BALANÇO: Petrobras confirma pagamento a acionistas
Companhia anunciou nesta terça-feira (6) um lucro de no terceiro trimestre de R$ 6,6 bi no trimestre e R$ 23,7 bi no ano
O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião realizada na segunda (5), aprovou a distribuição de remuneração antecipada aos acionistas da companhia sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP). A medida é prevista no artigo 9º, parágrafo único, do Estatuto Social da petrolífera e no artigo 9º da Lei 9.249/95.
O valor a ser distribuído, no montante de R$ 1,3 bilhão, correspondente a um valor bruto de R$ 0,10 por ação, que será pago em 3 de dezembro. Também nesta terça, a Petrobras anunciou o lucro líquido de R$ 23,7 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, maior valor desde 2011 e 4,7 vezes superior ao mesmo período do ano anterior.
"O Ebtida ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu o recorde histórico, de R$ 85,7 bilhões, com margem de 33%. Esse desempenho se deve às maiores margens nas exportações e vendas de derivados no Brasil, impulsionadas pelo aumento do Brent e depreciação do real".
No terceiro trimestre, o ganho foi de R$ 6,6 bi. “Nossos resultados financeiros comprovam que já estamos colhendo uma série de frutos decorrentes de nossa recuperação. É o terceiro trimestre seguido em que registramos lucro líquido”, disse o presidente da Petrobras, Ivan Monteiro.
A relação entre a dívida líquida e o EBITDA ajustado (geração de caixa) prosseguiu em queda, caindo de 3,67 dezembro de 2017 para 2,96 em setembro de 2018. Em valores, o endividamento diminuiu 14% nos primeiros nove meses deste ano em relação a dezembro de 2017, atingindo US$ 72,9 bilhões em setembro.
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O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião realizada na segunda (5), aprovou a distribuição de remuneração antecipada aos acionistas da companhia sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP). A medida é prevista no artigo 9º, parágrafo único, do Estatuto Social da petrolífera e no artigo 9º da Lei 9.249/95.
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"O Ebtida ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu o recorde histórico, de R$ 85,7 bilhões, com margem de 33%. Esse desempenho se deve às maiores margens nas exportações e vendas de derivados no Brasil, impulsionadas pelo aumento do Brent e depreciação do real".
No terceiro trimestre, o ganho foi de R$ 6,6 bi. “Nossos resultados financeiros comprovam que já estamos colhendo uma série de frutos decorrentes de nossa recuperação. É o terceiro trimestre seguido em que registramos lucro líquido”, disse o presidente da Petrobras, Ivan Monteiro.
A relação entre a dívida líquida e o EBITDA ajustado (geração de caixa) prosseguiu em queda, caindo de 3,67 dezembro de 2017 para 2,96 em setembro de 2018. Em valores, o endividamento diminuiu 14% nos primeiros nove meses deste ano em relação a dezembro de 2017, atingindo US$ 72,9 bilhões em setembro.
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