MATERIAL ESCOLAR: Compras coletivas podem reduzir custo, alerta professor


Associação Abifae estima alta de 10% nos preços destes produtos. Apegar-se a determinadas marcas é outro importante  risco de prejuízo


 A estimativa da Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae) é de que esses produtos tenham um ajuste de mais de 10% comparado ao ano de 2017. Aquisições coletivas, junto com os pais dos colegas de classe, é uma alternativa, segundo Alex Magalhães, mestre em Controladoria e Finanças e professor dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Centro Universitário Estácio da Bahia, Alex Magalhães.

Reaproveitar materiais sempre que possível e a conhecida pesquisa comparativa de preços são outras dicas. Para Alex Magalhães, é importante não se apegar a marcas e personagens, pois isso encarece o preço do material. É interessante também conversar com os vendedores para saber mais sobre promoções e condições de pagamento, além da relação custo-benefício de adquirir algum material mais caro, mas com maior qualidade e durabilidade.


“Outro ponto importante é que algumas escolas cobram uma taxa extra de material que os pais não são obrigados a pagar. Mas caso resolvam efetuar o pagamento desta taxa, peçam que a escola apresente a lista de material detalhada contemplada nesta taxa”, complementa Magalhães.

 
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