EMPREGO: Agronegócio segura queda na geração de empregos formais
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Somando todos os setores, país perdeu 661 oportunidades em junho. No campo, foram geradas 40.917 empregos. Comércio e indústria registraram as maiores quedas
O saldo estável entre contratações e demissões em junho se deve, principalmente à agropecuária. Se, no global entre os setores, o país perdeu 661 empregos formais no mês passado, atividades ligadas ao campo tiveram saldo de 40.917 emprego, resultantes de 113.179 admissões e 72.262 desligamentos, uma expansão de 2,58%. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
As culturas que mais contribuíram para esse resultado foram as de café e laranja - +14.024 vagas e 8.903 postos, respectivamente. As Atividades de Apoio à Agricultura (+11.297 postos) também foram destaque na Agropecuária, especialmente em São Paulo (+9.617 postos).
O segundo melhor desempenho da economia no mês de junho foi o do setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública, com saldo de +1.151 postos, resultado de 6.849 admissões e 5.698 desligamentos. O setor de Serviços ficou estável em junho, com saldo de +589 empregos formais.
As demais áreas da economia tiveram desempenho negativo no mês. O Comércio teve o pior resultado, com retração de -0,23% em relação a maio. O saldo do mês ficou negativo em -20.971 vagas, devido às 279.271 admissões e 300.242 desligamentos. Em seguida, veio a Indústria de Transformação, que admitiu 176.249 trabalhadores e desligou 196.719, apresentando um saldo de -20.470 vagas, uma queda de -0,28% em relação ao mês anterior.
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