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Mostrando postagens com o rótulo Ana Paula Vescovi

INFLAÇÃO: Meta para 2021 fixada em 3,75%

Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao Valor é 0,75 ponto percentual abaixo do limite fixado para este ano e 0, 5 p.p menor do que o estabelecido para 2019 O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2021 em 3,75%. Com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, a variação do custo de vida pode ficar até 2,25% (piso) a 5,25% (teto). O anúncio foi feito pelo Ministério da Fazenda. As metas de inflação para 2019 e 2020 foram mantidas, respectivamente, em 4,25% e 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo. Esse é o valor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) poderá alcançar nos próximos anos. Segundo a secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, a fixação da meta de inflação com três anos de antecedência representa a maturidade do sistema em vigor há 19 anos. “O Brasil converge, cada vez mais, para níveis de inflaçã...

FAZENDA: Mansueto Almeida assume o Tesouro Nacional

Pesquisador do IPEA chegou a ser cotado para o Planejamento. Escolha segue tendência de manter a estrutura da equipe econômica anterior Com a escolha do pesquisador do Ipea Mansueto Almeida para secretário do Tesouro Nacional, o ministro da Fazenda Eduardo Guardia segue a diretriz de priorizar a equipe do antecessor Henrique Meirelles. Antes, Guardia chamou a ex-titular do Tesouro, Ana Paula Viscovi, para a secretaria-executiva do pasta (cargo antes preenchido pelo atual ministro).  O ministro Eduardo Guardia informou que também decidiu indicar Ariosto Antunes Culau para o cargo de secretário-executivo-adjunto da pasta. Mansueto era secretário de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria do Ministério da Fazenda. Seu nome foi cotado até para o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, mas fora preterido pelo secretário-executivo do MPOG, Esteves Colnago. Com a mudança de função do pesquisador, a Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria do Ministério da Faz...

FAZENDA: Leilão de petróleo deverão custear derrubada de vetos, diz Guardia

Novo ministro escolheu na quinta-feira a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi para a secretaria-executiva da pasta As receitas extras obtidas com o leilão de petróleo e gás realizado no fim de março deverão cobrir o impacto fiscal das recentes derrubadas de vetos presidenciais, que mantiveram o refinanciamento de dívidas de micro e pequenas empresas e de produtores rurais. O aviso foi dado pelo novo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. O novo ministro afirmou que a pasta ainda está levantando o impacto fiscal das decisões do Congresso Nacional. No último dia 29, os blocos marítimos da 15ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) renderam R$ 8 bilhões à União. Segundo Guardia, o governo inicialmente esperava obter R$ 500 milhões com o leilão. “Tivemos um ganho de receita no leilão, duas semanas atrás, de R$ 7,5 bilhões. A cada dois meses, nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal, temos de reprojetar a receita e reestimar a...

ORÇAMENTO 2019: Governo quer vincular despesas à efetivação de receitas extras

Princípio já é conhecido, mas proposta da equipe econômica é torná-lo mais explícito visando garantir regra de ouro A equipe econômica pretende incluir no Orçamento do próximo ano despesas vinculadas a créditos adicionais ou a uma eventual realização de receita extraordinária. O princípio, na verdade já existe: uma despesa só deve ser criada caso haja a receita correspondente no orçamento. Visando garantir o cumprimento da regra de ouro, segundo a qual o Tesouro Nacional não pode se endividar para pagar despesas de custeio, o governo pretende só autorizar o gasto quando o recurso extraordinário entrar no Caixa. A ideia foi explicitada pela secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi Nessa modalidade, o Orçamento autoriza a execução de uma despesa, desde que o governo consiga a aprovação no Congresso Nacional de um crédito extraordinário ou de alguma medida que aumente as receitas da União, como alta de impostos ou a venda de um ativo. De acordo com a secretária, o Ministério do Plan...

