EM BAIXA: Construção tem nova queda na atividade e no emprego
Para a CNI, o setor não apresenta sinais de recuperação. Elevada carga tributária,fraca demanda e burocracia foram os maiores
A atividade e o emprego na construção civil registraram novas quedas em setembro. Segundo a Sondagem Indústria da Construção, os indicadores destes itens recuaram para 45,7 pontos e 45,1 pontos, respectivamente. Nesta sondagem, feita pena Confderação Nacional da Indústria, pontuações abaixo de 50 indicam queda.
Para a CNI, o setor não apresenta sinais de recuperação. Elevada carga tributária, fraca demanda e excesso de burocracia foram os maiores entrabes no terceiro trimestre (julho a setembro). Os impostos, com 40,2% das menções, liderou a lista dos principais problemas enfrentados. Em seguida, com 34,7% das respostas, aparece a demanda interna insuficiente e, em terceiro lugar (27,9%), a burocracia excessiva.
Conforme a pesquisa, o índice de utilização da capacidade de operação subiu para 61% no mês passado, o maior nível deste ano. Mesmo assim, o setor mantém a elevada ociosidade, pois operou com 39% das máquinas, dos equipamentos e do pessoal parados. “Além disso, há a incerteza com relação aos próximos meses. Por isso, os dados mostram sinais de estagnação e cautela”, reforça o economista da CNI Marcelo Azevedo.
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