NOVO GOVERNO: CNI protesta contra criação de Ministério da Economia
Em nota, a entidade destacou que setor é responsável por 21% do PIB nacional e 32% dos impostos federais
Confirmada após a primeira reunião do presidente eleito, Jair Bolsonaro, com auxiliares próximos, a proposta de fusão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no futuro Ministério da Economia foi rechaçada pela Confederação Nacional da Indústria. Em nota, a entidade destacou que setor é responsável por 21% do PIB nacional e 32% dos impostos federais
Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, o próximo governo tem o desafio incontornável de recolocar o Brasil no caminho do desenvolvimento econômico e social. Para isso, segundo ele, o país precisa ter uma indústria forte.
"Daí, ser imprescindível que o país tenha um ministério independente para elaborar, executar e coordenar as políticas públicas para o setor industrial e monitorar seus impactos. Nenhuma grande economia do mundo abre mão de ter um ministério responsável pela indústria e pelo comércio exterior forte e atuante”, afirma."A eventual perda de status do MDIC colocaria o Brasil, portanto, na contramão dessa tendência e reduziria a nossa capacidade em negociações internacionais", ressalta Robson Andrade.
O presidente da CNI destaca ainda que desde a crise de 2008 e em seuida, com o surgiemnto da Indústria 4.0, aumentou o número de países com ministérios específicos e estratégias industriais. "Os Estados Unidos, que são tidos como referência de liberalismo econômico, empreendem uma política industrial ampla e consistente, com um Departamento de Comércio que foi reforçado pelo governo Donald Trump para, justamente, cumprir essa função", acrescentou.
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Confirmada após a primeira reunião do presidente eleito, Jair Bolsonaro, com auxiliares próximos, a proposta de fusão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no futuro Ministério da Economia foi rechaçada pela Confederação Nacional da Indústria. Em nota, a entidade destacou que setor é responsável por 21% do PIB nacional e 32% dos impostos federais
Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, o próximo governo tem o desafio incontornável de recolocar o Brasil no caminho do desenvolvimento econômico e social. Para isso, segundo ele, o país precisa ter uma indústria forte.
"Daí, ser imprescindível que o país tenha um ministério independente para elaborar, executar e coordenar as políticas públicas para o setor industrial e monitorar seus impactos. Nenhuma grande economia do mundo abre mão de ter um ministério responsável pela indústria e pelo comércio exterior forte e atuante”, afirma."A eventual perda de status do MDIC colocaria o Brasil, portanto, na contramão dessa tendência e reduziria a nossa capacidade em negociações internacionais", ressalta Robson Andrade.
O presidente da CNI destaca ainda que desde a crise de 2008 e em seuida, com o surgiemnto da Indústria 4.0, aumentou o número de países com ministérios específicos e estratégias industriais. "Os Estados Unidos, que são tidos como referência de liberalismo econômico, empreendem uma política industrial ampla e consistente, com um Departamento de Comércio que foi reforçado pelo governo Donald Trump para, justamente, cumprir essa função", acrescentou.
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