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Mostrando postagens com o rótulo comércio exterior

COMÉRCIO EXTERIOR: Exportações baianas crescem 3,5% em outubro

Já as importações somaram US$ 669,6 milhões no mês passado, ficando 18,2% menores do que o mesmo mês  de 2017 As exportações baianas alcançaram US$ 756,3 milhões em outubro - alta de 3,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI), este desempenho é o terceiro melhor resultado mensal de 2018. Nos dez meses do ano, as exportações do Estado chegaram a US$ 6,95 bilhões - um aumento de 3,2% na comparação com 2017. O crescimento nas exportações baianas em outubro foi puxado pelo aumento nas vendas de derivados de petróleo, soja, petroquímicos e celulose. Já as importações somaram US$ 669,6 milhões no mês passado, ficando 18,2% menores que em outubro/2017, depois de três altas mensais consecutivas.No acumulado do ano, as importações atingiram US$ 6,40 bilhões com crescimento de 6,6%. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao

COMÉRCIO EXTERIOR: Copa de 2022 pode ampliar negócios com Catar

Confira nossa fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao País pode aproveitar experiência do Mundial de 2014 e contatos na Copa América 2019. Prestação de serviços em logística e segurança e fornecimento e materiais como mármore, madeira, louça sanitária e piso cerâmico. Estas são algumas atividades brasileiras que podem incrementar negócios com o Catar, sede da Copa de 2022.Quem chama atenção para as oportunidades do pequeno país é o diretor-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby. Além da experiência com o Mundial de 2014, o país pode ampliar contatos durante a Copa América 2019. Sediado no Brasil, o torneio terá 10 seleções sulamericanas e dois convidados: Japão e o Catar. A imagem de "pátria de chuteiras" bem como as cinco copas conquistadas também podem atrair negócios. “Do ponto de vista estratégico, o Catar é um mercado para o Brasil. Não é tão grande como outros mercados, mas vale a pena buscar visto que há ...

AGRICULTURA: CNA quer ampliar mercado de hortaliças

confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ twitter: @aricomunicacao A cada ano, o mundo negocia aproximadamente US$ 60 bilhões em hortaliças. Entidade argumenta que produção nacional tem elevado a qualidade Produtos, mercados potenciais e vantagens da exportação de hortaliças são alguns dos temas previstos para o Seminário do Comércio Exterior, nesta quarta-feira, em Holambra (SP). O evento será realizado durante a 25ª Hortitec - Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas de Holambra. A cada ano, o mundo negocia aproximadamente US$ 60 bilhões em hortaliças. Para  a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o segmento tem potencial para ultrapassar os US$ 20 milhões médios vendidos ao exterior nos últimos anos. “Nossos produtores rurais estão cada vez mais estruturados e com produtos com qualidade de nível internacional. Temos um grande potencial para diversas cadeias, como cenoura, beterraba, cebola e tomat...

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial soma superávit de US$ 3,1 bi em maio

Analistas projetam um saldo ao final do ano de até US$ 52 bi, menos do que os US$ 67 bilhões do ano passado A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,1 bilhões nas duas primeiras semanas de maio. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as exportações totais somaram US$ 8,8 bilhões,  enquanto importações registraram montante de US$ 5,7 bilhões. No acumulado do ano até agora, as exportações somam US$ 83,4 bilhões e as importações, US$ 59,9 bilhões, com saldo positivo de US$ 23,4 bilhões. Nas previsões mais recentes, analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central estimam que a balança comercial em 2018 deve fechar com saldo positivo entre US$ 50 bilhões e US$ 52 bilhões, menor do que o saldo de US$ 67 bilhões do ano passado. As exportações na primeira quinzena de maio cresceram 23,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Elas foram puxadas principalmente pela comercialização de produtos básicos, como petróleo bruto, carne...

COMÉRCIO EXTERIOR: Crise argentina afeta exportações brasileiras

Dos produtos exportados para aos "hermanos", cerca de 33% são automóveis. Segundo analista, efeito no PIB é pequeno A crise econômica da Argentina - que levou o país vizinho e  recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI) - pode levar à redução das exportações brasileiras de carros e peças para o país vizinho, segundo avaliação de especialistas. Atualmente, a participação da Argentina nas exportações brasileiras é de cerca de 8% e a maior parte é do setor de veículos. De janeiro a abril, as vendas do país ao exterior totalizaram US$ 74,299 bilhões. Desse total, US$ 6,060 bilhões são referentes à Argentina. Dos produtos exportados para a Argentina, cerca de 33% são automóveis. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)  ainda não tem uma previsão de quanto podem cair as exportações com a crise. A associação informou que 76% das exportações do setor vão para a Argentina, seguido do México (7%), Chile (5%), Uruguai (4%), Colômbia 3% e Peru (...

