públicos e R$ 80 bi em privatizações

Recursos permitirão governo a cumprir regra de ouro - não se endividar para pagar custeio -, mas execução enfrenta problemas Com cerca de R$ 250 bilhões de rombo para tapar para cumprir a regra de ouro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, espera tirar este dinheiro de duas grandes fontes: devolução de recursos dos bancos públicos e privatizações. Na conta do ministro, estas duas fontes renderão R$ 206 bi e R$ 80 bi, mas execução enfrenta problemas. O primeiro deles se refere a questões internas no próprio governo. Ex-ministro da Fazenda, o presidente do BNDES, Joaquim Levy, concorda com a necessidade de o banco de fomento retornar os valores que o Tesouro aplicou no começo da década para fomentar a economia. Mas considera o montante de R$ 126 bi alto para as condições da instituição. Esta situação poderia ser contornada se Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal pagasse recursos que deve ao BNDES. Porém, BB e CEF também socorrerão Guedes em cerca de R$ 80 bilhões em razão dos...

PRISMA: Instituições preveem déficit fiscal de R$ 98,1 bi este ano

Pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, segundo o Prisma, deve ficar em 78% do PIB Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Economia melhoraram levemente a previsão para o resultado negativo das contas públicas neste ano. A estimativa de déficit primário do Governo Central  passou de R$ 99,560 bilhões para R$ 98,175 bilhões em 2019. Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia todos os meses, com base em informações do mercado financeiro. O governo central inclui os balanços do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central. A estimativa segue abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo, de R$ 139 bilhões - embora o ministro da Economia, Paulo Guedes, anuncia propósito de zerar o rombo. Para 2020, a estimativa das instituições financeiras é de déficit de R$ 68,405 bilhões, contra R$ 65,462 bilhões previstos em fevereiro. A meta de défic...

AJUSTE FISCAL: União contingencia um terço do orçamento

Primeira programação da gestão Bolsonaro foi publicada no Diário Oficial da União. Governo pretende aumentar gastos gradualmente, a partir de abril A equipe econômica da gestão Jair Bolsonaro decidiu economizar um terço das verbas disponíveis no primeiro trimestre.  A medida consta do primeiro decreto de programação orçamentária e financeira de 2019, publicada  em edição extraordinária do Diário Oficial da União. O decreto estabeleceu como limite de gastos, nos três primeiros meses do ano, 1/18 do valor anual reservado no Orçamento. Em 3 meses, serão desembolsados 3/18 (um sexto), valor projetado para dois meses. Em nota, o Ministério da Economia destacou que a economia de um terço do Orçamento até março “é fundamental para a continuidade da sinalização aos agentes econômicos do comprometimento do atual governo na manutenção de uma política fiscal consistente, para garantia da sustentabilidade da dívida pública no longo prazo”. Nos meses seguintes, de abril a dezemb...

ROMBO FISCAL: Setor público destinou quase R$ 380 bi para juros em 2018

Contas públicas fecham 2018 com saldo negativo de R$ 108,2 bilhões - valor só não foi maior porque Estados e Estatais registraram superávit O setor público consolidado, formado pela União, os estados e municípios, gastou em 2018 R$ 379,184 bilhões com o pagamento de juros. O valor equivale a 5,52% do PIB. Apesar de alto, o valor é menor do que os R$ 400,826 bi desembolsados em 2017. Dados divulgados nesta quinta-feira (31) pelo Banco Central destacam que o déficit fiscal do ano passado foi de R$ 108,258 bilhões, o que corresponde a 1,57% do PIB. Foi o quinto ano seguido de rombo nass contas públicas.O resultado de 2018 ficou abaixo da meta para o setor público consolidado, que era de um déficit de R$ 161,3 bilhões. No ano passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) e municípios contabilizaram  déficit de R$ 116,167 bi e R$ 1,242 bilhão, respectivamente. Somados, os 26 estados e Distrito Federal alcançaram superávit de R$ 4,734 bilhões, enquanto...

ROMBO FISCAL: Gestão Temer se despede com novo contigenciamento

Cortes de R$ 2,3 bi para atingir a meta foram anunciados no último relatório bimestral de Receitas e Despesas No último mês de gestão, o governo Michel Temer terá que contingenciar R$ 2,3 bilhões. O montante é necessário para fechar as contas do orçamento deste ano e cumprir a meta fiscal, que é de R$ 139 bilhões de déficit. A conclusão consta do relatório de Receitas e Despesas, divulgado nesta quinta pelo Ministério do Planejamento. "As atualizações das estimativas de receitas e despesas primárias ocorreram basicamente pela incorporação de dados realiz​ados até outubro, na maioria dos casos, e de parâmetros macroeconômicos mais recentes", justificou o ministério, em nota. No documento não foram citadas as áreas que receberão cortes. Segundo o Planejamento, a arrecadação para o Regime Geral de Previdência (RGPS) apresentou decréscimo de R$ 788,1 milhões, devido não só à realização verificada até outubro, como também à revisão nos parâmetros de mercado de trabalho.Hou...

