CRISE DA CARNE: Mapa determina corte de carne in natura
Somadas, as 15 plantas que exportam para os EUA acumularam perdas de US$ 49 milhões de janeiro a maio deste ano
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou a frigoríficos brasileiros que carnes in natura de cortes dianteiros a serem exportadas aos Estados Unidos sigam apenas na forma de recortes, cubos, iscas ou tiras. A medida integra a negociação com o mercado dos EUA, que suspenderam a importação do produto fresco do Brasil.
Em março, após a operação Carne Fraca, a inspeção daquele país intensificou a fiscalização, identificando reações inadequadas a vacinas contra a febre aftosa. Não foram encontrados focos da doença. O Mapa argumenta que apenas a aparência fica comprometida e que o produto não oferece nenhum risco a saúde. Somadas, as 15 plantas que exportam para os EUA acumularam perdas de US$ 49 milhões de janeiro a maio deste ano.
O Brasil exporta para os Estados Unidos a parte dianteira do boi inteira, local onde o gado recebe a vacina contra a febre aftosa. Mesmo que não esteja aparente, alguma inflamação pode ser detectada quando a peça é cortada. Após a Operação Carne Fraca, mercados como os dos Estados Unidos e da Comunidade Europeia determinaram a fiscalização de 100% da carne brasileira.
No próximo dia 13 de julho, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa/Mapa), José Luis Vargas, e o coordenador-geral de Controle e Avaliação do Dipoa, Rafael Filipputti, se reunirão com autoridades sanitárias dos Estados Unidos, em Washington. O objetivo é discutir as medidas de controle adotadas depois que foram detectados abcessos na carne bovina in natura exportada ao mercado norte-americano.
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou a frigoríficos brasileiros que carnes in natura de cortes dianteiros a serem exportadas aos Estados Unidos sigam apenas na forma de recortes, cubos, iscas ou tiras. A medida integra a negociação com o mercado dos EUA, que suspenderam a importação do produto fresco do Brasil.
Em março, após a operação Carne Fraca, a inspeção daquele país intensificou a fiscalização, identificando reações inadequadas a vacinas contra a febre aftosa. Não foram encontrados focos da doença. O Mapa argumenta que apenas a aparência fica comprometida e que o produto não oferece nenhum risco a saúde. Somadas, as 15 plantas que exportam para os EUA acumularam perdas de US$ 49 milhões de janeiro a maio deste ano.
O Brasil exporta para os Estados Unidos a parte dianteira do boi inteira, local onde o gado recebe a vacina contra a febre aftosa. Mesmo que não esteja aparente, alguma inflamação pode ser detectada quando a peça é cortada. Após a Operação Carne Fraca, mercados como os dos Estados Unidos e da Comunidade Europeia determinaram a fiscalização de 100% da carne brasileira.
No próximo dia 13 de julho, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa/Mapa), José Luis Vargas, e o coordenador-geral de Controle e Avaliação do Dipoa, Rafael Filipputti, se reunirão com autoridades sanitárias dos Estados Unidos, em Washington. O objetivo é discutir as medidas de controle adotadas depois que foram detectados abcessos na carne bovina in natura exportada ao mercado norte-americano.
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