FIEB: Indústria baiana espera segurança jurídica


Em nota, entidade defende manutenção do Ministério específico para o setor e defende redução da burocracia e reforma tributária

Em posicionamento sobre o futuro governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) elencou como uma das prioridades a garantia da segurança jurídica, Assim, o empresário vai se sentir  confiante para investir, como alertou o presidente da federação, Ricardo Alban. Para ele, é preciso fugir à tentação de tentar conduzir a economia por meio de decretos e medidas provisórias.

"O ideal é que o próximo governo crie um ambiente de otimismo, mediante a definição de uma política econômica consistente, voltada para o controle dos gastos públicos, a eliminação do déficit fiscal e a consequente redução da dívida pública", completou o executivo.

A Fieb entende que o presidente eleito terá que enfrentar muitos desafios ao longo de seu mandato, que deve passar pela modernização da infraestrutura, o respeito aos contratos, um amplo programa de redução da burocracia e, especialmente, a reforma tributária.

Para a entidade baiana, é inexplicável o anúncio da extinção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, que seria fundido a Fazenda e o Planejamento numa futura superpasta da Economia. Devido a resistências por todo o país, a medida tem grande chances de não ser aplicada por Jair Bolsonaro.

“Defendemos que seja dada à Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação (Embrapii) a mesma dimensão que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem para o agronegócio”, afirma Alban.

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