ESTADOS: Rio Grande do Sul busca salvar recuperação fiscal

Proposta foi rejeitada pelo Tesouro Nacional no ano passado. Governador teve encontro com presidente, ministros e secretária O governo do Rio Grande do Sul tenta nova negociação para integra do programa de recuperação fiscal federal. A primeira proposta foi rejeitada no ano passado pelo Tesouro Nacional. Nesta terça-feira (13), o  governador  Ivo Sartori,  tratou da questão com o presidente Michel Temer e  com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. Segundo o dirigente gaúcho, as negociações avançaram, apesar de haver ainda alguns entraves.“Estamos próximos, vamos dizer, de criar as condições para o pré-acordo celebrado entre o governo federal e o estado do Rio Grande do Sul. É bem verdade que também a aprovação da Assembleia do ato de adesão também ajuda nesse processo”, disse Sartori.Em fevereiro, a Assembleia Legislativa gaúcha aprovou o projeto de lei que autoriza a assinatura pelo estado do plano de regime de recuperação. O programa prevê a...

TESOURO NACIONAL: Secretária quer revisar restos a pagar para garantir a regra de ouro

Ana Paula Vescovi reconhece que déficit com folga para cumprimento da meta não motiva comemorações e mira em 2018 Além de contar com a devolução de R$ 130 bilhões de títulos públicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a equipe econômica pretende revisar as verbas de outros anos autorizadas para 2018, para cumprir a regra de ouro, disse nesta segunda-feira (29) a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. Em 2017, a União cumpriu a regra com folga de R$ 28,8 bilhões. O resultado só foi possível graças à devolução de R$ 50 bilhões de títulos públicos do BNDES ao Tesouro. Determinada pelo Artigo 167 da Constituição, a regra de ouro estabelece que o governo só pode se endividar para financiar despesas de capital (investimentos) ou refinanciar a própria dívida. A União, dessa forma, está proibida de emitir títulos para cobrir despesas correntes/custeio da máquina pública.Para 2018, o órgão Tesouro insuficiência de R$ 208,6 bilhões para cumprir a r...

ROMBO FISCAL: Fundo soberano ainda existe e pode salvar contas este ano

Sobra do exercício de 2018 serviria para momentos de emergência mas seguiu sem ser usado mesmo com o governo central com déficits em 2014, 2015, 2016 e 2017 Adriano Villela Formado em 2008 por meio do excedente de superávit primário, o Fundo Soberano do Brasil ainda está em fase de liquidação. Para este ano, o FSB - que deveria ser usado em momentos de emergência - tem R$ 26 bilhões que podem chegar ao Tesouro este ano. O mistério é de que entre 2014 e 2017 o país acumulou déficit fiscais de aproximados R$ 30 bi, R$55 bi, R$ 151 bi e agora R$ 124 bi  - cerca de R$ 360 bilhões - e a equipe econômica não viabilizou usar essa verba para abater o rombo. Vá entender. Há outras fontes que podem servir para o governo fechar o caixa este ano, que tem regras mais rigorosas devido ao ano eleitoral e a conclusão da atual gestãp. Em 31 de dezembro, segundo os dados mais recentes do Tesouro, o órgão tinha R$ 47,4 bilhões no caixa não vinculados, que poderiam ser usados para abater a dívi...

ROMBO FISCAL: Mesmo com receitas extras, contas de 2018 preocupam

No próximo ano não há previsão de repatriação de recursos e Refis. Governo tem receios também referentes ao Teto dos Gastos Eventuais receitas extras que o governo tiver no próximo ano por causa de leilões de campos de petróleo não diminuirão a preocupação com o Orçamento em 2018, reconhece a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. Nesta terça-feira (26), o Tesouro divulgou um superávit do governo central em novembro de R$ 1,348 bilhão. No mês passado, o governo contou com dois fatores para impulsionar as receitas. Além da recuperação econômica,  o caixa da União foi reforçado com o pagamento de R$ 12,1 bilhões dos leilões para renovar a concessão de quatro usinas hidrelétricas da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Em dezembro, o Tesouro receberá R$ 10 bilhões dos leilões de concessão de petróleo e gás e R$ 3 bilhões de concessões de aeroportos leiloados no início do ano. Para o próximo ano, contudo, sem novos programas de regularização de ativos no ext...

