RECUPERAÇÃO: Setor de máquinas e equipamentos eleva receita
Ganhos dos fabricantes subiu 7,4% em nove meses de 2018. Em setembro, houve recuo de 4,1%, frente a agosto e alta de 13,4% contra mesmo mês de 2017.
A receita do setor fabricante de máquinas e equipamentos em setembro foi de R$ 7,08 bilhões, crescimento de 13,4% na comparação com o mesmo mês em 2017. Houve queda de 4,1% em relação a agosto. No acumulado do ano, foi registrado alta de 7,4% sobre o ano passado. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).A projeção da Abimaq é de queda nas vendas no último trimestre do ano, o que não deve interferir na expectativa de 7% de aumento nas vendas até o final do ano.
Segundo a entidade, a valorização cambial e o aumento das exportações durante o ano contribuíram com a melhora da receita. As vendas externas tiveram receita de US$ 736,60 milhões. O acumulado desde o início do ano teve alta de 10,9% em relação ao mesmo período de 2017. A importação registrou US$ 1,13 bilhão, queda de 3,1% em relação a setembro de 2017 e redução de 12,6% em relação a agosto. No acumulado do ano, houve alta de 15,6%.
Apesar das críticas gerais do setor quanto a incorporação da política industrial na superpasta da Economia, João Carlos Marchesan - presidente da Abimaq - disse que a entidade está otimista com as primeiras notícias ligadas ao novo presidente eleito, Jair Bolsonaro. Ele citou a reforma da Previdência, a privatização de estatais, a desoneração de impostos sobre a folha de pagamento, o ajuste fiscal e a redução sustentável dos juros como fatres positivos. “Temos que reindustrializar o país, fazê-lo voltar a crescer”, declarou.
Marchesan informou que representantes da Abimaq se reúnem amanhã (31) em Brasília com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Em reuniões no período de campanha realizadas com Bolsonaro, já foram encaminhadas demandas sobre a importância da indústria para a retomada do crescimento. Os empresários disseram que ouviram do futuro presidente que o governo não atrapalhará a indústria e que a exportação se dará com maior valor agregado.
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A receita do setor fabricante de máquinas e equipamentos em setembro foi de R$ 7,08 bilhões, crescimento de 13,4% na comparação com o mesmo mês em 2017. Houve queda de 4,1% em relação a agosto. No acumulado do ano, foi registrado alta de 7,4% sobre o ano passado. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).A projeção da Abimaq é de queda nas vendas no último trimestre do ano, o que não deve interferir na expectativa de 7% de aumento nas vendas até o final do ano.
Segundo a entidade, a valorização cambial e o aumento das exportações durante o ano contribuíram com a melhora da receita. As vendas externas tiveram receita de US$ 736,60 milhões. O acumulado desde o início do ano teve alta de 10,9% em relação ao mesmo período de 2017. A importação registrou US$ 1,13 bilhão, queda de 3,1% em relação a setembro de 2017 e redução de 12,6% em relação a agosto. No acumulado do ano, houve alta de 15,6%.
Apesar das críticas gerais do setor quanto a incorporação da política industrial na superpasta da Economia, João Carlos Marchesan - presidente da Abimaq - disse que a entidade está otimista com as primeiras notícias ligadas ao novo presidente eleito, Jair Bolsonaro. Ele citou a reforma da Previdência, a privatização de estatais, a desoneração de impostos sobre a folha de pagamento, o ajuste fiscal e a redução sustentável dos juros como fatres positivos. “Temos que reindustrializar o país, fazê-lo voltar a crescer”, declarou.
Marchesan informou que representantes da Abimaq se reúnem amanhã (31) em Brasília com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Em reuniões no período de campanha realizadas com Bolsonaro, já foram encaminhadas demandas sobre a importância da indústria para a retomada do crescimento. Os empresários disseram que ouviram do futuro presidente que o governo não atrapalhará a indústria e que a exportação se dará com maior valor agregado.
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