COMÉRCIO EXTERIOR: CNI apresenta agenda internacional com 98 ações

Segundo a CNI, o atraso e a burocracia alfandegários têm um custo equivalente a um imposto de 15% na exportação e 14% na importação brasileira A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou nesta terça-feura (27) uma agenda com 98 ações prioritárias para facilitar e desburocratizar o comércio exterior e modernizar a política comercial do país. No documento,  a CNI destaca a importância de concluir o acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia e ampliar o acerto entre o Brasil e o México. “Ao mesmo tempo, com a costura de novas parcerias comerciais, o Brasil precisa fortalecer seu sistema de defesa comercial, como meio de combater práticas desleais”, ressalta a entidade.Além disso, para a indústria é preciso implementar medidas de facilitação e desburocratização, como o Portal Único de Comércio Exterior, e aperfeiçoar outros, a exemplo do programa brasileiro de Operador Econômico Autorizado. Segundo a CNI, o atraso e a burocracia alfandegários têm um cus...

INDÚSTRIA: Déficit Balança comercial do setor químico cresce 18% no bimestre

Pela primeira vez, desde 2014, valor importado supera marca US$ 6 bilhões em janeiro e fevereiro, destacou a Abiquim Apesar de queda em volumes de fertilizantes e seus intermediários, o déficit acumulado da balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 3,8 bilhões nos dois primeiros meses do ano. O valor representa aumento de 18,1% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). “Pela primeira vez, desde 2014, o valor importado supera a marca dos US$ 6 bilhões no primeiro bimestre"destaca a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo. No primeiro bimestre de 2018, as importações de produtos químicos, de praticamente US$ 6,1 bilhões, registraram uma elevação de 15% em relação ao mesmo período de 2017. Já as exportações, de US$ 2,3 bilhões, apresentaram crescimento de 10,1% na mesma comparação. Em fevereiro, as compras externas de produtos químicos chegaram a US$ 2,9 bilhões, um...

COMÉRCIO EXTERIOR: Terceira semana tem superávit de US$ 1,672 bilhão

No ano, as exportações totalizam US$ 45,997 bilhões e as importações, US$ 34,678 bilhões, com saldo positivo de US$ 11,319 bilhões.  Na terceira semana de março, a balança comercial teve superávit de US$ 1,672 bilhão. As exportações totalizaram  US$ 4,9 bilhões e as importações,  US$ 3,2 bilhões. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). A média das exportações da terceira semana deste mês (US$ 981,9 milhões) ficou 1% acima da média até a segunda semana (US$ 972,4 milhões). O movimento decorreu do aumento das vendas externas de produtos básicos (8,4%, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, carnes de frango e bovina, café em grão, bovinos vivos) e semimanufaturados (7%, em razão de semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, açúcar em bruto, catodos de cobre, madeira em estilhas, madeira serrada ou fendida). Nas importações, segundo o ministério, houve retração de 6,2% sobre igual período comparativo. O recuo é explic...

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança registra superávit de US$ 1,9 bi na segunda semana de março

Desde o início do ano, exportações cresceram 11,4% em relação ao mesmo período de 2017. Saldo positivo totaliza US$ 9,648 bilhões A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,977 bilhão na segunda semana de março. O valor é resultado de exportações de US$ 6,808 bilhões e importações de US$ 4,832 bilhões.Nas exportações, houve crescimento de 11,4%, na comparação da média até a segunda semana de março deste ano (US$ 972,6 milhões) com a de março de 2017 (US$ 872,8 milhões). O aumento foi causado por três categorias de produtos: semimanufaturados (19,4%), manufaturados (11,8%); e básicos (8,9%).  Em 2018, as exportações totalizam US$ 41,089 bilhões e as importações, US$ 31,441 bilhões. Com isso, a balança comercial tem saldo positivo de US$ 9,648 bilhões. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao

COMÉRCIO EXTERIOR: Venda de produtos eletroeletrônicos cresce 16,8% em janeiro

Importações chegaram a US$ 2,93 bilhões, 15,3% acima das registradas no mesmo mês de 2017. Caso economia siga crescendo, déficit deve aumentar A comercialização de produtos eletroeletrônicos com o exterior cresceu mais de 15% no mês de janeiro, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). As exportações do setor, no primeiro mês do ano, totalizaram US$ 407,9 milhões. Na mesma comparação, as importações chegaram a US$ 2,93 bilhões, 15,3% acima das registradas no mesmo mês de 2017 (US$ 2,54 bilhões). Com o resultado, o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos brasileiros somou US$ 2,52 bilhões em janeiro, 15% superior ao computado no mesmo período de 2017 (US$ 2,19 bilhões).Segundo a entidade, o destaque para as vendas ao exterior ficou por conta de bens de informática (acréscimo de 90,1%), automação industrial (34,2%) e de componentes (20,3%). Nas importações, destacaram-se os componentes para telecomunicações (30%), s...

MUNDO: Após embargo, Catar amplia compra de empresas brasileiras

Em 2017, o Brasil exportou US$ 420,28 milhões para o Catar, representando um aumento nas vendas de 11,18% em relação ao ano anterior Sete meses após um embargo econômico por terra, mar e ar decretado contra o Catar pela Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito,a situação é de alívio para as cerca de 250 empresas brasileiras que exportam para o Catar.A justificativa para o embargo foi a de que o Catar estaria apoiando o terrorismo.  Um balanço recente das trocas entre os dois países mostra que, embora ainda haja um saldo anual de US$ 25 milhões a favor do emirado árabe, os números mostram uma tendência de crescimento de vendas favorável ao Brasil no futuro próximo. Em 2017, o Brasil exportou US$ 420,28 milhões para o Catar, representando um aumento nas vendas de 11,18% em relação ao ano anterior. “Importamos do Brasil importantes commodities, como carne, frango e vegetais e exportamos combustíveis e fertilizantes”, disse o embaixador do Catar no Brasil, Mohammed...

ANTIDUMPING: MDIC revisa imposto de importação de leite

Circular da Secretaria de Comércio Exterior aponta para extinção de sobretaxa a produto vindo da Europa e Nova Zelândia O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços começou a revisar nesta semana a aplicação de medidas de defesa comercial às importações brasileiras de leite em pó ou granulado provenientes da Nova Zelândia e da União Europeia. Atualmente, esses produtos são sobretaxados em, respectivamente, 3,9% e 14,8%, valores que continuarão em vigor até o fim do processo de revisão.O Brasil instituiu medidas antidumping contra os produtos em fevereiro de 2001. Desde então, o receio de que a importação possa prejudicar os produtores nacionais motivou a prorrogação das medidas antidumping em 2006 e em 2013. A vigência da medida seria encerrada na última terça-feira (6). Uma circular da Secretaria de Comércio Exterior, que instituiu a terceira revisão das medidas, diz que um parecer do Departamento de Defesa Comercial (Decom) indica “elementos suficientes” para que a ...

COMÉRCIO EXTERIOR: Correios reajustam despacho postal

Trata-se do valor pago pelos importadores pela a prestação dos serviços de apoio administrativo às atividades de tratamento aduaneiro (entrada e saída de mercadorias)  A partir desta segunda-feira (5), o despacho postal será reajustado de R$ 12 para R$ 15. De acordo com os Correios, o valor do serviço não sofreu nenhuma alteração desde a sua implantação, em outubro de 2014. “Na área de encomendas, os Correios concorrem com empresas privadas e o cálculo do reajuste é baseado na variação dos custos, nas tendências do mercado e na evolução do cenário comercial de livre concorrência”, informou a empresa. O despacho postal é o valor pago pelos importadores em razão da prestação dos serviços de suporte postal e apoio administrativo às atividades de tratamento aduaneiro (entrada e saída de mercadorias, em aeroportos e fronteiras). Desde 22 de janeiro de 2018, todas as encomendas internacionais cuja declaração de importação for registrada na plataforma eletrônica Minhas Importações est...

AÇO: Camex rejeita medidas protetivas na importação da China e Rússia

Por enquanto, país vai investigar cinco empresas suspeitas de reduzir preços artificialmente visando restringir atuação de concorrentes brasileiros A Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu nesta quinta-feira (18) não aplicar medidas de proteção contra laminados de aço vendidos por empresas da China e da Rússia ao Brasil. A decisão favorável visaria coibir a prática de dumping, em que empresas vendem produtos com um preço abaixo do valor do mercado tendo assim vantagens sobre os produtos nacionais. Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, a Camex decidiu, por enquanto, investigar a atuação de cinco empresas suspeitas de praticar preços artificialmente reduzidos, o que é proibido pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A taxação dos produtos importados desses países fica suspensa por um ano, mas pode ser revista a qualquer momento, completou o ministro. “Esse mercado ficará, portanto, sendo observado. Havendo a volta da prática dessas ações desleais de comérci...