ROMBO: Governo poderá bloquear R$ 21 bi em 2018

Segundo Tesouro Nacional, medida será necessária se ajuste fiscal não for aprovado. Este ano, houve contingenciamento de mais de R$ 40 bi, depois suavizado após mudança da meta A equipe econômica terá de bloquear R$ 21,4 bilhões do Orçamento Geral da União no próximo ano caso o Congresso não aprove as medidas de ajuste fiscal enviadas pelo governo no fim de outubro. Quem garante é a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. Segundo Ana Paula, os cortes são necessários para que o governo cumpra a meta de déficit primário de R$ 159 bilhões e o teto de gastos no próximo ano. Este ano, o governo fez contingenciamento de mais de R$ 40 bi depois suavizado após mudança da meta de R$ 139 bi para R$ 159 bi negativos. Entre as medidas do ajuste estão um projeto de lei e duas medidas provisórias com medidas de aumento de receitas e de corte de gastos para o próximo ano. A equipe econômica pretende reforçar o caixa em R$ 14 bilhões com a elevação de tributos ou a antecipação da cob...

ESTADOS: RS vai ao DF para negociar acordo de recuperação fiscal

Governo gaúcho busca vender banco ou companhias de energia, gás ou mineração, além de mudança na legislação O secretário de Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes, foi a Brasília onde participou de uma reunião com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. O objetivo é negociar a adesão ao regime de recuperação, como ocorreu com o Rio de Janeiro, que dentre outras contrapartidas deu como garantia a companhia de Saneamento Cedae, em preparação para a privatização.Para o representante do RS, há “boa vontade” da equipe econômica federal em fazer o acordo com o Rio Grande do Sul. Segundo Feltes, o governo estadual já adotou uma série de medidas para reequilibrar as contas públicas, como aumento da contribuição previdenciária dos servidores, criação de previdência complementar e elevação da carga tributária. Além disso, foi enviada à Assembleia Legislativa proposta de privatização da empresa Sulgás (Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul, da Companhia Riogra...

CRISE FISCAL: BNDES devolve mais R$ 33 bi ao Tesouro

Mais R$ 17 bilhões serão repassados em outubro; segundo equipe econômica recurso é necessário para que o governo cumpra a constituição O BNDES confirmou nesta quinta-feira (28) ter repassado R$ 33 bilhões ao Tesouro Nacional como resgate antecipado de dívidas da instituição com o governo federal. O total previsto a ser resgatado este ano é de R$ 50 bilhões, segundo anunciou, no último dia 21, o diretor da Área Financeira e Internacional do banco, Carlos Thadeu de Freitas.A operação foi efetivada com depósito de R$ 18 bilhões em moeda corrente e R$ 15 bilhões em títulos públicos federais. Em nota, o BNDES esclareceu que a decisão colegiada da diretoria levou em conta três fatores que incluem “contribuir com os esforços para conter a dívida bruta da União; assegurar a capacidade do BNDES de atender à demanda por crédito necessária ao desenvolvimento do país; e manter o alinhamento com as determinações do Tribunal de Contas da União (TCU)”. Também em nota,  a secretária do Teso...

ROMBO FISCAL: Secretária do Tesouro assegura cumprimento de meta

Rombo recorde em maio, de R$ 29 bi, gerou incerteza, mas Ana Paula Vescovi aposta em medidas tramitando no Congresso e contingenciamento  Apesar da demora na recuperação das receitas e da pressão das despesas obrigatórias, como as da Previdência Social, o cumprimento da meta fiscal em 2017 está assegurado, disse nesta quinta-feira (29) a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. “Não há nenhuma razão para mudar expectativa em relação a meta”, disse a secretária. De acordo com a dirigente, existem R$ 15 bilhões de receitas extraordinárias em tramitação no Congresso que ainda não foram incluídas nas estimativas da equipe econômica. “Esse é um dinheiro que não está programado e ainda pode entrar. ”, disse. Entre os R$ 15 bilhões não incluídos nas estimativas de receitas, a secretária do Tesouro citou o projeto de lei que regulamenta o pagamento de precatórios pela União, que pode render R$ 8,6 bilhões aos cofres federais; e a medida provisória que reabriu...