FRANCHISING: Franquias cresce 8% em 2017 e prevê alta de 9% a 10% este ano
Como se baseia em modelo já consolidado na empresa matriz, segmento manteve vigor mesmo nos anos de recessão (2015 e 2016)
O setor de franquias cresceu 8% em 2017 na comparação com o ano anterior, saltando de R$ 151,2 bilhões para cerca de R$ 163 bilhões, segundo balanço parcial da Associação Brasileira de Franchising (ABF) divulgado nesta quinta-feira (11) em São Paulo. “Os sinais de melhora da economia brasileira, especialmente leve recuperação da renda e consumo, se refletiram no setor de franquias ao longo do ano passado”, avaliou a entidade.
Para o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, além do quadro macroeconômico, o ano foi marcado por três movimentos: a progressiva diversificação de canais, modelos e localização; a interiorização do franchising; e o crescimento de franqueados multiunidade. Como se baseia em modelo já consolidado na empresa matriz, segmento manteve vigor mesmo nos anos de recessão (2015 e 2016). A previsão para este ano é de expansão de 9% e 10%.
“A busca por eficiência, novos mercados e por atrair um consumidor receoso se traduziu em muita inovação: novas estratégias de venda, de configuração de ponto comercial, aprimoramentos em produtos e parcerias", explicou o dirigente da ABF. "Neste movimento, os franqueados com mais de uma unidade tiveram o importante papel de assumir lojas em dificuldade e as cidades do interior, a função de manter viva a expansão”.
Já em relação aos empregos gerados no setor, a prévia sinaliza crescimento de 1%, alcançando cerca de 1,2 milhão de trabalhadores diretos. A projeção é de que, em 2018, haja uma elevação de 3% no número de empregos em franchising.
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O setor de franquias cresceu 8% em 2017 na comparação com o ano anterior, saltando de R$ 151,2 bilhões para cerca de R$ 163 bilhões, segundo balanço parcial da Associação Brasileira de Franchising (ABF) divulgado nesta quinta-feira (11) em São Paulo. “Os sinais de melhora da economia brasileira, especialmente leve recuperação da renda e consumo, se refletiram no setor de franquias ao longo do ano passado”, avaliou a entidade.
Para o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, além do quadro macroeconômico, o ano foi marcado por três movimentos: a progressiva diversificação de canais, modelos e localização; a interiorização do franchising; e o crescimento de franqueados multiunidade. Como se baseia em modelo já consolidado na empresa matriz, segmento manteve vigor mesmo nos anos de recessão (2015 e 2016). A previsão para este ano é de expansão de 9% e 10%.
“A busca por eficiência, novos mercados e por atrair um consumidor receoso se traduziu em muita inovação: novas estratégias de venda, de configuração de ponto comercial, aprimoramentos em produtos e parcerias", explicou o dirigente da ABF. "Neste movimento, os franqueados com mais de uma unidade tiveram o importante papel de assumir lojas em dificuldade e as cidades do interior, a função de manter viva a expansão”.
Já em relação aos empregos gerados no setor, a prévia sinaliza crescimento de 1%, alcançando cerca de 1,2 milhão de trabalhadores diretos. A projeção é de que, em 2018, haja uma elevação de 3% no número de empregos em franchising.
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