BRASIL: Entidade projeta elevação de 11,7% nas importações e 1,1% nas exportações

Com US$ 218 bi em vendas aos outros países e US$ 168 bi de compra, país deve registrar no próximo ano saldo de US$ 50 bilhões Na primeira previsão para a balança comercial de 2018, divulgada nesta quinta-feira (14) no Rio de Janeiro, a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) estimou que as exportações alcançarão US$ 218,966 bilhões, alta de 1,1% em comparação aos US$ 216,462 bilhões esperados este ano. As importações ficarão em US$ 168,625 bilhões -elevação de 11,7% sobre os US$ 150,995 bilhões projetados para 2017. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da AEB, José Augusto de Castro, analisou que o saldo maior de 2017 foi um ponto fora da curva. “(No) ano que vem nós temos a expectativa de que, com a retomada do crescimento econômico interno, vai haver maior demanda por produtos importados”. Castro lembrou que o IBGE  já anunciou que haverá uma quebra na safra de soja e de milho, itens que têm um peso grande na pauta de vendas para outros países. Na exportaçã...

EXPORTAÇÕES: Sebrae quer incentivos para pequenos negócios

Quebrar barreiras da burocracia e construir uma relação comercial mais intensa com países vizinhos e lusófonos foram sugeridas por Guilherme Afif Domingos O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, defendeu a criação de uma política de comércio exterior para micro e pequenos negócios. A seu ver, falta mais integração entre os órgãos governamentais que atuam nas exportações.O executivo  dados de um estudo do Sebrae sobre o desempenho das micro e pequenas empresas nas exportações no período de 2009 a 2016.  Apesar das barreiras burocráticas, o número de pequenos negócios exportadores registrou um crescimento de 12% em 2016, frente ao ano anterior.Outro ponto destacado foi o aumento do valor total exportado pelas micro e pequenas empresas, em contrapartida o movimento verificado entre as médias e grandes empresas.  Em 2016, as MPE faturaram US$ 998 milhões em vendas para fora, o que significou alta de 6% em relação ao ano anterior. O estudo foi feito em parceria...

EMPREENDEDORISMO: Startups brasileiras vão poder vender no exterior

Interessados que forem selecionados pelo StartOut Brasil  contarão com consultoria especializada para se preparar para os negócios e as demais tratativas nos países programados Os empreendimentos classificados como startup vão ter oportunidades de vender as suas ideias no exterior, fechar acordos bilaterais ou negócios com a ajuda de profissionais do governo e do setor privado. O auxílio será dado pelo programa StartOut Brasil, lançado nesta sexta-feira (24), em São Paulo. Estão programadas quatro missões empresariais do gênero, a primeira prevista para dezembro em Paris. As demais estão programadas para maio (Berlim); julho (Miami) e novembro (Lisboa). Para cada uma dessas inciativas serão selecionadas 15 startups. Os interessados que forem selecionados  contarão com consultoria especializada para se preparar para os negócios e as demais tratativas nos países programados que incluem visitas a empresas locais, incubadoras e aceleradoras, reuniões, encontros para investi...

EDUCAÇÃO: Salvador terá extensão em Comércio Exterior

Parceria da Hélio Rocha com a AN Consultoria & Gestão envolvem oito módulos e inicia aulas em agosto de extensão no segundo semestre de 2017, nas áreas empresarial e de comércio exterior. As aulas, sempre aos sábados das 08:00 h às 17:00 h, abrangem Iniciação à Logística; Promoção de Produtos no Exterior; Promoção de Negócios na Internet; Iniciação à Exportação e Importação; Formação de Preços e Custos nas Exportações e Importações; Negociação com Países Asiáticos; Planejamento e Organização de Eventos e Alianças Público-Privadas. Os cursos, com duração de 16 horas, se iniciam em agosto - com Iniciação à Logística  - e seguem até dezembro. Cada módulo custa R$ 250,00. As matrículas já estão disponíveis. Os interessados devem procurar a secretaria da faculdade, no telefone (71) 3038-9709. Confira nossa Fanpage https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/ Twitter: @aricomunicacao