COMBUSTÍVEIS: Negociações concentradas no corte da Cide

Após reuniões nesta terça-feira, os presidentes da Câmara e do Senado afirmaram que tributo seria zerado. Fazenda impôs condição

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, negou há pouco que o governo já tenha tomado uma decisão definitiva sobre a redução das alíquotas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) cobradas sobre os combustíveis.

Após sair de uma reunião no início da noite desta terça-feira (22) com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), Guardia evitou confirmar o anúncio, feito mais cedo pelo senador e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo informes divulgados na noite desta terça-feira, Guardia condicionou o corte do tributo à aprovação, no Congresso, da reoneração da folha de pessoal. A matéria tramita no parlamento a espera de votação.

De acordo com Eunício e Maia, a contribuição seria zerada com o objetivo de diminuir os impactos da alta dos preços dos combustíveis. Garantiram também a aprovação da desoneração de uma série de setores da economia.


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