BLACK FRIDAY: CNDL afirma que 60% dos consumidores devem aproveitar promoção

Controvertida, devido a denúncias de propaganda enganosa, iniciativa está marcada para o dia 23 deste mês e deve ter gasto médio de R$ 1.146


Importada dos Estados Unidos, a promoção Black Friday (ou sexta-feira negra) sempre foi envolvida em controvérsia. Principalmente devido a denúncias de propaganda enganosa - ao invés de descontos, parte do comércio - sobretudo em vendas online - eleva o preço antes e reduz para os níveis normais na data. Ainda assim, a iniciativa cresceu, às vezes abrange mais do que um dia e este ano no Brasil vai envolver 58% dos consumidores, como concluiu levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil)


O percentual representa 18 pontos percentuais a mais do que em 2017. Segundo a mesma pesquisa, 32% só devem ir às compras caso encontrem boas ofertas e apenas 10% não pretendem comprar nada. O valor de gastos por pessoa é estimado em R$ 1.146.

Dos que compraram algo em 2017, 32%  planejam desembolsar mais este ano. São esperados descontos de 45%, em média. Roupas, calçados e smartphones estão entre os itens que devem ser mais procurados

"A Black Friday caiu no gosto do brasileiro, mas antes de sair comprando por aí é importante avaliar se os gastos cabem no orçamento. Não basta apenas pesquisar as melhores ofertas e depois se endividar com a aquisição de itens desnecessários”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

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