DÓLAR: Valorização do câmbio é questão internacional, avalia ministério
Guardia afirmou à imprensa que estratégia seguirá focando no ajuste fiscal e ressaltou quadro favorável das contas externas
A alta do dólar no Brasil é um movimento internacional de fortalecimento da moeda norte-americana, avalia o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.O ministro falou à imprensa nesta terça-feira (15) após participar de reunião com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Raimundo Carreiro. Hoje, às 12h10, o dólar estava cotado a R$ 3,68, com alta de 1,4%.
“Vejo como uma tendência internacional de fortalecimento do dólar. Se nós olharmos para os países emergentes ou para as principais moedas, elas estão se desvalorizando vis-à-vis o dólar”, destacou o ministro.“No curto prazo, é um movimento internacional de fortalecimento do dólar e o Brasil não está imune a isso”.
Segundo o Guardia, o governo deve manter a estratégia de ajuste fiscal para fazer frente a alta do dólar. “Temos um cenário de contas externas muito favorável, temos reservas internacionais, temos um pequeno déficit em transações correntes, que é amplamente financiável pelos investimentos diretos estrangeiros, a inflação está baixa, um processo de redução da taxa de juros”, disse.
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A alta do dólar no Brasil é um movimento internacional de fortalecimento da moeda norte-americana, avalia o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.O ministro falou à imprensa nesta terça-feira (15) após participar de reunião com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Raimundo Carreiro. Hoje, às 12h10, o dólar estava cotado a R$ 3,68, com alta de 1,4%.
“Vejo como uma tendência internacional de fortalecimento do dólar. Se nós olharmos para os países emergentes ou para as principais moedas, elas estão se desvalorizando vis-à-vis o dólar”, destacou o ministro.“No curto prazo, é um movimento internacional de fortalecimento do dólar e o Brasil não está imune a isso”.
Segundo o Guardia, o governo deve manter a estratégia de ajuste fiscal para fazer frente a alta do dólar. “Temos um cenário de contas externas muito favorável, temos reservas internacionais, temos um pequeno déficit em transações correntes, que é amplamente financiável pelos investimentos diretos estrangeiros, a inflação está baixa, um processo de redução da taxa de juros”, disse.
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