CONSUMIDORES: Medo de perder o emprego atinge 30%
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Para 45% dos brasileiros, a própria situação financeira atual é ruim. Outros 45% a classificam como ruim, ressaltam CNDL e SPC Brasil
Segundo sondagem divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e SPC Brasil, 45% dos brasileiros consideram a própria situação financeira atual como ruim ou péssimo. Outros 45% a avaliam regular e um percentual menor (8%) vê o momento presente como bom.
Dentre os entrevistados que trabalham, 29% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. Para 25%, o risco é baixo e 46% não temem ser dispensados pelos seus patrões. Estes percentuais fazem parte do Indicador de Confiança do Consumidor
Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a expectativa é de que neste semestre a atividade econômica não reaja na intensidade necessária para melhorar os dados de emprego e de renda da população.
“As projeções apontam para uma desaceleração no ritmo da retomada, que já era lento e ainda foi prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros”, explica a economista, que não está sozinha nestas previsões.A pesquisa aponta que 53% dos consumidores estão pessimistas para os próximos seis meses da economia.
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Para 45% dos brasileiros, a própria situação financeira atual é ruim. Outros 45% a classificam como ruim, ressaltam CNDL e SPC Brasil
Segundo sondagem divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e SPC Brasil, 45% dos brasileiros consideram a própria situação financeira atual como ruim ou péssimo. Outros 45% a avaliam regular e um percentual menor (8%) vê o momento presente como bom.
Dentre os entrevistados que trabalham, 29% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. Para 25%, o risco é baixo e 46% não temem ser dispensados pelos seus patrões. Estes percentuais fazem parte do Indicador de Confiança do Consumidor
Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a expectativa é de que neste semestre a atividade econômica não reaja na intensidade necessária para melhorar os dados de emprego e de renda da população.
“As projeções apontam para uma desaceleração no ritmo da retomada, que já era lento e ainda foi prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros”, explica a economista, que não está sozinha nestas previsões.A pesquisa aponta que 53% dos consumidores estão pessimistas para os próximos seis meses da economia.
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