EMPRESA: Confiança recua em junho e no trimestre
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ICE chegou a 90,5 pontos mês passado. Indicador consolida cenário nos setores agropecuário, indústria, serviços e comércio
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) recuou 1,9 ponto em junho, para 90,5 pontos. Na média do segundo trimestre de 2018, também houve queda de 1,9 ponto em relação ao trimestre anterior.
“ Parte do aumento do desânimo neste mês está relacionada aos desdobramentos econômicos e políticos da greve dos caminhoneiros do final de maio. Este efeito aparentemente temporário somou-se aos outros fatores que vinham provocando quedas da confiança” afirma Aloisio Campelo Jr., superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE.
O pesquisador citou como outra influência para o declínio o ritmo lento da retomada do crescimento econômico. O ICE consolida a confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
A queda do ICE em junho decorreu da piora tanto da percepção dos empresários sobre o momento presente quanto das perspectivas de curto prazo. O subíndice da Situação Atual (ISA-E) caiu 1,1 ponto, para 88,6 pontos. Pelo terceiro mês consecutivo, o Índice de Expectativas (IE-E) recuou, ao variar -0,9 ponto, para 97,5 pontos, o menor nível desde janeiro de 2018 (96,8 pontos).
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ICE chegou a 90,5 pontos mês passado. Indicador consolida cenário nos setores agropecuário, indústria, serviços e comércio
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) recuou 1,9 ponto em junho, para 90,5 pontos. Na média do segundo trimestre de 2018, também houve queda de 1,9 ponto em relação ao trimestre anterior.
“ Parte do aumento do desânimo neste mês está relacionada aos desdobramentos econômicos e políticos da greve dos caminhoneiros do final de maio. Este efeito aparentemente temporário somou-se aos outros fatores que vinham provocando quedas da confiança” afirma Aloisio Campelo Jr., superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE.
O pesquisador citou como outra influência para o declínio o ritmo lento da retomada do crescimento econômico. O ICE consolida a confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
A queda do ICE em junho decorreu da piora tanto da percepção dos empresários sobre o momento presente quanto das perspectivas de curto prazo. O subíndice da Situação Atual (ISA-E) caiu 1,1 ponto, para 88,6 pontos. Pelo terceiro mês consecutivo, o Índice de Expectativas (IE-E) recuou, ao variar -0,9 ponto, para 97,5 pontos, o menor nível desde janeiro de 2018 (96,8 pontos).
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