CAMINHONEIROS: Entidade dos profissionais pede fim da paralisação
Abcam confirmou a aprovação do acordo apresentado pelo governo no domingo (27).Propostas foram publicadas em edição extra no Diário Oficial
A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) confirmou nesta segunda-feira (28) a assinatura do acordo para pôr fim à paralisação dos caminhoneiros autônomos. As três medidas provisórias (MPs), negociadas com os caminhoneiros e anunciadas pelo presidente Michel Temer no domingo foram publicadas na noite de ontem (27). A tendência é que as estradas sejam desobstruídas ainda nesta segunda, mas a normalidade do abastecimento de alimentos, combustíveis e outros itens deve demorar entre três e 10 dias.
Nas MPs 831, 832 e 833, o governo federal decidiu congelar por 60 dias a redução do preço do diesel na bomba em R$ 0,46 por litro, valor referente ao que seria a retirada do PIS/Cofins e da Cide sobre esse combustível. Depois desse período, o preço do diesel será ajustado mensalmente. Além disso, a alíquota da Cide sobre o diesel será zerada até o final do ano.
“A Abcam considera o acordo assinado uma vitória, já que o anterior previa uma redução de apenas 10% por apenas 30 dias. Entretanto, a associação acredita que até dezembro deste ano o governo encontre soluções para que essa redução seja permanente”, informou a associação, em nota.“Sendo assim, já que o objetivo foi alcançado, a Abcam pede a todos os caminhoneiros que voltem ao trabalho”, diz a nota da entidade.
Em nota, o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes, pediu que os caminhoneiros voltem satisfeitos e orgulhosos. “Nossa manifestação foi única, como nunca ocorreu na história. Seremos lembrados como aqueles que não cederam diante das negativas do governo e da pressão dos empresários do setor. Teremos o reconhecimento da nossa profissão, de que nosso trabalho é primordial para o desenvolvimento deste país”, disse.
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A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) confirmou nesta segunda-feira (28) a assinatura do acordo para pôr fim à paralisação dos caminhoneiros autônomos. As três medidas provisórias (MPs), negociadas com os caminhoneiros e anunciadas pelo presidente Michel Temer no domingo foram publicadas na noite de ontem (27). A tendência é que as estradas sejam desobstruídas ainda nesta segunda, mas a normalidade do abastecimento de alimentos, combustíveis e outros itens deve demorar entre três e 10 dias.
Nas MPs 831, 832 e 833, o governo federal decidiu congelar por 60 dias a redução do preço do diesel na bomba em R$ 0,46 por litro, valor referente ao que seria a retirada do PIS/Cofins e da Cide sobre esse combustível. Depois desse período, o preço do diesel será ajustado mensalmente. Além disso, a alíquota da Cide sobre o diesel será zerada até o final do ano.
“A Abcam considera o acordo assinado uma vitória, já que o anterior previa uma redução de apenas 10% por apenas 30 dias. Entretanto, a associação acredita que até dezembro deste ano o governo encontre soluções para que essa redução seja permanente”, informou a associação, em nota.“Sendo assim, já que o objetivo foi alcançado, a Abcam pede a todos os caminhoneiros que voltem ao trabalho”, diz a nota da entidade.
Em nota, o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes, pediu que os caminhoneiros voltem satisfeitos e orgulhosos. “Nossa manifestação foi única, como nunca ocorreu na história. Seremos lembrados como aqueles que não cederam diante das negativas do governo e da pressão dos empresários do setor. Teremos o reconhecimento da nossa profissão, de que nosso trabalho é primordial para o desenvolvimento deste país”, disse.
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