PRESIDENTE ELEITO: Novo governo tem decisões imediatas a tomar


Jair Bolsonaro, que já confirmou quatro ministros, precisa escolher os nomes dos integrantes da transição

Eleito com quase 58 milhões de votos (55,13% da votação válida), o próximo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), tem já duas questões para decidir no Congresso. Ambas por imposição do momento atual. Definida em junho, após a greve dos caminhoneiros, a subvenção ao diesel acaba em dezembro. Se a medida tiver continuidade, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, terá que encontrar recursos no orçamento, que destina apenas R$ 27 bilhões para investimentos.

Quanto a reforma da Previdência, auxiliares do novo presidente deixam claro que não apoiam a votação da Reforma da Previdência a partir do projeto do governo Michel Temer. Indicado para assumir a Casa Civil, o atual deputado Onyx Lorenzoni sinaliza uma proposta de longo prazo e que separe gastos com aposentadores e relativos à seguridade e assistência social.

O que não está definido é quando começa a transição. Uma parte das fontes revela a sites nacionais que Jair Bolsonaro pode chegar a Brasília nesta terça-feira (30). Outros afirmam que ele só começa a preparar a gestão na próxima semana. Neste caso, durante esta semana apenas 20 membros da transição seriam divulgados. Como tudo em política, a transição também acontece nos bastidores.

Sobre ministério, Jair Bolsonaro confirmou que o general Augusto Heleno Nunes vai para a defesa e o também militar e astronauta Marcos Pontes cuidará da área de Ciência e Tecnologia, atualmente agregada na mesma pasta de Telecomunicações. O presidente eleito se comprometeu ainda a  procurar líderes de outros poderes, a exemplo do presidente do STF, ministro Dias Toffoli.  (com informações da Agência Brasil, G1 e UOL).


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