SUBSÍDIOS DIESEL: Despesas serão cortadas em R$3,8 bi

Preço do combustível cairá R$ 0,46 por 60 dias, gerando perdas fiscais totais de R$ 9,5 bi


 O ministro da fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta segunda-feira que o custo da redução do diesel (R$ 9,5 bi) serão cobertos  por uma sobra de R$ 5,7 bilhões em relação à meta de déficit primário e o corte de despesas de R$ 3,8 bilhões. “O governo precisava agir e colocar algo na mesa para economia voltar a funcionar”, afirmou Guardia, sobre o acordo com os caminhoneiros em greve.

Pela proposta do governo, o diesel terá desconto de R$ 0,46 na bomba por 60 dias. A Petrobrás não arcará com essa diferença. O Tesouro Nacional vai subsidiar o produto, compensando a petrolífera.Guardia destacou que os R$ 9,5 bilhões estimados como perda fiscal garantirão redução de R$ 0,3 centavos no litro do diesel.

Os outros R$ 0,16 virão por redução de impostos. Para tanto, o projeto de reoneração da folha de pagamento precisa ser aprovado no Congresso Nacional para possibilitar essa compensação, acrescentou.

Segundo Guardia, não haverá comprometimento da meta fiscal, de rombo primário de 159 bilhões de reais este ano, em função da concessão de subsídios ao combustível.“Do ponto de vista fiscal, nós já exploramos e utilizamos reservas que tínhamos para resolver enorme crise que estamos vivenciando hoje, com custo enorme que tem para a população”, afirmou Guardia.“O espaço fiscal que a gente tinha para lidar com esse problema foi plenamente utilizado”, completou ele, em referência à impossibilidade de estender a subvenção, por exemplo, ao gás de cozinha. Da Reuters Brasil, adaptado
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