EMPRESAS: Indústria e agronegócio criticam greve dos caminhoneiros
Em comunicados, Fieb e CNA avaliam que movimento atrasa retomada da economia e exige solução imediata
Enquanto governo e caminhoneiros ainda não conseguiram se entender, a economia paga seu preço. Contabilizando as perdas, a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) avaliam que movimento atrasa retomada da economia e exige solução imediata.
"O bloqueio das rodovias do país prejudica a operação das indústrias, aumenta os custos de produção, penaliza a população mais pobre e tem efeitos danosos para toda a sociedade", defendeu a representante das indústrias baianas, em nota. Para a Fieb, a solução do caso deve privilegiar o equilíbrio, não onerando mais os custos de produção " para evitar que interesses de grupos não se sobreponham aos dos demais setores da sociedade".
Segundo a CNA, a paralisação já causa danos graves e, em alguns setores, irreparáveis à produção agrícola e pecuária do país.Produtos perecíveis estão sendo perdidos com o bloqueio das estradas. Insumos para alimento de animais não estão chegando aos centros produtores, causando a morte de animais. Plantas (agroindustriais) inteiras estão sendo paralisadas, com graves consequências socioeconômicas.
“A reivindicação por preços de combustíveis mais justos e previsíveis é correta, mas as perdas causadas pela greve estão ficando insustentáveis e fora de controle”, disse o presidente da confederação, João Martins. “É preciso bom senso de todas as partes envolvidas para chegarmos a uma solução razoável e exequível”, complementa.
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Enquanto governo e caminhoneiros ainda não conseguiram se entender, a economia paga seu preço. Contabilizando as perdas, a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) avaliam que movimento atrasa retomada da economia e exige solução imediata.
"O bloqueio das rodovias do país prejudica a operação das indústrias, aumenta os custos de produção, penaliza a população mais pobre e tem efeitos danosos para toda a sociedade", defendeu a representante das indústrias baianas, em nota. Para a Fieb, a solução do caso deve privilegiar o equilíbrio, não onerando mais os custos de produção " para evitar que interesses de grupos não se sobreponham aos dos demais setores da sociedade".
Segundo a CNA, a paralisação já causa danos graves e, em alguns setores, irreparáveis à produção agrícola e pecuária do país.Produtos perecíveis estão sendo perdidos com o bloqueio das estradas. Insumos para alimento de animais não estão chegando aos centros produtores, causando a morte de animais. Plantas (agroindustriais) inteiras estão sendo paralisadas, com graves consequências socioeconômicas.
“A reivindicação por preços de combustíveis mais justos e previsíveis é correta, mas as perdas causadas pela greve estão ficando insustentáveis e fora de controle”, disse o presidente da confederação, João Martins. “É preciso bom senso de todas as partes envolvidas para chegarmos a uma solução razoável e exequível”, complementa.
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