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CAGED: Fatores variados elevaram geração de empregos

Com saldo de 129.601 postos, abril registrou variação positiva em todos os ramos de atividade e regiões geográficas. Com saldo de 129.601 vagas, abril teve o maior saldo para o mês de abril desde 2013.Na divisão por ramos de atividade, todos os oito setores pesquisados criaram empregos formais em abril. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 66.290 postos, seguido pela indústria de transformação (20.470 postos). Em terceiro lugar, vem a construção civil (14.067 postos). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).Tradicionalmente, a geração de emprego é alta em abril, por causa do início das safras e do aquecimento da indústria e dos serviços.O nível de emprego aumentou na agropecuária (13.907 postos). No comércio, a diferença entre contratações e demissões totalizou 12.291 postos. Houve alta ainda de 1,241 vagas na administração pública; 867 nos serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento e 454 ex...

SERVIÇOS: Expectativa para crescimento do setor cai para 1,7%

Dificuldade de retomada de investimentos no País e recuperação lenta do mercado de trabalho motivaram revisão da expectativa A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de 2% para 1,7% a expectativa de crescimento do volume de receitas do setor de serviços em 2019.O destaque negativo nessa base comparativa foi o setor de transportes, que recuou 2,6% em relação a janeiro Para a CNC, os resultados de curto prazo evidenciam a fragilidade da recuperação do nível de atividade econômica, especialmente considerando-se que as atividades pesquisadas pela PMS respondem por aproximadamente 1/3 do PIB. A estimativa se baseia em dados do IBGE. “O ritmo decepcionante das atividades do setor de serviços se fundamenta na lenta regeneração do mercado de trabalho. A contar pelo resultado desse primeiro bimestre, ainda não se pode prever um cenário de recuperação nos serviços”, explica o economista da CNC, Fabio Bentes.

BOA VISTA: Grandes empresas devem investir mais em 2019, indica pesquisa

Quando observados por setor, foram os empresários de Serviços (40%) os que disseram que irão crescer mais - 54%, ante 34% do mês anterior São as grandes empresas (51%) as que devem investir mais em seus próprios negócios em 2019, na comparação com 2018. É o que aponta a Pesquisa Perspectiva Empresarial realizada pela Boa Vista, ao longo do quarto trimestre do ano passado, com mais de mil empresários, de todo o país. "Porém é entre os microempresários que se observa um crescimento mais significativo na proporção dos entrevistados que pretendem investir mais agora, na comparação com 2018", afirma a instituição, em nota. Segundo levantamento, 37% dos microempresários acreditam que os investimentos irão crescer em 2019 - contra 31% do ano anterior. Quando observados por setor, foram os empresários de Serviços (40%) os que disseram que irão investir mais em 2019. A intenção de investimento neste grupo cresceu de 34% para 54%, ou seja, em 20p.p., o número de médias empresas q...

OPINIÃO: Serviços é o negócio da vez

João Henrique de Almeida Sousa* O começo de ano é, tradicionalmente, o momento preferido para começar a colocar em prática os projetos, sonhos e promessas que – por qualquer motivo – recusam-se a sair do papel. Isso acontece com a maioria de nós, tanto no nível pessoal, quanto profissional. Por esse motivo, não é coincidência o fato de que janeiro e fevereiro sejam os dois meses do ano que concentram o maior volume de abertura de novos negócios. O grande dilema com o qual os futuros empreendedores se deparam no momento de concretizar aquele que é apontado por pesquisas do Sebrae com um dos principais sonhos do brasileiro (abrir o próprio negócio) é: como decidir em qual setor abrir a empresa? Quais são as escolhas corretas que podem assegurar maior chance de sucesso ao empreendimento? Mesmo em tempos de alta tecnologia, quando o empreendedorismo passa por uma verdadeira revolução, algumas premissas continuam válidas. As chances de sucesso de um negócio são significativamente mai...

ATIVIDADE ECONÔMICA: Setor de Serviços varia -0,3% em janeiro

Em contrapartida, as principais contribuições positivas regionais vieram do Rio de Janeiro (1,8%), Mato Grosso (9,9%), Ceará (8,1%) e Bahia (3,7%) O setor de serviços no Brasil teve variação negativa de 0,3% em janeiro frente a dezembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste sazonal, em relação ao mesmo mês de 2018, o volume de serviços subiu 2,1%, a maior taxa desde março de 2015 (2,3%). O levantamento é do IBGE. O  acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de 0,0% em dezembro de 2018 para 0,3% em janeiro de 2019, teve o resultado positivo mais elevado desde abril de 2015 (0,6%). A ligeira variação negativa (-0,3%) do volume de serviços observada na passagem de dezembro de 2018 para janeiro de 2019 foi influenciada por duas das cinco atividades pesquisadas.  Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,6%) e serviços de informação e comunicação (-0,2%) representam 63% do volume total de serviços pesquisados. Regionalmente, 14 das ...

