CÂMBIO: Dólar fecha em leve alta
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Divisa chegou a encostar em R$ 3,9, mas perdeu força durante o dia. Mais uma vez, reversão ocorreu após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump
Chega a ser difícil de acreditar, mas nesta quinta-feira (19) o dólar teve valorização tímida, mesmo tendo começado a sessão com força. A calmaria nos mercados, após a divisa encostar em R$ 3,9, veio após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump. Ao final do dia, a moeda dos Estados Unidos subiu 0,15%, cotado a R$ 3,8453 na venda.
Altas nos juros promovidas pelo Federal Reserve (FED) e a guerra comercial com a China são duas ações do governo Donaldo Trump que afetam o câmbio, desvalorização do real, desde maio.
À tarde, Trump declarou que não estava "feliz" com a decisão do FED de elevar a taxa de juros, já que esses aumentos podem colocar os EUA em "desvantagem" enquanto Banco Central do Japão e o Banco Central Europeu (BCE) mantêm sua política monetária frouxa. Taxa maior lá levam investidores a tirar dólares de mercados emergentes, como o Brasil, e realocarem nos EUA.
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Divisa chegou a encostar em R$ 3,9, mas perdeu força durante o dia. Mais uma vez, reversão ocorreu após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump
Chega a ser difícil de acreditar, mas nesta quinta-feira (19) o dólar teve valorização tímida, mesmo tendo começado a sessão com força. A calmaria nos mercados, após a divisa encostar em R$ 3,9, veio após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump. Ao final do dia, a moeda dos Estados Unidos subiu 0,15%, cotado a R$ 3,8453 na venda.
Altas nos juros promovidas pelo Federal Reserve (FED) e a guerra comercial com a China são duas ações do governo Donaldo Trump que afetam o câmbio, desvalorização do real, desde maio.
À tarde, Trump declarou que não estava "feliz" com a decisão do FED de elevar a taxa de juros, já que esses aumentos podem colocar os EUA em "desvantagem" enquanto Banco Central do Japão e o Banco Central Europeu (BCE) mantêm sua política monetária frouxa. Taxa maior lá levam investidores a tirar dólares de mercados emergentes, como o Brasil, e realocarem nos EUA.
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