PREVIDÊNCIA: Chances de retirada de pauta da reforma são concretas
Rodrigo Maia nega ter tomado já a decisão, mas não esconde que só colocará a matéria em votação caso haja garantias concretas de aprovação, ainda inexistentes
“Antes do dia 20 de fevereiro, não há da minha parte nenhum posicionamento para tirar a reforma da Previdência da pauta da Câmara”. A afirmativa é do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Apesar da negativa, seu conteúdo revela que são concretas as chances de a reforma da Previdência ser retirada de pauta. Como dirigente máximo da Casa, cabe a Maia marcar ou não a votação.
Durante a manha, veículos diversos noticiaram sobre uma possível retirada da pauta já, o que foi negado pelo parlamentar. Maia, contudo, não esconde que só colocará a matéria em votação caso haja garantias concretas de aprovação, ainda inexistentes. Há ainda um componente político difícil de se medir. O presidente da Câmara é um dos pré-candidatos a presidente da República nas hostes governistas. O outro é o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, o auxiliar do presidente Michel Temer que patrocina a reforma da Previdência.
Nesta segunda-feira, o presidente da Câmara receberá governadores na residência oficial. O deputado também vai se encontrar com o relator da proposta, Arthur Maia (PPS-BA), e consultores legislativos para tratar de mudanças na reforma por meio de uma emenda aglutinativa que poderá ser apresentada em plenário amanhã. Atua, portanto, como o principal articulador das mudanças na Previdência, em lugar do ministro da área.
Botando panos quentes, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse nesta segunda-feira (5) que o governo precisa de cerca de mais 40 votos para aprovar a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados e conseguirá alcançar o total necessário – 308 votos – até o dia da votação, em fevereiro. “No dia 20 [de fevereiro] teremos os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência”, afirmou, em entrevista. “Quinze dias, para quarenta votos, em meio a um universo de 80, 100 indecisos, não é uma missão impossível e não é um desafio que nos assuste ou nos faça fugir.” E acrescentou que a votação não ficará para março. (Adriano Villela, com informações da Agência Brasil).
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“Antes do dia 20 de fevereiro, não há da minha parte nenhum posicionamento para tirar a reforma da Previdência da pauta da Câmara”. A afirmativa é do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Apesar da negativa, seu conteúdo revela que são concretas as chances de a reforma da Previdência ser retirada de pauta. Como dirigente máximo da Casa, cabe a Maia marcar ou não a votação.
Durante a manha, veículos diversos noticiaram sobre uma possível retirada da pauta já, o que foi negado pelo parlamentar. Maia, contudo, não esconde que só colocará a matéria em votação caso haja garantias concretas de aprovação, ainda inexistentes. Há ainda um componente político difícil de se medir. O presidente da Câmara é um dos pré-candidatos a presidente da República nas hostes governistas. O outro é o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, o auxiliar do presidente Michel Temer que patrocina a reforma da Previdência.
Nesta segunda-feira, o presidente da Câmara receberá governadores na residência oficial. O deputado também vai se encontrar com o relator da proposta, Arthur Maia (PPS-BA), e consultores legislativos para tratar de mudanças na reforma por meio de uma emenda aglutinativa que poderá ser apresentada em plenário amanhã. Atua, portanto, como o principal articulador das mudanças na Previdência, em lugar do ministro da área.
Botando panos quentes, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse nesta segunda-feira (5) que o governo precisa de cerca de mais 40 votos para aprovar a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados e conseguirá alcançar o total necessário – 308 votos – até o dia da votação, em fevereiro. “No dia 20 [de fevereiro] teremos os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência”, afirmou, em entrevista. “Quinze dias, para quarenta votos, em meio a um universo de 80, 100 indecisos, não é uma missão impossível e não é um desafio que nos assuste ou nos faça fugir.” E acrescentou que a votação não ficará para março. (Adriano Villela, com informações da Agência Brasil).
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