CAGED: Comércio e Serviços impulsionam geração de trabalho em novembro

Saldo do mês foi de 58.664 postos com carteira, segundo Ministério do Trabalho.  Três das cinco regiões e 19 dos 27 estados obtiveram saldo positivo  Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, a geração dos 58.664 empregos formais em novembro foi impulsionada pelos setores de comércio e serviços. Os demais segmentos tiveram saldo líquido negativo - mais demissões do que contratações.  O campeão foi o comércio, com a abertura de 88.587 postos, seguido pelo setor de serviços (34.319 postos). Os seis demais setores fecharam vagas no mês passado. O nível de emprego caiu na indústria de transformação (-24.287 postos),  agropecuária (-23.692), construção civil (-13.854), administração pública (-1.122), indústria extrativa mineral (-744) e nos serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento (-543). Três das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira ...

SERVIÇOS: Queda na Bahia "devolve" avanço em agosto

Segundo a SEI, setor recuou 0,6% em setembro, ante expansão de 0,7% no mês anterior O volume de serviços da Bahia retraiu 0,6% no mês de setembro de 2018, em relação ao mês imediatamente anterior. Trata-se da terceira queda mensal no ano. Com este movimento, setembro praticamente "devolveu" a subida de 0,7% registrada em agosto. Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI), o resultado aponta para uma inversão do crescimento nessa análise."O volume de serviços da Bahia apresentou no ano de 2017 um descolamento em relação ao resultado do Brasil, voltando a acompanhar o ritmo nacional a partir do mês de março de 2018", destacou o órgão. Em setembro, a média nacional fechou o mês com queda de 0,6%. Em setembro, a receita nominal de serviços subiu 3,7% em relação ao mesmo mês do ano de 2017. Das cinco atividades, três puxaram os ganhos do setor para cima, com destaque, por ordem de magnitude, às atividades: Transportes, serviços auxiliares aos ...

CNC: Recuperação dos Serviços deve ficar para 2019

Confederação projeta retração de 0,2% no setor para este ano. Volume de receitas até setembro está 11,7% abaixo dos valores pré-recessão  A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que o setor de serviços deve encerrar o ano de 2018 com retração de 0,2% nas receitas, em relação ao ano passado. A projeção foi feita após os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou queda de 0,3% no faturamento dos serviços, em setembro. Segundo Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, a recuperação plena do setor segue distante, já que o atual volume de receitas ainda se encontra 11,7% aquém do nível anterior à última recessão. “Para que o setor não registre sua quarta queda anual consecutiva, seria necessário um crescimento médio de 1,2% no volume de receitas dos serviços, na comparação entre o quarto trimestre deste ano e o último do ano passado”, afirmou Bentes. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ ...

IBGE: Serviços retrai 0,3% em setembro

Resultado deu continuidade a um período de volatilidade iniciado em maio, em que um mês de expansão é sucedido pela queda  Em setembro, o setor de serviços retraiu 0,3% frente a agosto (série com ajuste sazonal). O resultado deu continuidade a um período de volatilidade iniciado em maio, em que um mês de expansão é sucedido pela queda - maio (-3,5%), junho (4,9%), julho (-2,0%) e agosto (1,4%). Segundo o IBGE, o acumulado no ano está em -0,4%. Já o acumulado em 12 meses passou de -0,6% em agosto para -0,3% em setembro. No terceiro trimestre (série sem ajuste sazonal), o setor de serviços cresceu 0,7% frente ao mesmo período de 2017 e interrompeu uma sequência de 14 trimestres seguidos de queda. A variação de -0,3% em setembro foi acompanhada por três das cinco atividades investigadas, com destaque para Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio. O recuo atingiu 1,3%, devolvendo parte do ganho de 2,8% verificado em agosto. Confira nossa Fanpage https://m.fac...

CONFIANÇA: Expectativa sobe no setor de serviços e cai na indústria

O primeiro setor avançou 0,3 p. p. na utilização da capacidade instalada, enquanto na área industrial houve piora de 0,5 p. p.  Os dados são da FGV Ibre O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 0,9 ponto em outubro, ao passar de 87,4 para 88,3 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 0,3 ponto, mantendo o sinal positivo pelo terceiro mês consecutivo. Foi a terceira melhora mensal seguida, conforme relatório divulgado nesta segunda-feira (29), pela FGV Ibre. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) do setor de Serviços subiu 0,3 ponto percentual (p.p.) em outubro, indo para 82,2%. “A melhora da confiança das empresas de serviços em outubro tem como traço principal o fato de, pela primeira vez desde fevereiro passado, todos os quatro indicadores que compõem o índice-síntese terem avançado frente ao mês anterior. O perfil anterior era de oscilação na curva de confiança, que traduzia uma estabilidade nas avaliações sobre a situação corrente e um aj...

