AGROPECUÁRIA: Mapa pode ajudar a enfrentar perdas da greve
Em entrevista, ministro destacou a perda do plantel e frisou que problema não decorreu de má gestão dos produtores
O governo estuda a possibilidade de criar algum crédito ou mecanismo para ajudar o setor agrícola que teve perdas com a greve dos caminhoneiros. Produtores de hortifrutigranjeiros, leite, aves e suínos tiveram a atividade comprometida, ou com a morte de animais ou com a parte da safra impedida de ser escoada ou estragada nas estradas.
“ Alguns sofreram muito. Temos áreas que padeceram, perderam muito o plantel (de animais). E o plantel é o capital de uma empresa. Talvez tenhamos que buscar uma saída para isso junto aos órgãos oficiais, uma política mais direcionada a eles”, disse o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi ,em entrevista exclusiva hoje (29) à TV Brasil e à Agência Brasil.
De acordo com Maggi, não haverá problemas fiscais ou com o teto de gastos. Os recursos que forem aportados virá de projetos novos, que seriam postergados. “Se nesse momento vai ser importante deslocar algum recurso para os produtores, para eles se organizarem, em detrimento até de um novo projeto de investimento, faremos isso sem nenhum problema”, disse.
O ministro se reúne na tarde de hoje com representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa).
Ainda não feito um levantamento do prejuízo provocado no setor pela paralisação dos caminhoneiros, mas a área mais atingida, disse ele, foi a de produção de proteína animal, que inclui a produção de aves e suínos.“Na parte de grãos, não há nenhum problema, mas na parte de produção de proteína animal, [há] sérios problemas na atualidade e vamos ter muitos problemas para poder sair da situação que nos encontramos”, disse.
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Twitter: @aricomunicacao
O governo estuda a possibilidade de criar algum crédito ou mecanismo para ajudar o setor agrícola que teve perdas com a greve dos caminhoneiros. Produtores de hortifrutigranjeiros, leite, aves e suínos tiveram a atividade comprometida, ou com a morte de animais ou com a parte da safra impedida de ser escoada ou estragada nas estradas.
“ Alguns sofreram muito. Temos áreas que padeceram, perderam muito o plantel (de animais). E o plantel é o capital de uma empresa. Talvez tenhamos que buscar uma saída para isso junto aos órgãos oficiais, uma política mais direcionada a eles”, disse o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi ,em entrevista exclusiva hoje (29) à TV Brasil e à Agência Brasil.
De acordo com Maggi, não haverá problemas fiscais ou com o teto de gastos. Os recursos que forem aportados virá de projetos novos, que seriam postergados. “Se nesse momento vai ser importante deslocar algum recurso para os produtores, para eles se organizarem, em detrimento até de um novo projeto de investimento, faremos isso sem nenhum problema”, disse.
O ministro se reúne na tarde de hoje com representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e da Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa).
Ainda não feito um levantamento do prejuízo provocado no setor pela paralisação dos caminhoneiros, mas a área mais atingida, disse ele, foi a de produção de proteína animal, que inclui a produção de aves e suínos.“Na parte de grãos, não há nenhum problema, mas na parte de produção de proteína animal, [há] sérios problemas na atualidade e vamos ter muitos problemas para poder sair da situação que nos encontramos”, disse.
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