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CONTAS PÚBLICAS: Paulo Guedes espera R$ 200 bi de bancos públicos e R$ 80 bi em privatizações

Recursos permitirão governo a cumprir regra de ouro - não se endividar para pagar custeio -, mas execução enfrenta problemas Com cerca de R$ 250 bilhões de rombo para tapar para cumprir a regra de ouro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, espera tirar este dinheiro de duas grandes fontes: devolução de recursos dos bancos públicos e privatizações. Na conta do ministro, estas duas fontes renderão R$ 206 bi e R$ 80 bi, mas execução enfrenta problemas. O primeiro deles se refere a questões internas no próprio governo. Ex-ministro da Fazenda, o presidente do BNDES, Joaquim Levy, concorda com a necessidade de o banco de fomento retornar os valores que o Tesouro aplicou no começo da década para fomentar a economia. Mas considera o montante de R$ 126 bi alto para as condições da instituição. Esta situação poderia ser contornada se Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal pagasse recursos que deve ao BNDES. Porém, BB e CEF também socorrerão Guedes em cerca de R$ 80 bilhões em razão dos...

PAULO GUEDES: "Presidentes dos bancos públicos vão corrigir mercado de crédito"

Ao tomar posse no BNDES, o ex-ministro da Fazenda assegura continuidade de ajuste no balanço e redução nos aportes do Tesouro Empossados nesta segunda-feira (7), os presidentes de bancos públicos terão a missão de reduzir distorções no mercado de crédito brasileiro e equilibrar os juros cobrados pelas instituições financeiras. Foi o que assegurou o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante a solenidade. Assumiram os cargos o ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy (BNDES), Pedro Guimarães (Caixa Econômica) e Rubem Novaes (Banco do Brasil).Segundo o superministro, intervenções feitas por governos passados nos bancos públicos contribuíram para deixar o crédito mais barato para grandes empresas e mais caro para o restante da população.  “Existe dinheiro barato que está sendo desvirtuado de um lado e um muito caro do outro lado... esse tipo de distorção é que essa equipe vai mexer”, resumiu Paulo Gueudes. Tesouro Joaquim Levy afirmou que procura reduzir a proporção dos aporte...

POLÍTICA: Futuro ministro confirma Joaquim Levy no BNDES

Reconhecido pelo mercado, executivo teve atuação turbulenta em participação no governo Dilma Rousseff Ex-secretário do Tesouro Nacional durante o governo Lula e ex-ministro da Fazenda na gestão Dilma Rousseff, Joaquim Levy será presidente do BNDES na equipe do presidente eleito,Jair Bolsonaro. A indicação - e aceite pelo convidado - foi confirmada pela assessoria do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. Levy viveu os dois extremos na gestão pública. No Tesouro Nacional, viveu dias de tranquilidade e reconhecimento. De estilo ortodoxo, defendeu e implementou uma política de superávit primário, a economia para pagamento da dívida.Naquela época, ganhou o apelido de “mãos de tesoura” por conter os gastos públicos. Na Fazenda, protagonizou em 20150 uma disputa com o então ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Levy alertava para a necessidade de se controlar o déficit fiscal, Barbosa pregava um maior gasto para conter a recessão. Com o déficit e a recessão confirmados, Levy pr...

TRANSIÇÃO: Novo governo deve definir mais quatro ministros

Equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, mantém foco em privatizações e Previdência. BC é outra prioridade. Ex-ministro Joaquim Levy pode integrar futura gestão Apesar da semana curta, com o feriado de quinta-feira (Proclamação da República), a agenda da transição dos governos está cheia. Nesta segunda(12), os trabalhos estão divididos em duas frentes. No Rio, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem encontro com o futuro ministro da Economia,Paulo Guedes. A pasta do "posto ipiranga" deve absorver ainda setores do atual Ministério do Trabalho, que pode ser extinto na reforma do novo governo. A reforma da Previdência e as privatizações seguem como prioridades de Guedes. Em Brasília, o ministro extraordinário que coordena a transição, Onyx Lorenzoni, tem reuniões internas no Centro Cultural Banco do Brasil. Um dos presentes nos escritórios da transição é o deputado Pauderney Avelino (DEM). Bolsonaro já sinalizou que espera contar com o parlamentar na equipe, sem revel...