CAGED: Serviços lideram geração de emprego em setembro

Segundo dados do Ministério do Trabalho, setor criou 60.961 vagas no mês passado, quando houve saldo tota de 137.336 postos com carteira assinada  O emprego continua a crescer no Brasil. O mês de setembro fechou com saldo positivo de 137.336 novas vagas no mercado formal, um acréscimo de 0,36% em relação ao mês anterior. Esse desempenho foi resultado de 1.234.591 admissões e de 1.097.255 desligamentos. Sete dos oito setores econômicos registraram crescimento em setembro. O melhor desempenho foi no setor de Serviços, que abriu 60.961 novos postos. Com os números de setembro, o estoque de empregos chegou a 38.507.474 vínculos. O saldo dos nove primeiros meses do ano teve um acréscimo de 719.089 vagas, um crescimento de 1,90%. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 459.217 postos, uma variação de 1,2%.  Todas as informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cujo balanço mais recente foi divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta segunda-feira (22)....

CNDL: Otimismo para segundo semestre abrange 44% das empresas do Comercio

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao   Quanto ao desempenho do próprio negócio, 51% dos empresários de varejo e serviços  esperam  aumento das vendas Os empresários dos ramos do varejo e de serviços estão otimistas com o segundo semestre. Estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 44% apostam em um cenário econômico melhor do país no segundo semestre em relação ao primeiro. Enquanto 38% acreditam que será igual e apenas 14% preveem um quadro pior.Os empresários também têm uma expectativa favorável quanto ao desempenho do próprio negócio, que corresponde a 55% dos entrevistados. Já um terço (33%) estima que a segunda metade do ano se manterá no mesmo patamar do primeiro semestre. “Esse clima de confiança é bastante positivo, principalmente se olharmos a situação crítica enfrentada por muitas empresas ...

SERVIÇOS: CNC projeta queda de 1,3% na receita em 2018

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Com variação de -3,8% no faturamento de serviços em maio, na comparação mensal, Confederação calcula perda de R$ 2,2 bilhões no segmento Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o setor de serviços registrou perda de R$ 2,2 bilhões em maio de 2018. O valor corresponde à queda de 3,8% no volume de receitas dos setor em maio, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (13) pelo IBGE. “Essa foi a maior queda no indicador desde o início dos comparativos mensais em 2011”, informa o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes.Diante do cenário, a CNC revisou as expectativas de variação do volume de receitas do setor para este ano de -0,9% para -1,3%. “As atividades de serviços seguem como aquelas a apresentar maior dificuldade em se recuperar da recessão. O fraco nível da atividade econômica interna e a carência de investimentos decorrentes das incer...

BAHIA: Serviços ligados ao turismo também perdem força

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Nove dos 12 estados pesquisados enfrentaram quedas no volume da atividade, com destaque para Bahia (-4,9%),informou o IBGE nesta sexta-feira (13) O índice de atividades turísticas caiu 2,4% de abril para maio. Nove dos estados tiveram queda, com destaque para Bahia (-4,9%),informou o IBGE nesta sexta-feira (13). Outros impactos negativos vieram de São Paulo (-0,6%) e Rio Grande do Sul (-4,1%). Já os avanços regionais vieram das atividades turísticas de Pernambuco (1,5%), Goiás (2,0%) e Ceará (0,9%). Em relação a maio de 2017, o volume de atividades turísticas no Brasil subiu 1,9%, impulsionado, principalmente, por  hotéis e de transporte aéreo. Em sentido oposto, os restaurantes exerceram a influência negativa mais importante sobre os serviços turísticos. O turismo nacional registra a segunda taxa positiva seguida neste tipo de confronto, após quatorze taxas negativas e uma estável.

ATIVIDADE ECONÔMICA: Serviços recuam em 23 dos 27 estados

:Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Com o resultado de maio (-3,8% na média), setor acumula queda de 1,3% no ano e 1,6% nos 12 meses  Em maio, o volume de serviços no Brasil caiu 3,8% frente a abril (série com ajuste sazonal). Foi o resultado negativo mais intenso da série histórica iniciada em janeiro de 2011. Em relação a maio de 2017 (série sem ajuste sazonal), o volume de serviços recuou 3,8%, sua maior queda desde abril de 2017 (-5,7%). Com isso, o acumulado do ano até maio (-1,3%) mostrou recuo mais intenso do que o primeiro quadrimestre de 2018 (-0,7%).Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (13), pelo IBGE. Já o acumulado nos últimos doze meses foi de -1,6%. O recuo do volume de serviços foi acompanhado pelas cinco atividades investigadas, com destaque para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que apontou a retração mais intensa (-9,5%) da série histórica iniciada em janeiro de 2011....