OPINIÃO: Não ao Projeto de Lei que retira recursos do Sistema S

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Carlos de Souza Andrade* A Fecomércio-BA (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia)  administra, no Estado da Bahia, o Sesc e o Senac, entidades criadas há mais de setenta anos pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo com o intuito de oferecer aos trabalhadores e seus familiares serviços de  assistência social e capacitação profissional. Para se ter uma ideia do tamanho dessas entidades e dos relevantes serviços prestados à sociedade como um todo, eis alguns dos números do exercício de 2017 computados na Bahia. No que tange à educação, o Sesc (Serviço Social do Comércio) Bahia contabilizou mais de 20 mil alunos entre cursos de Valorização Social e em suas escolas de educação infantil e ensino fundamental  - sendo 18 mil deles com gratuidade total nos estudos. Já o programa social Mesa Brasil, mantido pelo Sesc em todo o País, benef...

ROMBO FISCAL: Faltam recursos para financiar precatórios

confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Empréstimo subsidiado foi criado por lei em dezembro de 2017, mas não há dotação orçamentária para arcar com este custo Criada pela emenda constitucional 99, a obrigação federal de criar empréstimo subsidiado para estados e municípios pagarem precatório está ameaçada. Isto porque simplesmente não há dotação orçamentária para essa medida, que entraria em vigor este mês. O financiamento está incluído na mesma proposição que adiou de 2020 para 2024 o prazo para os entes quitarem essas dívidas dentro de um regime especial. “Vamos ter essa discussão dentro do Executivo, para ver como atender e se vamos atender”, disse o ministro do Planejamento, Esteves Colnago. Segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), até junho de 2014, a dívida total com precatórios era de R$ 97,3 bilhões. A maior  é dos estados e alcança R$ 52,7 bilhões nos tribunais federais, estaduais e trabalhista...

ROMBO FISCAL:Mercado projeta déficit de R$ 138,5 bi

Previsão é pior do que a contina no Prisma Fiscal de abril, mas ainda está dentro da meta deste ano   O déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, deve chegar a R$ 138,543 bilhões neste ano. Esta previsão consta da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pelo Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro. Ao menos, a estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo, que é  de R$ 159 bilhões de déficit. Em abril, a projeção era R$ 136,103 bilhões. Para 2019, a projeção das instituições financeiras é déficit de R$ 105,929 bilhões, contra R$ 107,304 bilhões previstos em abril. A projeção da arrecadação das receitas federais este ano caiu de R$ 1,459 trilhão para R$ 1,453 trilhão, neste ano. Para 2019, a estimativa é R$ 1,576 trilhão, ante R$ 1,578 trilhão previsto anteriormente. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao

META FISCAL: Planejamento acena com meta de déficit menor

Medida foi abordada pelo ministro Esteves Colnago na terça-feira. Coletiva nesta quinta detalha proposta para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 Os novos ministros do Planejamento, Esteves Colnago; e da Fazenda, Eduardo Guardia,  darão entrevista na tarde desta quinta-feira (12) em que devem acenar com uma meta de déficit fiscal menor para 2019. Os dois novos líderes da equipe econômica devem tratar da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2019. A LDO de 2018 estimava meta de déficit primário – resultado negativo nas contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública – de R$ 139 bilhões para o próximo ano. Na terça-feira (10),  Colnago disse que a melhora na arrecadação decorrente da recuperação da economia poderá fazer a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 vir com meta menor de déficit primário. O bom desempenho da arrecadação federal, que cresceu mais de 10% acima da inflação oficial nos dois primeiros meses do ano, pode criar condições ...

ROMBO FISCAL: Fundo soberano ainda existe e pode salvar contas este ano

Sobra do exercício de 2018 serviria para momentos de emergência mas seguiu sem ser usado mesmo com o governo central com déficits em 2014, 2015, 2016 e 2017 Adriano Villela Formado em 2008 por meio do excedente de superávit primário, o Fundo Soberano do Brasil ainda está em fase de liquidação. Para este ano, o FSB - que deveria ser usado em momentos de emergência - tem R$ 26 bilhões que podem chegar ao Tesouro este ano. O mistério é de que entre 2014 e 2017 o país acumulou déficit fiscais de aproximados R$ 30 bi, R$55 bi, R$ 151 bi e agora R$ 124 bi  - cerca de R$ 360 bilhões - e a equipe econômica não viabilizou usar essa verba para abater o rombo. Vá entender. Há outras fontes que podem servir para o governo fechar o caixa este ano, que tem regras mais rigorosas devido ao ano eleitoral e a conclusão da atual gestãp. Em 31 de dezembro, segundo os dados mais recentes do Tesouro, o órgão tinha R$ 47,4 bilhões no caixa não vinculados, que poderiam ser usados para abater a dívi...

ENDIVIDAMENTO ACELERADO: Dívida bruta pode chegar próximo a 80% do PIB em 2018

No cenário melhor, caso o BNDES devolva R$ 130 bi ao Tesouro, endividamento chegará a 78% do PIB. Do contrário, o percentual subirá para 79,8% O endividamento do setor público pode chegar a quase 80% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) em 2018.A dívida bruta é um dos principais indicadores internacionais, acompanhados pelas agências de classificação de risco.  Projeções divulgadas nesta quinta-feira (28) pelo Banco Central (BC) indicam que a dívida bruta - que inclui o passivo dos governos federal, estaduais e municipais – deve ficar em 78% do PIB, no próximo ano. Este é o melhor dos mundos, isto é,  se o BNDES devolver R$ 130 bilhões ao Tesouro Nacional.  O valor é pleiteado pela equipe econômica, mas o presidente da instituição de fomento, Paulo Rabello de Castro resiste à medida. Sem essa devolução, que está em negociação, a dívida poderá chegar a 79,8% do PIB.Segundo o chefe adjunto do Departamento de Estatísticas do BC, Renato Baldini, a di...