PETROBRÁS: Greve paralisa seis plataformas, diz sindicatos

Movimento foi considerado ilegal pelo TST. Outras 15 plataformas em Campos teriam sido atingidas

 Petroleiros de 21 plataformas  na Bacia de Campos —responsável por cerca de metade da produção de petróleo do Brasil— aderiram a uma greve de 72 horas.  O movimento - considerado ilegal pelo Tribunal Superior do Trabalho, que concedeu liminar proibindo o protesto - teria atingindo também terminais e refinarias.

Um total de seis plataformas de produção em Campos estão “totalmente paralisadas”, sendo que três já estavam em manutenção e as demais pararam em função da greve, afirmou à Reuters o coordenador de Comunicação do Sindipetro-Norte Fluminense, Francisco Oliveira.

Petroleiros afirmaram que a greve não tem a intenção de trazer riscos para o abastecimento de combustíveis do país e que eles têm a responsabilidade de atender as necessidades básicas da população.

Além disso, as refinarias da empresa estão com tanques cheios, após a paralisação de caminhoneiros nos últimos dias, afirmou o diretor-executivo de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão da Petrobras, Nelson Silva, em um evento em São Paulo.

A greve nacional tem como objetivo uma redução dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis. Também é contra a privatização da Petrobras e busca a saída do presidente da petroleira Pedro Parente, segundo sindicatos. (a reportagem é da Reuters Brasil, adaptada).

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