POLÍTICA: Futuro ministro confirma Joaquim Levy no BNDES
Reconhecido pelo mercado, executivo teve atuação turbulenta em participação no governo Dilma Rousseff
Ex-secretário do Tesouro Nacional durante o governo Lula e ex-ministro da Fazenda na gestão Dilma Rousseff, Joaquim Levy será presidente do BNDES na equipe do presidente eleito,Jair Bolsonaro. A indicação - e aceite pelo convidado - foi confirmada pela assessoria do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.
Levy viveu os dois extremos na gestão pública. No Tesouro Nacional, viveu dias de tranquilidade e reconhecimento. De estilo ortodoxo, defendeu e implementou uma política de superávit primário, a economia para pagamento da dívida.Naquela época, ganhou o apelido de “mãos de tesoura” por conter os gastos públicos.
Na Fazenda, protagonizou em 20150 uma disputa com o então ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Levy alertava para a necessidade de se controlar o déficit fiscal, Barbosa pregava um maior gasto para conter a recessão. Com o déficit e a recessão confirmados, Levy preferiu sair do governo, deixando a Fazenda com o próprio Nelson Barbosa.
Levy atualmente ocupava o cargo de diretor do Banco Mundial. Com cargo definido no governo, a estratégia ainda é uma incognita. Há quem defenda que o BNDES concentre operações nas privatizações e concessões, podendo até ser extinto ao final deste processo. Já a ala responsável pelos projetos de infraestrutura defende a continuidade do banco de fomento e seu apoio a obras. (Adriano Villela, com informações do G1).
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Na Fazenda, protagonizou em 20150 uma disputa com o então ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Levy alertava para a necessidade de se controlar o déficit fiscal, Barbosa pregava um maior gasto para conter a recessão. Com o déficit e a recessão confirmados, Levy preferiu sair do governo, deixando a Fazenda com o próprio Nelson Barbosa.
Levy atualmente ocupava o cargo de diretor do Banco Mundial. Com cargo definido no governo, a estratégia ainda é uma incognita. Há quem defenda que o BNDES concentre operações nas privatizações e concessões, podendo até ser extinto ao final deste processo. Já a ala responsável pelos projetos de infraestrutura defende a continuidade do banco de fomento e seu apoio a obras. (Adriano Villela, com informações do G1).
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