CIDADES INTELIGENTES: Campuseiros debatem tecnologia e desenvolvimento urbano no Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Para participantes da Campus Party, em Brasília, as smart cities criam oportunidades de negócio, mas burocracia permanece como entrave grave
A participação da sociedade como condição para o desenvolvimento das chamadas cidades inteligentes foi debatida nesta sexta-feira (16), na Campus Party Brasília, que é realizada até sábado (17). Conceito considerado novo no Brasil, estas novas estruturas urbanas integram dados em um sistema unificado de tecnologia, buscando melhorar a qualidade de vida da população e preservar recursos ambientais.
O planejamento de cidades inteligentes podem incluir não só grandes organizações, mas micro e pequenos empresários que tenham ideias criativas. Segundo Andrezza Torres - coordenadora nacional de Smart Cities do Sebrae - há potencial para desenvolvimento do setor, mas a burocracia ainda é um entrave para a maior parte das startups (empresas iniciantes de tecnologia). “ Há hoje uma preocupação de se trazer soluções para cidadão e gestor, mas não há o mesmo esforço para desburocratizar a compra [pelo governo] ”, afirma.
Segundo Cláudio Nascimento, vice-presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas (CIH), é urgente que haja uma preocupação em envolver os cidadãos no processo de desenvolvimento de suas comunidades. “A Europa já tem debates sobre cidades sensitivas, e nós ainda estamos falando de cidades inteligentes”, afirma.
Confira nossa Fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
Twitter: @aricomunicacao
Para participantes da Campus Party, em Brasília, as smart cities criam oportunidades de negócio, mas burocracia permanece como entrave grave
A participação da sociedade como condição para o desenvolvimento das chamadas cidades inteligentes foi debatida nesta sexta-feira (16), na Campus Party Brasília, que é realizada até sábado (17). Conceito considerado novo no Brasil, estas novas estruturas urbanas integram dados em um sistema unificado de tecnologia, buscando melhorar a qualidade de vida da população e preservar recursos ambientais.
O planejamento de cidades inteligentes podem incluir não só grandes organizações, mas micro e pequenos empresários que tenham ideias criativas. Segundo Andrezza Torres - coordenadora nacional de Smart Cities do Sebrae - há potencial para desenvolvimento do setor, mas a burocracia ainda é um entrave para a maior parte das startups (empresas iniciantes de tecnologia). “ Há hoje uma preocupação de se trazer soluções para cidadão e gestor, mas não há o mesmo esforço para desburocratizar a compra [pelo governo] ”, afirma.
Segundo Cláudio Nascimento, vice-presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas (CIH), é urgente que haja uma preocupação em envolver os cidadãos no processo de desenvolvimento de suas comunidades. “A Europa já tem debates sobre cidades sensitivas, e nós ainda estamos falando de cidades inteligentes”, afirma.
Confira nossa Fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
Twitter: @aricomunicacao

Comentários
Postar um comentário