PIB: FGV aponta recuo de 0,24% no segundo trimestre
Retração na construção civil (7,4%) foi um dos fatores da retração na pesquisa Monitor do PIB, divulgada nesta segunda-feira
O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,24% no segundo trimestre deste ano na comparação com o primeiro trimestre. A constatação é do Monitor do PIB, divulgada nesta segunda-feira (21), pela FGV. O dado não é o indicador oficial, medido pelo IBGE, mas ficou próximo deste. Segundo a pesquisa, no primeiro trimestre o PIB tinha registrado alta de 0,99% (ante 1% apurado pelo IBGE).
No Monitor do PIB, a comparação com o segundo trimestre de 2016 apontou recuo ainda maior: 0,3%. O principal destaque negativo neste tipo de comparação foi a queda de 1,8% da indústria, influenciada pela redução de 7,4% do setor da construção.
Sob a ótica da demanda, os investimentos tiveram um recuo de 5,1%. Por outro lado, o consumo das famílias avançou 0,6%, depois de nove trimestres consecutivos de queda. O resultado positivo foi influenciado pelos consumos de bens duráveis (3,8%), semiduráveis (7,3%) e não duráveis (0,5%).Analisando-se apenas o mês de junho, o PIB cresceu 2,65% na comparação com maio, depois de uma queda de 5,79% na passagem de abril para maio.
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O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,24% no segundo trimestre deste ano na comparação com o primeiro trimestre. A constatação é do Monitor do PIB, divulgada nesta segunda-feira (21), pela FGV. O dado não é o indicador oficial, medido pelo IBGE, mas ficou próximo deste. Segundo a pesquisa, no primeiro trimestre o PIB tinha registrado alta de 0,99% (ante 1% apurado pelo IBGE).
No Monitor do PIB, a comparação com o segundo trimestre de 2016 apontou recuo ainda maior: 0,3%. O principal destaque negativo neste tipo de comparação foi a queda de 1,8% da indústria, influenciada pela redução de 7,4% do setor da construção.
Sob a ótica da demanda, os investimentos tiveram um recuo de 5,1%. Por outro lado, o consumo das famílias avançou 0,6%, depois de nove trimestres consecutivos de queda. O resultado positivo foi influenciado pelos consumos de bens duráveis (3,8%), semiduráveis (7,3%) e não duráveis (0,5%).Analisando-se apenas o mês de junho, o PIB cresceu 2,65% na comparação com maio, depois de uma queda de 5,79% na passagem de abril para maio.
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