AGRONEGÓCIO: CNA cobra medidas para os setores de aves e suínos


Em abril, a entidade propôs quatro medidas,que incluía leilão de milho a preços mais baixos e crédito. Resposta sinaliza atendimento parcial

 A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) cobra do governo federal uma posição em relação a medidas de amparo aos setores de suínos e aves. Na terça-feira (22), a entidade manteve reuniões nos ministérios da Fazenda e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A entidade questionou o andamento das solicitações encaminhadas em uma nota técnica entregue no início de abril.

No documento, a CNA propôs quatro ações para amenizar a crise nos dois setores: leilões em formato de Valor de Escoamento de Produto (VEP) de 500 mil toneladas de milho, reestruturação da venda de milho balcão para 40 toneladas mensais por cadastro, retorno da linha de crédito de custeio para a retenção de matrizes suínas e a simplificação da prorrogação dos financiamentos.

 Segundo o assessor técnico da Comissão Nacional de Aves e Suínos da CNA, Victor Ayres, as duas pastas se comprometeram em aumentar os limites para venda de milho balcão, mas consideram o VEP uma ferramenta de difícil operacionalização. O posicionamento foi revelado pelo secretário–adjunto de Política Agrícola e Ambiental do Ministério da Fazenda, Ivandré Montiel, quanto o secretário de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz,


“Continuaremos cobrando a liberação de milho na forma de VEP porque consideramos essa alternativa muito importante para atender as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde estão os produtores que mais demandam o cereal”, afirmou Victor Ayres.



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