SERVIÇOS PÚBLICO: União ainda vai tentar adiar reajuste
Confira nossa fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
twitter: @aricomunicacao
Planejamento alega que medida renderei R$ 11 bi de economia no primeiro do ano do novo gestor. LDO aprovada já veta aumentos novos em 2019
Ainda que o calendário eleitoral dificulte a aprovação de novos projetos, ainda mais polêmicos, a equipe econômica não desistiu de aprovar o adiamento do reajuste dos servidores de 2019 para 2020. O próprio ministro do Planejamento, Esteves Colnago, admitiu que pretende apresentar a proposta ao presidente Michel Temer.
A parcela do reajuste de 2019 seria a última de uma negociação que concedeu aumentos para diversas categorias ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Essas carreiras tiveram o reajuste dividido em parcela – de 2016 a 2019 -, sendo que a última está prevista para ser paga no próximo ano.
Contudo, de acordo com o ministro, com o adiamento, o governo evitaria um gasto de R$ 11 bilhões em 2019.
A decisão do Ministério do Planejamento ocorreu depois do Congresso Nacional retirar do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a restrição para novos reajustes em 2019.
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
twitter: @aricomunicacao
Planejamento alega que medida renderei R$ 11 bi de economia no primeiro do ano do novo gestor. LDO aprovada já veta aumentos novos em 2019
Ainda que o calendário eleitoral dificulte a aprovação de novos projetos, ainda mais polêmicos, a equipe econômica não desistiu de aprovar o adiamento do reajuste dos servidores de 2019 para 2020. O próprio ministro do Planejamento, Esteves Colnago, admitiu que pretende apresentar a proposta ao presidente Michel Temer.
A parcela do reajuste de 2019 seria a última de uma negociação que concedeu aumentos para diversas categorias ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Essas carreiras tiveram o reajuste dividido em parcela – de 2016 a 2019 -, sendo que a última está prevista para ser paga no próximo ano.
Contudo, de acordo com o ministro, com o adiamento, o governo evitaria um gasto de R$ 11 bilhões em 2019.
A decisão do Ministério do Planejamento ocorreu depois do Congresso Nacional retirar do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a restrição para novos reajustes em 2019.
Comentários
Postar um comentário