PETROBRÁS: Paralisação de petroleiros é política, diz Parente


Presidente da petrolífera invoca acordo selado no ano passado e cita falta de reivindicação na manifestação atual

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, classificou como “política” a paralisação de 72 horas dos petroleiros, anunciada para amanhã (30). Parente disse que o movimento não apresentou uma pauta reivindicatória e que houve um acordo, no ano passado, com vigência de 24 meses, incluindo reajuste salarial.

“Houve uma convocação de greve por parte de alguns sindicatos para três dias a partir de amanhã. Não existe pauta reivindicatória porque a pauta reivindicatória é muito mais de natureza política do que propriamente uma pauta de caráter de vantagens incluindo remuneração”, afirmou Parente, ao participar de uma teleconferência com investidores e analistas de bancos.


A Federação Única dos Petroleiros (FUP) disse que a paralisação é uma advertência em defesa da redução dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis. Também há críticas à gestão de Pedro Parente na Petrobras. A entidade destacou que a advertência é uma etapa das mobilizações dos petroleiros em decisão aprovada em âmbito nacional.


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