SERVIÇOS: Confiança sobe 2,1 pontos após quatro meses de queda

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Em médias móveis trimestrais, o índice do Instituto Ibre/FGV segue a mesma tendência negativa, com diminuição de 1,6 ponto O Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 2,1 pontos em junho e atingiu 86,7 pontos, após quatro meses de quedas consecutivas. Em médias móveis trimestrais, o índice do Instituto Ibre/FGV segue a mesma tendência negativa, com diminuição de 1,6 ponto. Houve queda da confiança em 10 das 13 principais atividades pesquisadas. O Índice de Expectativas (IE-S) caiu 2,7 pontos, para 88,7 pontos. O Índice da Situação Atual (ISA-S) recuou 1,5 ponto, para 85,1 pontos, mesmo patamar de dezembro de 2017. “A confiança do setor de serviços manteve, em junho, a trajetória de queda iniciada em março, influenciada pela continuidade do movimento de calibragem das expectativas, sobretudo em relação ao ambiente de negócios, e pela deterioração da percepção sobre a situação corrente”, a...

ATIVIDADE ECONÔMICA: CNC projeta queda de 0,5% nos serviços este ano

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao  Paralisações de maio e carência de investimentos mantêm expectativa da entidade no campo negativo  O volume de receitas do setor de serviços avançou 1% em abril na comparação com março, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE. A alta é a primeira do ano, e não mudou a previsão da CNC de variação negativa no setor este ano. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo, o setor de serviços deve recuar 0,5% este ano. As paralisações de maio e carência de investimentos sustentam esta projeção. Nos quatro primeiros meses do ano, o setor acumulou retração de 0,6%, frisa a CNC.  “Dentre as atividades que compõem o setor produtivo, as de serviços são aquelas com maior dificuldade em recuperar o crescimento”, explica Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação.

ATIVIDADE ECONÔMICA: Serviços têm a primeira alta do ano

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao Em abril, segundo no IBGE, setor que tem a maior participação no PIB cresceu 1% frente a março. Acumulado de 2018 é de 0,6% negativos Em abril, pela primeira vez no ano, o setor de serviços cresceu frente ao mês anterior, avançando 1,0% em relação a março (série com ajuste sazonal). Em comparação a abril de 2017 (série sem ajuste sazonal), o volume de serviços cresceu 2,2%, a taxa mais alta desde março de 2015 (2,3%). Com isso, o acumulado do ano ficou em -0,6% e o dos 12 meses, em -1,4%, a taxa negativa menos intensa desde agosto de 2015 (-1,2%). O crescimento foi acompanhado por quatro das cinco atividades:transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,2%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (1,7%). Os demais resultados positivos vieram de serviços prestados às famílias (1,5%) e de outros serviços (0,7%). Por outro lado,  serviços de informação e ...

BAHIA: PIB estadual avança 0,6% no trimestre

Setor de serviços influenciou o desempenho, inferior à média nacional no período. Agropecuária também cresceu, mas indústria despencou O Produto Interno Bruto (PIB) baiano cresceu 0,6% entre janeiro e março, na comparação com o primeiro trimestre de 2017. Em relação ao período imediatamente anterior, o avanço foi de apenas 0,2% - abaixo da média nacional. No Brasil, os dados do IBGE constataram expansão de 1,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2017 e alta de 0,4% na comparação com o trimestre imediatamente anterior. No estado, segundo  a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o desempenho do PIB  no primeiro trimestre de 2018 foi influenciado positivamente pelo bom comportamento do setor de Serviços. As principais altas nas atividades devem-se ao Comércio (1,3%); Administração Pública (1,4%); e aos Transportes (1,4%). Apenas Atividades Imobiliárias (-0,1%) apresentaram retração. Segundo os cálculos da SEI, a Agropecuária baiana registro...

IBGE: PIB cresce 0,4% no primeiro trimestre

Embora positivo, resultado reflete uma expansão menor do que a registrada em igual período de 2017 (1%) No primeiro trimestre de 2018, o PIB cresceu 0,4%, frente ao 4º trimestre de 2017, na série com ajuste sazonal.  A Agropecuária cresceu 1,4%, enquanto Indústria e Serviços mostraram variação positiva de 0,1%. Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,6 trilhão, sendo R$ 1,4 trilhão de Valor Adicionado (VA) e R$ 240,5 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. Embora positivo, resultado reflete uma expansão menor do que a registrada em igual período de 2017 (1%). A agropecuária também foi o farol no primeiro trimestre do ano passado, quando a atividade no campo teve expansão de 6%. Em relação a igual período de 2017, houve crescimento de 1,2% no primeiro trimestre do ano, o quarto resultado positivo consecutivo nesta comparação. A Agropecuária caiu 2,6%, enquanto a indústria cresceu 1,6% e Serviços, 1,5%. O Valor Adicionado a preços básicos teve variação p...