PROTESTE: Associação orienta sobre melhor opção de investimento

Vantagens entre bancos e corretoras são comparadas em pesquisa, entidade aponta riscos que devem ser evitados

Cerca de 60 milhões de brasileiros deixam seu dinheiro na caderneta de poupança, enquanto só 10 milhões aplicam em títulos e fundos de investimento. E esse dinheiro é, na maioria das vezes, aplicado em poupança e em um banco dos quais já são clientes. Porém, é importante pesquisar também corretoras, que não servem apenas para negociar ações na Bolsa de Valores. Desta forma, na maioria das vezes, é possível investir com maior rentabilidade do que a oferecida pelos bancos e com taxas bem mais atrativas.

"Na maioria dos casos, a rentabilidade oferecida pelas corretoras é mais atraente que a de bancos, mas é sempre bom pesquisar", afirma a Proteste, em nota. A Associação comparou as opções de investimentos conservadores, como títulos (CDBs, LCIs e LCAs) e fundos de renda fixa, oferecidos pelos principais bancos do país e pelas corretoras que participaram do último teste comparativo, realizado pela Proteste, que enfocou aplicações para quem não quer assumir riscos e com rendimentos superiores aos da poupança.

Foram considerados, no estudo, os títulos que possuem respaldo no Fundo Garantidor de Crédito (FGC), ou seja, em caso de falência da instituição, o investidor recebe de volta os valores aplicados, desde que não ultrapasse R$ 250 mil.  "Bancos oferecem um número maior de fundos conservadores (que investem a maior parte de seu patrimônio em ativos de menor risco). Por outro lado, as corretoras apresentam resultados mais rentáveis e acessíveis. Entre todos os fundos encontrados, o melhor entre as corretoras, neste perfil, foi o Daycoval Classic FI Renda Fixa Crédito Privado", conclui a Proteste.

Cuidados antes de investir

A economista da Proteste, Veronica Dutt-Ross, alerta: "Não deixe dinheiro parado na conta da corretora, invista rapidamente. Se você depositar um dinheiro na conta que tem na corretora, sem destiná-lo a investimentos específicos, e ela vier a falir, o cliente pode perder esse valor"
Além disso, segundo a economista, é necessário prestar atenção em alguns detalhes que podem fazer muita diferença antes de investir:
·         Verifique o patrimônio líquido. Se for superior a R$ 180 milhões, já pode ser considerado um fundo acima da mediano;

·         Confira o número de cotistas do fundo. Se for pequeno, a saída de um deles pode afetar o rendimento dos demais;

·         Avalie a captação de líquido do fundo. Evite os que estiverem captando um valor menor do que está recebendo por meses seguidos;


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