VEÍCULOS: Anef projeta aumento de financiamentos em 10,2%
Deverão ser liberados R$ 90,6 bilhões (contra R$ 82,2 bilhões registrados em 2016), expectativa inicial era de aumento de 5,5%
Com a recuperação na venda de carros que vem sendo registrada nos últimos meses, a ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) elevou a sua projeção de liberação de recursos para este ano. De acordo com o último boletim da entidade, este ano deverão ser liberados R$ 90,6 bilhões, o que representa uma alta de 10,2% na comparação com o ano passado, quando foram movimentados de R$ 82,2 bilhões.
A estimativa anterior era de que o volume de negócios seria da ordem de R$ 86,7 bilhões, crescimento de 5,5% em relação a 2016.“Nossa expectativa é a de que teremos um segundo semestre melhor na comparação com o primeiro", afirmou o presidente da instituição, Luiz Montenegro. "Os números, no entanto, ainda serão tímidos em relação aos anos anteriores. A retomada será lenta, pois as pessoas ainda mantêm cautela antes de fechar um negócio”.
No primeiro semestre deste ano, os bancos de montadoras e as instituições independentes liberaram R$ 45,8 bilhões, o que representa uma alta de 18,6% em doze meses. A taxa de inadimplência em junho registraram queda, tanto para pessoas físicas como para as jurídicas ( 4,4%, o que representa queda de 0,1 ponto percentual e 3,3%, diminuição de 0,2 ponto percentual em relação a maio, respectivamente).
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A estimativa anterior era de que o volume de negócios seria da ordem de R$ 86,7 bilhões, crescimento de 5,5% em relação a 2016.“Nossa expectativa é a de que teremos um segundo semestre melhor na comparação com o primeiro", afirmou o presidente da instituição, Luiz Montenegro. "Os números, no entanto, ainda serão tímidos em relação aos anos anteriores. A retomada será lenta, pois as pessoas ainda mantêm cautela antes de fechar um negócio”.
No primeiro semestre deste ano, os bancos de montadoras e as instituições independentes liberaram R$ 45,8 bilhões, o que representa uma alta de 18,6% em doze meses. A taxa de inadimplência em junho registraram queda, tanto para pessoas físicas como para as jurídicas ( 4,4%, o que representa queda de 0,1 ponto percentual e 3,3%, diminuição de 0,2 ponto percentual em relação a maio, respectivamente).
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