PETROBRÁS: FUP entra na Justiça contra venda de quatro refinarias
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Direção da companhia quer se desfazer do controle de duas unidades no Sul e duas no Nordeste - a controversa Abreu e Lima (PE) e baiana RLam
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) entrou com ação nesta segunda-feira (18) na Justiça Trabalhista do Rio questionando a privatização de quatro refinarias. Companhia quer se desfazer do controle de duas unidades no Sul - Alberto Pasqualini (RS) e Presidente Getúlio Vargas (PR) e duas no Nordeste - a controversa Abreu e Lima (PE) e baiana Landulpho Alves (RLAM).
De acordo com a entidade, os pacotes de venda representam juntos quase 40% de toda a capacidade de refino do Brasil. Destes, a companhia pretende vender 60% de sua participação acionária em cada uma - em torno de 24% do total. A ação ajuizada pelos petroleiros no Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-RJ) questiona os impactos sociais e trabalhistas da privatização, alegando que os direitos dos trabalhadores deveriam ser preservados.
A federação afirma que a venda das refinarias " além de não se traduzir em qualquer espécie de investimento para a sociedade, deixa dúvidas sobre a geração de renda e empregos nas regiões atingidas". Ainda de acordo com a federação, "a alienação das refinarias, avaliada sob a ótica de sua expressividade, representará, portanto, prejuízos à União e, consequentemente, à sociedade como um todo”.
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Direção da companhia quer se desfazer do controle de duas unidades no Sul e duas no Nordeste - a controversa Abreu e Lima (PE) e baiana RLam
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) entrou com ação nesta segunda-feira (18) na Justiça Trabalhista do Rio questionando a privatização de quatro refinarias. Companhia quer se desfazer do controle de duas unidades no Sul - Alberto Pasqualini (RS) e Presidente Getúlio Vargas (PR) e duas no Nordeste - a controversa Abreu e Lima (PE) e baiana Landulpho Alves (RLAM).
De acordo com a entidade, os pacotes de venda representam juntos quase 40% de toda a capacidade de refino do Brasil. Destes, a companhia pretende vender 60% de sua participação acionária em cada uma - em torno de 24% do total. A ação ajuizada pelos petroleiros no Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT-RJ) questiona os impactos sociais e trabalhistas da privatização, alegando que os direitos dos trabalhadores deveriam ser preservados.
A federação afirma que a venda das refinarias " além de não se traduzir em qualquer espécie de investimento para a sociedade, deixa dúvidas sobre a geração de renda e empregos nas regiões atingidas". Ainda de acordo com a federação, "a alienação das refinarias, avaliada sob a ótica de sua expressividade, representará, portanto, prejuízos à União e, consequentemente, à sociedade como um todo”.
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