COMÉRCIO: Confiança registra alta em maio
Saldo líquido da abertura de lojas também é importante, mas reflexos da greve dos caminhoneiros pode impactar resultados futuros
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 113,8 pontos no mês de maio. Desde o ponto mais agudo da crise no setor para o varejo, em maio de 2016, a confiança dos comerciantes acumulava alta de 43,6%.
No entanto, para a CNC, os impactos da crise atual de desabastecimento de combustíveis deverão prejudicar o avanço da atividade econômica. O Icec aponta que a percepção dos empresários do comércio em relação à melhora da economia nas condições atuais perdeu a força. Este subíndice teve alta de apenas 0,7% na passagem de abril para maio, e menos da metade dos entrevistados (42,8%) percebia melhora da economia até o início da crise.
“A combinação entre o cenário positivo da inflação, os juros mais baixos e a reação recente do consumo vinha permitindo o contínuo, porém cada vez mais lento resgate do nível de confiança do comerciante, a ponto de observarmos abertura líquida de pontos de venda no início do ano”, explica Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.
O economista fez alusã à abertura líquida de 2.289 estabelecimentos comerciais com vínculos empregatícios no primeiro quadrimestre de 2018. Esse saldo entre janeiro e abril foi o maior desde o primeiro quadrimestre de 2014 (+3.903 lojas). Entre os componentes relativos à intenção de investimentos no setor, o destaque foi justamente o capital físico dos estabelecimentos comerciais (+1,9% na comparação com abril e +18,4% em relação a maio de 2017).
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“A combinação entre o cenário positivo da inflação, os juros mais baixos e a reação recente do consumo vinha permitindo o contínuo, porém cada vez mais lento resgate do nível de confiança do comerciante, a ponto de observarmos abertura líquida de pontos de venda no início do ano”, explica Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.
O economista fez alusã à abertura líquida de 2.289 estabelecimentos comerciais com vínculos empregatícios no primeiro quadrimestre de 2018. Esse saldo entre janeiro e abril foi o maior desde o primeiro quadrimestre de 2014 (+3.903 lojas). Entre os componentes relativos à intenção de investimentos no setor, o destaque foi justamente o capital físico dos estabelecimentos comerciais (+1,9% na comparação com abril e +18,4% em relação a maio de 2017).
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